Este #Congresso transcenderá por sua contribuição ao presente e ao futuro de nossa #imprensa (#UPEC #CUBA )

 

CONVICTO de que transcenderá por sua contribuição ao presente e ao futuro de nossa imprensa, Miguel Díaz-Canel, membro do Bureau Político do Partido e primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, encerrou no domingo, 14 de julho, o 9º Congresso da União dos Jornalistas de Cuba (UPEC).

Ao começar suas palavras, transmitiu uma saudação do general-de-exército Raúl Castro Ruz à UPEC, por ocasião de completar, na segunda-feira, 15 de julho, seu 50º aniversário e entregou à nova presidência um diploma de reconhecimento, assinado pelo primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros.

  Díaz-Canel qualificou o encontro de magnífico e de empolgante o momento em que foi homenageado um grupo de personalidades ligadas ao jornalismo revolucionário, e em sua opinião em tais referências estiveram presentes, de maneira permanente, José Martí, o líder histórico da Revolução, Fidel Castro e Raúl.

  Ainda, ressaltou a magnitude do livro Revolución, socialismo, periodismo. La prensa y los periodistas cubanos ante el siglo XXI (Revolução, socialismo, jornalismo. A imprensa e os jornalistas cubanos ante o século XXI), do falecido jornalista e ex-Decano da Faculdade de Comunicação Social da Universidade de Havana, Julio García Luis, lançado na sessão final da cita, “o qual — disse — reflete tudo aquilo que temos estado discutindo aqui, oferece soluções para o que temos estado examinando e deve ser livro de estudo para os jornalistas e dirigentes da imprensa e do Partido”.

  Díaz-Canel parabenizou a nova direção da UPEC, liderada por Antonio Moltó, que tem a desafiante e necessária missão de conseguir o aperfeiçoamento da imprensa, de acordo com as atuais exigências da sociedade, do povo, para assim contribuir a atingir um socialismo próspero e sustentável.

  A seguir, reiterou que este congresso, necessário e oportuno, teve um caráter revolucionário e transcenderá não só pelos debates, iniciados a partir da base, mas sim pela contribuição ao presente e ao futuro de nossa imprensa, pelo qual propôs iniciar um trabalho sistemático para a transformação e o aperfeiçoamento dela.

  Díaz-Canel explicou que a Comissão do Bureau Político que atende a implementação e o desenvolvimento das Diretrizes da Política Econômica e Social criou um grupo de trabalho que, a partir do mês de abril, trabalha no design de uma política comunicacional do Estado e do governo, incluídos os meios de comunicação.

  Trabalha-se no diagnóstico dos problemas que afetam a comunicação social e na redação de suas normas jurídicas, e nesse grupo se encontra a UPEC.

  Ao mesmo tempo, aprofundou que outros grupos estudam a entrega de meios e as necessidades da imprensa, os problemas associados à Internet e a conetividade dos meios e os jornalistas, o acesso à web, a distribuição da imprensa e os sinais de rádio e televisão, entre outros assuntos.

  Manifestou que se trabalha no planejamento para o ano 2014 e se pôs ênfase em que não fiquem necessidades sem serem incluídas, as quais irão sendo resolvidas paulatinamente, de acordo com as possibilidades materiais do país. Informou que foi criado um grupo assessor, formado por destacados profissionais, e o Observatório da imprensa, “com o objetivo de avaliar semanalmente a qualidade, e se discutem de maneira franca os problemas, um método de trabalho que é preciso levar ao resto das províncias e a cada um dos meios”, precisou.

  Díaz-Canel se referiu, ainda, às insatisfações manifestas nos debates com as fontes de informação à imprensa e suas responsabilidades e as soluções que devem existir neste sentido, não só em nível de país, mas também das províncias e municípios. Sublinhou a vigência dos Objetivos de Trabalho aprovados durante a Primeira Conferência Nacional do Partido e a resolução aprovada no ano 2007 pelo Bureau Político para elevar a eficácia informativa dos meios da imprensa.

  “O que nos falta para alimentar o desejo de melhorar a imprensa e torná-la mais virtuosa é o diálogo. Creio na polêmica, em tudo aquilo que possamos discutir, em um ambiente de respeito e compreensão”, pelo qual fez um apelo à UPEC para contribuir a esse propósito.

  Opinou que a ampla discussão que teve lugar no Congresso não se deteve nos avanços da organização e do setor, pois predominou o espírito da crítica, da insatisfação e também o pensamento coletivo, inteligente, com a paixão da verdade.

  Assinalou que dois excelentes trabalhos apresentados no encontro pelos jornalistas Rosa Míriam Elizalde e Raúl Garcés revelam os problemas que temos, mas vistos a partir da ciência. E considerou que é preciso dar uma focalização científica à imprensa e criar uma cultura respeito à qualidade.

  Louvou as contribuições indiscutíveis da imprensa ao processo revolucionário, norteada aos sentimentos e necessidades do povo, que tem como virtude ter denunciado as campanhas imperialistas, dos inimigos internos e externos, além de ser uma imprensa latino-americana e do terceiro mundo.

  Confia-se muito na imprensa cubana e se precisa dela para construir um socialismo próspero e sustentável, e não faltou a credibilidade da população, que acode a ela para resolver ou denunciar qualquer problema, mas a sociedade necessita mais e exige mais, pelo que temos que aperfeiçoá-la.

  Antes se falava da imediatez, mas esta é uma imprensa em tempo real, portanto é preciso mudar a mentalidade, os conceitos.

  Estamos em um mundo cheio de mitos e hipocrisia, no qual se fala de democracia, de liberdade de imprensa, e nada disso faz sentido em um mundo de hegemonismo, de espionagem, de ameaças de guerra, de fome, de analfabetismo.

  “Não creio que estejamos discutindo os mesmos problemas ou temas que noutros congressos, pois hoje são os mesmos temas, mas os problemas são diferentes”. E pôs como exemplo a superação dos jornalistas, com vários doutores e masters formados nos últimos anos.

  Temos que apoiar-nos em um grupo de princípios da imprensa cubana, extraídos do pensamento martiano e de Fidel, acerca do exercício da crítica responsável, mas de acordo com as concepções do líder histórico da Revolução cubana quanto ao uso da Internet e as tecnologias da informação e as comunicações, entre outras.

  Conclamou a orientar a imprensa aos problemas da população, que são também do Partido e do Governo, e trabalhar sempre “em busca da beleza e a riqueza espiritual, conjugar o econômico com os sentimentos, com o cultural, o tema do meio ambiente, o histórico, buscar qualidade e ética em tudo aquilo que fazemos”, sentenciou o primeiro vice-presidente cubano.

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2 thoughts on “Este #Congresso transcenderá por sua contribuição ao presente e ao futuro de nossa #imprensa (#UPEC #CUBA )

  1. Republicou isso em OlheCuba .

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  2. danitobr

    Republicou isso em Danito BR – Cuba SI ! .

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