#África detém maior audiência de transmissão de radiodifusão em ondas curtas (#Angola #Radio #ÁfricaSubsariana #Cuba)

Fonte: Angop

O continente africano detém as maiores audiências do mundo nas transmissões internacionais de ondas curtas, disse hoje, em Luanda, o director do Gabinete de Quadros dos Serviços Auxiliares do Presidente de República, Aldemiro Vaz da Conceição.

O responsável, que apresentou a oração de sapiência no II Congresso de Radiodifusão em Angola, organizado pela Universidade Independente de Angola, fez saber que a falta de recursos financeiros, frequentes avarias, cortes de energia eléctrica, escassez de peças de reposição e outras situações que o continente enfrenta enfraquecem o desempenho destes sectores.

Para o responsável, existem grandes diferenças entre as rádios privadas e as controladas pelos Estados e com alcances diferentes. “As estações de rádios independentes em África são classificadas em cinco tipos, dentre eles há as totalmente comerciais, as religiosas e as rádios comunitárias.

Na África Subsariana a radiodifusão ainda depende muito das ondas curtas para alcançar o maior número de população, que constitui uma característica de transmissão no continente africano.

“Com excepção da África do Sul, todos os países africanos usam ondas curtas, apesar de ser passível de interferência. Assim os aparelhos vendidos no continente têm bandas em ondas curtas e sintonizam canais internacionais nestas mesmas ondas”, disse.

A primeira emissão radiofonicamente da África ocidental britânica foi feita através de transmissão com fio, na Serra Leoa, em 1934, na Costa do Ouro (actual Gana), na Rodésia do Norte (actual Zâmbia), onde as estações de rádio difundiam notícias em línguas nacionais, tendo em conta o contexto da guerra fria.

A rádio se desenvolveu-se rapidamente em outras partes de África, devido a guerra fria, como no Congo e na República Democrática do Congo, bem como no Senegal, sendo que depois da guerra este meio tornou-se veículo da política oficial britânica.

Estes serviços serviam, todavia, para informar, educar e entreter em que alguns deles desempenharam um papel importante na consolidação da radiodifusão em nações como a Nigéria, Malawi, Zâmbia e na Tanzânia.

Já nas colónias francesas a política era diferente, a par dos territórios britânicos em que a difusão era em línguas africanas, estes difundiam em francês fazendo transparecer que estes territórios fossem uma extensão de França.

Na década de sessenta, disse, com quase todas as independências nacionais, todos países africanos tinham uma estação de rádio.

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