Grupo de cubanos-americanos se opõem ao política de mão pessada contra Cuba

O grupo de cubanosamericanos: Americans for Engagement (CAFÉ)de diversas tendências políticas e de vários estados, se reuniram com membros do Congresso Americano, o Departamento de Estado e o Escritorio dos Interesses de Cuba nos EUA.

Após as reuniões, os integrantes do grupo cubano chamado Americans for Engagement (CAFÉ), lançaram uma nota expressando ser a favor das políticas de comércio com Cuba, dizem que não se sentem representados por “as posições dos cubanos-americanos que atualmente detêm posições de senadores e congressistas no Capitol Hill” e exortam o Governo Cubano a adoptar políticas que teriam “uma melhor compreensão e relacionamento entre a nação cubana, composta pela população da ilha e a diáspora”. A organização das reuniões, que teve lugar nos dias 16 e 17 de Abril, foi apoiada pelo Grupo de Trabalho para a América Latina (LAWG, por sua sigla em inglês) e o Escritorio de  América Latina em Washington (WOLA, por sua sigla em inglês).

Visita ao Congresso  dos Estados Unidos

Lançaram uma nota na qual são em favor das políticas de aumento das trocas comerciais com a ilha e falam que eles não se sentem representados pelas “posições dos cubanos-americanos que atualmente detêm posições de senadores e congressistas americanos em Capitol Hill”

Conforme o comunicado, os membros do grupo recordaram que a comunidade cubano-americana “não é monolítica e existem várias vozes em favor de políticas de reforço do comércio com Cuba, inclusive o fim das proibições de viagem para todos os cidadãos americanos”. “Rejeitamos explicitamente que eles falem  pela nossa comunidade, referindo-se à mesma como um todo. Os Cubano-americanos vivem em vários estados, onde escolhemos os nossos senadores e representantes ao Congresso. São eles e nao os auto-confessados “liberais,representantes dos cubano-americanos, qualquer que seja a sua origen” , quem representa as nossas vozes”, expressam.

Na sua carta indicam que os inquéritos feitos  na  população cubanoamericana e a americana em geral reforçam uma esmagadora rejeição de qualquer reversão da flexibilização dos viagens familiares e o contacto povo a povo, adoptadas pela administração Obama.

De acordo com o que foi dito na nota, os integrantes do grupo convidaram a Administração Obama e em especial o Departamento de Estado a “defender com mais força os passos adotados em Abril de 2009 e Janeiro de 2011 a favor de uma maior flexibilidade nos  viagem da familia e os contactos povo a povo”.

“Somos contra qualquer interpretação restritiva da promoção democrática como um instrumento de mudança do regime. Rejeitamos qualquer concepção dos  contactos povo a povo, que procura impor restrições ou restringir a função dessas viagens”, defender uma “concepção mais ampla” destes contactos, “não subestimar o alcance dos intercâmbios culturais, educacionais democráticos e académicos (música, dança, artes visuais, literatura)”.

Os integrantes do grupo, dentre as quais se destacam um candidato a Doutor em Ciências Políticas,  o Sr. Arturo Lopez-Levy y la Dra. em Língua e Literatura Maria Isabel Afonso, está reivindicando que a atual administração “tome a este respeito uma atitude assertiva em defesa das políticas proclamadas, e não se render à aqueles que indicam qualquer intercâmbio não-subversivo (como visitar a ilha para um Festival de Jazz ou um Videoarte), como um “abuso” da anunciada política”.

Escritorio dos Interesses de Cuba en Washington

Em encontro com o Escritorio de Interesses de Cuba em Washington, os membros do CAFE chamaram ao Governo Cubano a adoptar políticas que promovam um melhor relacionamento e entendimento entre tuda a nação cubana, composta pela população da ilha e da diáspora”.

As propostas do grupo são referidas a quatro temas que seriam ” mobilizar  mais cubanos-americanos na luta para pôr fim ao embargo norte-americano à ilha e iria facilitar um melhor intercâmbio com o povo cubano”:

1)    Abertura do Governo cubano para investimentos de cubanos-americanos nos sectores da pequena e média propriedade;

2)   Supressão das restrições de viagens para a Ilha impostas sobre grupos sociais específicos, incluindo os balseiros e os médicos que abandonaram as missões no estrangeiro. (Recusamos programas americanos para promover abandono da missão como parte da política de desestabilização contra Cuba, mas nós compreendemos que Cuba deve adotar critérios definidos para regular a emigração de seus profissionais equilibrar ambos, a protecção da sua população como os direitos individuais dos profissionais a decidir onde viver);

3)   O preço excessivo dos  procedimentos (passaporte, permissão de saída e viagens) que fazem mais caras abusivamente a possibilidade de um relacionamento mais activo entre a comunidade cubana no estrangeiro e a Ilha;

4)   Chamado para a eliminação existentes de preconceitos contra os cubanos-estadunidenses que fazem dificl um relacionamento mais activo entre estes e as instituições da ilha, em áreas como o intercâmbio acadêmico, educacional.

Em todas as visitas, conclui o comunicado, “enfatizamos o desejo de continuar estes diálogos desde uma cultura do pluralismo, civilidade e respeito pelos valores e ideais de ambos os Estados Unidos e Cuba”.

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