Falecio Manuel Pedro Pacavira, deputado e histórico do MPLA.

 

O deputado e histórico do MPLA Manuel Pedro Pacavira, falecio segunda-feira, em Lisboaingressou nas fileiras do MPLA no momento da sua fundação, em 1956, e coordenou vários grupos de patriotas dos mais diversos estratos sociais, além de integrar a primeira Comissão Directiva do Movimento Popular de Libertação de Angola, então coordenada pelo Presidente Agostinho Neto, o Fundador da Nação angolana.


Manuel Pedro Pacavira ocupou vários cargos na direcção central do MPLA e foi ministro dos Transportes e da Agricultura, além de embaixador residente em Cuba e na Itália. Foi também embaixador não residente na Nicarágua, México e Guiana, além de representante de Angola junto das Nações Unidas e junto de agências das Nações Unidas, como a FAO, PAM e FIDA. O embaixador de Angola na China.

Garcia Bires, considera Manuel Pedro Pacavira “uma das grandes figuras políticas de Angola, cuja história ficou marcada pela tenacidade e coragem com que defendeu e lutou pelos seus ideais e pelas profundas convicções políticas”.
Na mensagem, o embaixador lembra que Manuel Pedro Pacavira foi um “membro do movimento clandestino da luta de libertação de Angola e a sua abnegada ligação ao MPLA desde a primeira hora valeu-lhe o título de Combatente da Liberdade de 1º Grau e Combatente Político do Movimento Anti-colonial das ex-colónias portuguesas”.
Os trabalhadores do Ministério dos Transportes, instituição de que foi o primeiro a ocupar o cargo de ministro, também lamentaram a morte daquele que soube, com dedicação e empenho, dirigir o Ministério entre 1976 a 1978.  O ministro da Reinserção Social, João Baptista Kussumua, destacou as qualidades de Manuel Pedro Pacavira e envia, em nome próprio e dos demais funcionários do Ministério, condolências à família, à Assembleia Nacional e aos membros do Comité Central do MPLA.
No Cuanza Norte, província onde nasceu há 77 anos, entidades políticas, administrativas e a sociedade civil destacaram o papel de Manuel Pedro Pacavira enquanto nacionalista, político e escritor. Um livro de condolências foi aberto no Governo Provincial onde dirigentes, entidades religiosas, empresários e outros membros expressaram os seus sentimentos de pesar.  Em Portugal, a Embaixada de Angola também abriu um livro de consolências.

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