Esvaziando Mentiras: O Programa cubano de luta contra a malária na África. (I)

Nos tempos a decorrer, as campanhas para danar a nação caribenha ataca as áreas em que a ilha revelou-se pelo desenvolvimento das ciências e a solidariedade com os outros.

A última das engendradas desde o norte foca as suas calúnias em usurpar crédito para as campanhas que a ilha leva a África para a erradicação da malária. 

O bode expiatório usado como ponta de lança é o relatório da OMS sobre a luta anti vetor, que inclui as observações e recomendações para a África Sub-Sahariana sobre os métodos de erradicação do mosquito que causa a doença.

O Novo Heraldo acostuma a ser o principal porta-voz para as campanhas de descredito (logo a seguir vem os papagaios e repetem sem olhar para a veracidade das fontes) lança a bola, mau interpreta o que o relatório diz, desforma a história de sacrifícios de Cuba no continente africano, faz política com o trabalho da ilha na erradicação da malária e ainda acredita no direito que têm de fazer chamadas para Havana e que algum funcionário responda as tolas perguntas.

A OMS por sua vez afirmou precisar mais DADOS que mostrem a eficácia do uso dos biolarvicides em geral, não individualizado em relação da produção cubana. 

O produto Griselesf®, que o Novo Heraldo procura desacreditar em seu desprezível artigo, foi desenvolvido pela doutora em Ciências Biológicas, Grisel Montero Lago, que se desempenha como especialista na Sucursal de Controle Biológico de Vetores de LABIOFAM na capital cubana, ela desenvolveu a tecnologia para a produção destes biolarvicidas que faz parte de um:  projeto com suporte financeiro auspiciado precisamente pela OMS.

Com apenas uma busca rápida na Internet encontramos mais de 400 artigos que testam a eficácia dos produtos cubanos no combate e erradicação da malária na África Subsariana, os números de redução da doença são visíveis a todos e repetidas umas após a outra na mídia digital de cada um dos países em que é usado o biolarvicida cubano e onde são aplicados, para além de outros projectos que incluem o uso de anti-larvales.

País exemplo, Angola: 

Resumo:

 Em Angola com 18 milhões de habitantes estão experimentando uma drástica redução nas populações de mosquito, com o trabalho de 175 colaboradores cubanos em 143 municípios. De acordo com fontes oficiais Angolanos, este território nos últimos tempos tive uma redução de 1 milhão de casos de malária e diminuição de 40 por cento de mortes por essa causa. 

 O programa de controlo de vetor começou em 23 de Janeiro de 2009, na província de Luanda e, em seguida, espalhou-se sobre a vasta geografia angolana. Os resultados foram satisfatórios com redução de transmissor do vetor da malária o mosquito Anopheles eficazmente em tratamentos de 98,7% em criadouros.

 Dirigido pela indústria cubana empresa laboratórios biológicos farmacêutica (LABIOFAM), o plano de combate vetorial têm desenvolvido acções importantes, como a elaboração de um mapa de Entomologico do sistema de alerta precoce, dependendo os riscos de cada área.

(Cubaminrex-PL) 2011

OS DADOS:

181 casos em 2012 contra quatro mil e 398 casos diagnosticados em 2011

Huambo: Programa anti-larval permite redução de casos de malária na Caála

Caála – O programa de combate anti-larval implementado desde 2008 até Março deste ano no município da Caála, província do Huambo, permitiu reduzir consideravelmente os casos de malária, informou hoje, quinta-feira, o chefe de repartição de saúde, Albino Ndumbi Ernesto.

De Janeiro a Março deste ano, foram registados nas unidades sanitárias do município da Caála, situado a 23 quilómetros a oeste da cidade do Huambo, apenas 181 casos de malária contra quatro mil e 398 casos diagnosticados em 2011.

De acordo com o chefe de Repartição da Saúde do Município da Caála, Albino Ndumbi Ernesto, no primeiro trimestre as unidades não registaram mortes por malária, enquanto em 2011 apenas houve uma morte em consequência desta doença.

A execução deste programa de combate da malária desenvolvida em parceria com a cooperação cubana impediu a proliferação dos mosquitos causadores da malária em escala maior, através da eliminação de charcos e focos de águas paradas.

Actualmente, os agentes sanitários no município da Caála estão preocupados com as doenças respiratórias, diarreicas e mal nutrição, que se registam com frequência e a maior causa da mortalidade infantil.

379 casos de malária em 2011, contra os 11.589 casos em 2012 detectados em idêntico período do ano anterior.

Huambo/ Programas de combate à malária estão a surtir efeito desejado no Longonjo 

 

Longonjo – O chefe da repartição de saúde no município do Longonjo, Henriques Jamba Aurélio, disse hoje, quarta-feira, nesta circunscrição, 64 quilómetros da cidade do Huambo, que os programas em curso de combate à malária estão a surtir o seu efeito desejado, a julgar pela redução de casos da doença.

Neste município, segundo o responsável, em declarações à Angop, está a ser implementado o programa anti-larval, para exterminar o vector da malária, e a ser distribuído gratuitamente redes mosquiteiras às grávidas e crianças menores de cinco para se protegerem da picada dos mosquitos enquanto estiverem a dormir. 

Disse que estes dois programas estão a ser complementados com a realização de palestras nas comunidades, sobre as formas de prevenção da malária e a importância de manter o saneamento básico em condições, bem como a utilização de redes mosquiteiras.

Henriques Jamba Aurélio informou que durante os primeiros quatro meses deste ano as autoridades sanitárias locais diagnosticaram 379 casos de malária, contra os 11.589 casos detectados em idêntico período do ano anterior.

Sublinhou que a contrário do ano transacto, em que a malária causou duas vítimas mortais, de Janeiro a Abril do corrente ano não se registou qualquer morte intra-hospitalar causada pela doença.

“Notamos nos primeiros quatro meses do ano uma redução acentuada da malária, mas nem com isto estamos satisfeitos. Vamos continuar a intensificar as nossas acções, pois pretendemos reduzir para zero a taxa de prevalência desta doença”, frisou.

O município do Longonjo, com uma densidade populacional estimada em 67 mil habitantes, possui onze unidades sanitárias, sendo um hospital municipal, um centro materno infantil, três centros comunais e seis postos de saúde. As doenças diarreicas e respiratórias agudas são as mais frequentes nesta circunscrição.

Redução de dois mil casos, entre 2010 e 2011.

Combate à malária / Autoridades do Bengo registam resultados satisfatórios 

 

Caxito – As campanhas de sensibilização da população para prevenção, o trabalho de pulverização com insecticidas de charcos de água e de residências em diversos bairros, aldeias e povoações estão a dar resultados satisfatórios na luta contra a malária, na província do Bengo.

A informação foi prestada nessa quarta-feira à imprensa, em Caxito, pelo oficial provincial do programa de luta contra a malária, Alberto Kalupeteka, que disse terem registado uma redução de dois mil casos, entre 2010 e 2011.

Explicou que, na província do Bengo o quadro epidemiológico da malária está cada vez mais controlado em relação aos últimos cinco anos, fruto do engajamento de todos os parceiros, do programa local anti-larval, bem como da distribuição de mosquiteiros impregnados com insecticida.

O responsável explicou que em 2011 foram registados 89 óbitos causados por malária, contra 170 casos ocorridos em 2010, tendo apontado Nambuangongo, Dande, Bula Atumba e Pango Aluquém como os municípios com maior número de casos da doença.

Segundo Alberto Kalupeteka, 19 mil e 500 mosquiteiros foram distribuídos a crianças dos zero aos cinco anos e às grávidas, no quadro do programa de combate à malária.

O programa de luta contra a malária continuará a trabalhar na mobilização das comunidades sobre os cuidados e prevenção que devem ter com a doença, no sentido de os casos da doença continuarem a reduzir em toda a extensão da província do Bengo.

Cinquenta e oito mil e 47 casos em 2011 contra 67 mil e 950 casos em 2012

Mortes por malária diminuem em Cabinda 

 

Cabinda – Cinquenta e oito mil e 47 casos de malária foram registados de Janeiro a Julho deste ano, dos quais 83 resultaram em óbito, o que representa uma diminuição em comparação com igual período do ano transacto em que foram registados 67 mil e 950 casos, com 205 óbitos. 

Em declarações hoje (quinta-feira) à Angop, a supervisora provincial em exercício do programa de controlo da malária, Angelina Nunes, afirmou que as crianças dos zero a cinco anos são as mais afectadas.

Realçou que apesar da província localizar-se numa região endémica de malária, a diminuição dos casos deve-se à implementação da nova terapia anti-palúdica com base no coartem.

“Houve uma sequência de seminários na província, para o pessoal médico e enfermeiros que estão a fazer um trabalho mais condigno em relação à patologia da malária, bem como a brigada anti-larval que já fez o levantamento a nível dos municípios“, enfatizou.

Acrescentou que concorre igualmente para a redução de casos da malária,  na região, o programa de acompanhamento das grávidas a partir das consultas pré-natal e o uso de mosquiteiros impregnados.

A fonte garantiu haver fármacos suficientes para o combate da malária, aconselhando contudo a população para a cultura de se proteger com o mosquiteiro, tendo em vista a chegada da época chuvosa.

Apesar de a maior causa de mortalidade na província agora ser o sarampo, o município de Cabinda regista o maior número de casos de malária, devido ao elevado índice populacional e porque alguns casos que se registam no interior são tratados na sede provincial.

Kwanza Norte

Projecto integrado de combate permite redução da malária 

 

Ndalatando – Uma campanha de pulverização residual e intra-domiciliar, desenvolvida, no âmbito do “projecto integrado de combate à malária e tripanossomíase”, pelas autoridades sanitárias da província do Kwanza Norte, permitiu reduzir o índice de mortalidade por malária nas unidades hospitalares locais, de 203 óbitos, em 2010, para 163, em 2011.

A informação foi avançada hoje, em Ndalatando, pela directora da Consaude, empresa responsável pela execução do projecto, Paula Figueiredo, durante um encontro que serviu para a apresentação dos resultados do projecto.

No âmbito da sua implementação, foram pulverizadas 13 mil 973 residência e realizadas 152 pulverizações extra domiciliares, 127 palestras nas comunidades e distribuídos 10 mil 937 folhetos que ilustram os cuidados a ter com a saúde nas comunidades, abrangendo 397 mil e 627 beneficiários nos 10 municípios da província, esclareceu.

25 de Abril, 2012

As autoridades sanitárias angolanas prevêem iniciar, a partir de 2015, o processo de pré-eliminação da malária, a doença tropical que mais óbitos provoca no país.
O coordenador do Programa de Luta contra a Malária explicou ontem à imprensa, em Luanda, que a probabilidade de Angola iniciar o processo de pré-eliminação da doença reside na contínua redução de casos da doença.

 

 FONTES:

  • ANGOP
  • PL
  • JORNAL DE ANGOLA
  • OMS SITE
  • LABIOFAM SITE
  • MINREX SITE
  • CUBADEBATE
Categories: ÁFRICA, CUBA - ÁFRICA, TERRORISMO VS CUBA | Etiquetas: , , , , | Deixe um comentário

Navegação de artigos

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

Create a free website or blog at WordPress.com.