#Maduro registra sua candidatura para eleições na #Venezuela (#hugochávez #eleições #AssembleiaNacional #capriles)

Fonte: Prensa Latina

O presidente encarregado da Venezuela, Nicolás Maduro, registrou sua candidatura ante o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), com vista às eleições de 14 de abril próximo, precisou a PL.

Dessa maneira, Maduro tornou oficial sua candidatura pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) para as eleições presidenciais convocadas, após o falecimento do mandatário Hugo Chávez, em 5 de março passado.

“Não sou Chávez, mas sou seu filho e todos juntos, o povo, somos Chávez”, disse Maduro ao inscrever-se ante a presidenta do CNE, Tibisay Lucena.

O presidente encarregado ratificou a aposta pelo Programa da Pátria, para o período 2013-2019, proposta governamental do líder bolivariano.

Ante a sede do CNE, milhares de seguidores se concentraram para acompanhar o registro de Maduro, que assegurou que virá para o país um tempo de liberdade, democracia, dignidade, independência e “toda uma vida de combate” por Hugo Chávez.

Maduro confirmou que a nação avança “rumo ao socialismo” e exortou os venezuelanos a manterem “a paz”, ante as provocações de uma minoria que “sempre desprezou o povo”.

Em nome da Direção Político-Militar da Revolução, o candidato socialista chamou a que não haja “nem um minuto de silêncio” pelo comandante Chávez, mas sim “um milhão de séculos de combate”.

Ainda, denominou Hugo Chávez o comando de campanha que dirigirá o bloco bolivariano, nas eleições de 14 de abril. E informou que Cilia Flores sai do cargo de procuradora-geral da República para assumir a secretaria executiva do comando de campanha, e que o responsável pela equipe de proteção do voto e planos de contingência será o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello.

No marco da cerimônia, Maduro juramentou aos membros do comando, frente ao povo presente.

Por seu lado, o jornalista José Vicente Rangel assinalou que a vitória nas eleições presidenciais de 14 de abril próximo é o melhor tributo que se pode render ao comandante Hugo Chávez, segundo a agência Prensa Latina.

Rangel destacou o registro de Maduro como candidato de uma dezena de organizações que conformam o Grande Polo Patriótico.

As eleições presidenciais foram convocadas pelo CNE, cumprindo as normativas constitucionais, após o falecimento do presidente Chávez, em 5 de março.

Maduro se enfrentará nas eleições presidenciais ao líder opositor, Henrique Capriles Radonski, governador de Miranda e aspirante pela Mesa da Unidade Democrática (MUD), que registrou sua candidatura mediante um representante de sua equipe de governo.

PRESIDENTE ENCARREGADO FAZ APELO À PAZ, ANTE DECLARAÇÕES DE HENRIQUE CAPRILES

O atual governador de Miranda, Henrique Capriles — a quem Hugo Chávez venceu nas eleições de outubro — tornou oficial, no domingo 10 de março, que representará, mais uma vez, a Mesa da Unidade Democrática, da direita.

Capriles confirmou a aceitação da candidatura da oposição nas eleições e lançou ataques ao presidente encarregado e candidato, Nicolás Maduro, acusando-o de mentir e de usar a dor dos seguidores do presidente Hugo Chávez.

“Tudo isto que está acontecendo, tudo isto estava friamente calculado, quando iam fazer as eleições, cronograma de tudo o que era o processo eleitoral…”, disse Capriles.

Ainda, acusou Maduro de receber “cursos de atuação em Cuba” e perguntou se “serão sinceras essas lágrimas”.

“Nicolás mentiu a este país durante os últimos meses”, indicou Capriles acusando-o de “brincar com a esperança” dos venezuelanos e de levar semanas em campanha.

Carriles também lançou diatribes contra instituições venezuelanas, como o Tribunal Supremo de Justiça, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e as Forças Armadas, assim como contra a memória do falecido mandatário venezuelano e sua família.

“Caiu sua máscara de tolerante e democrata — respondeu o presidente encarregado da Venezuela, Nicolás Maduro, poucos minutos depois — para mostrar sua cara de fascista e o ódio dos sobrenomes da oligarquia”.

O presidente encarregado referiu que as declarações de Capriles buscam provocar violência e manchar de sangue e morte “uma vitória que está dedicada ao comandante Chávez, neste 14 de abril”.

A alocução do atual governador de Miranda — assegurou — “marca o dia do afundamento total deste personagem triste, que não pode dissimular em seus olhos a derrota”.

Maduro chamou o povo a não cair nessas provocações. “Não é a hora da vingança nem do ódio, é a hora da paz”, afirmou.

A família do comandante Hugo Chávez — precisou — se reserva o direito de empreender ações judiciais contra as difamações de Capriles.

Por outro lado, Maduro referiu que na sexta-feira, 15 de março, o caixão de Chávez será transferido para o histórico Quartel da Montanha, de onde Chávez, na época tenente-coronel, comandou as ações de 4 de fevereiro de 1992.

Ainda, adiantou que a Assembleia Nacional aprovará uma emenda à Constituição — que deverá ser ratificada depois, pelo povo, em um referendo — para levar Chávez ao Panteão Nacional, junto do libertador Simón Bolívar, tal como exige o povo nas ruas.

Entretanto, o escritório de Chávez, no Palácio de Miraflores, assim como outros espaços que utilizava o falecido mandatário, serão convertidos em museus.

MADURO LEVARÁ PROGRAMA DE CHÁVEZ ÀS ELEIÇÕES

Quando Maduro chegou à esquina da rua Jesús Faría, em Caracas, para participar do congresso do Partido Comunista Venezuelano (PCV), o esperavam centenas de pessoas, coreando em uníssono “Com Chávez e Maduro, o Povo está seguro”.

Estas manifestações de apoio popular foram se repetindo, em distintas formas, ao longo do país todo. Desde um importante setor dos empresários até os próprios militantes do PCV deram seu apoio ao candidato do Partido Socialista Unido da Venezuela — o homem escolhido por Chávez para continuar com a Revolução Bolivariana— para as eleições presidenciais que terão lugar no próximo 14 de abril, segundo o mandato do CNE.

Maduro assegurou que apresentará, ante as autoridades eleitorais — para o registro oficial de sua candidatura — o programa da Pátria de cinco pontos, o mesmo plano de Governo apresentado, há nove meses, pelo falecido mandatário Hugo Chávez.

Categories: POLÍTICA, Relações Países América Latina, SOCIEDADE | Etiquetas: , , , , | Deixe um comentário

Navegação de artigos

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

Site no WordPress.com.

%d bloggers like this: