Confirmado: A CIA puxa as cordas de Yoani Sánchez ou “A Nossa Mulher em Cuba”

YOANI "A MULHER MARRETA" DA CIA EM CUBA

YOANI “A MULHER MARRETA” DA CIA EM CUBA

Por: Luis Miguel Rosales / La Santa Mambisa

A história não é errada e a evolução de provas dos factos históricos mostram a relação  entre eles, embora às vezes o espectador não perceba isso.

Refiro-me a informação que apareceu recentemente de que um antigo funcionário da CIA, fundador de Empresa  de inteligência Applied Memetics  especialista com fins subversivos no uso de redes sociais e outros serviços que oferece Internet,  tinha sido contratados em 26 de Setembro de 2012 pela Junta de  radiodifusão de governadores (BBG por sua sigla em inglês) para organizar e liderar um grupo de dez “jornalistas independentes” em Cuba para transmitir informações não certas da realidade cubana.

Ou seja, a CIA irá revisar o trabalho de campo destes supostos jornalistas, que vão receber  as orientações de interesse para a Agência.

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NA FOTO  Charles Barclay na sede do estado projecto contra-revolucionária de SATS

 

Este facto tem relação  com um incidente que meses atrás tive lugar na sede do estado projecto contra-revolucionária de SATS, na residência do agora dissidente Antonio González Rodiles. Então, realizada amplamente,foi desenvolvido o debate “intercâmbio cultural  Cuba – Estados Unidos”, (Março de 2012), onde participou o agente da CIA e, nesse momento, segundo secretário do SINA, Charles Barclay.

Quando  o “debate” acabou o  Senhor Barclay, falou em privado,  com a senhora Yoani Sánchez Cordero, seu marido Reinaldo Escobar e com o nascente “adversário” Eliecer Avila, para transmitir a notícia de muito interesse para Yoani. A notícia em questão era que uma equipa de entre dez e quinze jornalistas independentes, seleccionados e dirigidos por Yoani em Cuba vão a desenvolver uma operação muito importante providenciada antes do final do ano. Para esse efeito o Senhor Barclay deu uma lista de jornalistas que tinha seleccionado a SINA para que Yoani indicara os mais adequados.

Lista apresentada por Barclay:

  1. Yoani Sánchez Cordero.
  2. Reinaldo Escobar.
  3. Julio Aleaga Pesant.
  4. Laritza Diversent.
  5. Oscar Espinosa Chepe.
  6. Roberto de Jesús Guerra Pérez.
  7. Yaremis Flores.
  8. José Neira Buzón.
  9. Alvaro Yero Felipe.
  10. Juan González Febles.
  11. Lázaro Yuri Valle Roca.
  12. Guillermo Ordóñez.
  13. Ainí Martín Valero
  14. José Antonio Fornaris.
  15. Luis Cino Álvarez.
  16. Dania Virgen García.
  17. Antonio Esteban González Ramos.
  18. Marta Beatriz Roque.
  19. Dimas Castellanos.
  20. Claudio Fuentes Madan.
  21. Jorge Luis García, Antúnez.
  22. Guillermo Fariñas.
  23. Alberto Méndez Castelló.
  24. Iván García Quintero.
  25. Miriam Leyva.

Yoani Sánchez expressou a sua satisfação em ter sido escolhida para jogar um papel tão importante, mas logo expressou a necessidade de que, nesta lista, apareceram “caras novas”, que serviriam para atrair novos sectores da sociedade cubana. Ela inclui na lista a: Orlando Luis Pardo, Eliecer Avila e Calixto Martínez.

A  “independente” Yoani, considerou que na lista final poderia não ser incluídas figuras tradicionais da oposição como Marta Beatriz Roque e outros, sendo figuras desgastadas e sem apoio em Cuba e recomendou tirar da lista a Dania Virgen García e outros, expressando o que eles eram muito  “mentiroso” e tentavam sacar proveito das situações.

Lista apresentada por Yoani:

Yoani também expressou seu medo, porque muitas das pessoas que apareceram na lista “não eram jornalistas de carreira” e que afectaria seu trabalho. Esquece Yoani que ela nem é jornalista? Barclay assegurou-lhe que a SINA seria responsável pelos cursos necessários.

A lista final, com sugestões de Yoani Sánchez, iria ser analisadas na SINA e eles entregariam  uma resposta;  mas, segundo Barclay, poderia confiar que seus critérios seriam tomados em conta.

Com estes antecedentes  não surpreendem as notícias recentes, como o aparecimento do acordo de Applied Memetics e seus  “dez freelancers em Cuba”;  a alegada detenção de Eliécer Ávila em Cuba quando “estava a ajudar” aos afectados pelo furacão Sandy e “informou” a situação na província;  e a nomeação de Yoani Sánchez como vice-presidente regional por Cuba, da Comissão da liberdade de imprensa e informação da SIP.

Os Eventos tem relação, não há dúvida e deles tiramos uma conclusão fundamental: A CIA (Applied Memetics, Dan Gabriel, Charles Barclay) estão por trás de Yoani Sánchez Cordero e toda o trabalho de provocação contra-revolucionário que ela desenvolve.

Parafraseando o romance intitulado “Nosso homem em Havana”, de Graham Greene, também poderia concluir: “Yoani Sánchez, nossa mulher em Cuba”. São precisos mais argumentos ?

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