Esta continua sendo uma revolução de jovens, como éramos em 26 de julho de 1953 (#Cuba #26dejulho #quartelMoncada #RaúlCastro #Revolução #furacãoSandy)

Esta continua sendo uma revolução de jovens, como éramos em 26 de julho de 1953, afirmou o general-de-exército Raúl Castro Ruz, nas palavras centrais do ato nacional pelo 60o aniversário do ataque aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes. O primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros dirigiu esta mensagem às novas gerações, às quais definiu como o necessário substituto histórico na condução da Revolução e o socialismo.

“Jamais poderá descuidar-se a importância estratégica que tem preservar, acima de tudo, a unidade dos cubanos dignos”, ressaltou Raúl.

Em apertada síntese, elogiou a transcendência da gesta do Moncada no desenvolvimento da última etapa libertária, a vitória de 1959, e as radicais medidas adotadas pelo Governo Revolucionário, baseadas no programa referendado em A história me absolverá.

Salientou, ainda, que a Geração do Centenário foi ao Moncada defender a ideia de uma Revolução internacionalista, como se cumpriu após o triunfo de janeiro de 1959.

Como mostra desses laços de solidariedade e irmandade que nos unem aos países da América Latina e o Caribe, foram as palavras expressas no ato pelos presidentes Nicolás Maduro, da Venezuela; José Mujica, do Uruguai; Evo Morales, da Bolívia e Daniel Ortega, da Nicarágua; os primeiros-ministros Roosevelt Skerrit, da Dominica; Baldwin Spencer, de Antígua e Barbuda; Ralph Gonsalves, de São Vicente e as Granadinas e Kenny Anthony, de Santa Lúcia; assim como o chanceler equatoriano Ricardo Patiño.

Os oradores ressaltaram a influência da Revolução cubana na luta dos países da região por suas reivindicações sociais e democráticas; manifestaram seu agradecimento a Fidel, Raúl e ao povo da Ilha por seu desprendimento solidário; condenaram o bloqueio norte-americano e reclamaram a exclusão da maior das Antilhas da lista das nações terroristas.

No discurso conclusivo, o presidente cubano agradeceu aos governos que ofereceram seu apoio imediato à recuperação das províncias mais prejudicadas pelo furacão Sandy, em outubro de 2012.

Colocou como exemplo a própria Santiago de Cuba, a qual, graças também a essa contribuição solidária, transita “para se converter numa cidade bela, higiênica, ordenada e disciplinada; à altura de sua condição de heroína e berço da Revolução”.

À celebração do Dia da Rebeldia Nacional assistiram participantes do assalto ao quartel Moncada e o Carlos Manuel de Céspedes, o Herói da República de Cuba René González, familiares dos Cinco lutadores antiterroristas, brigadas internacionais de solidariedade com a Ilha, e dez mil moradores de Santiago, representando o povo cubano.

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