Vice-presidente do MPLA presta tributo a Fidel Castro.

29 de Novembro, 2016

O vice-presidente do MPLA, João Lourenço  rendeu ontem, em Luanda, homenagem ao líder da revolução cubana e escreveu no livro de condolências aberto na Embaixada de Cuba que a humanidade perdeu um grande combatente da liberdade dos povos, um dos maiores ícones  da política do século XX.

Na mensagem de condolências, o vice-presidente do MPLA refere  que Angola se verga  perante a  memória de Fidel Castro, por tudo que ele pessoalmente e o seu povo fizeram pela liberdade da América Latina, de África e de Angola, em particular. “Em meu nome próprio, do povo angolano e dos milhões de militantes do MPLA, manifestamos  sentimentos de profundo pesar por tão infausto acontecimento”, escreveu João Lourenço, lembrando o sangue derramado pelos internacionalistas cubanos em Angola. Além do vice-presidente do MPLA, prestaram  homenagem ao comandante Fidel Castro o secretário-geral do partido Paulo Kassoma, o secretário para Relações Exteriores, Mateus Paulo Julião “Dino Matrosse” e deputados. O vice-presidente do MPLA disse que a morte do líder cubano é uma grande perda para Angola e o mundo e lembrou que foi graças à ajuda dos internacionalistas cubanos que Angola conseguiu alcançar a Independência Nacional em 1975. João Lourenço escreveu  que a ajuda do povo cubano ao povo angolano não tem preço.

Embaixadora realça carácter

A embaixadora de Cuba em Angola afirmou que Fidel Castro era um pai muito querido, um paradigma da revolução, homem forte e de digno carácter.
Gisela Garcia realçou que Fidel era um homem de luta, que tudo fez para defender o seu povo. Por isso, deixou um legado muito forte para todos os cubanos, o de fazer o que deve ser feito para tornar Cuba um lugar cada vez melhor para se viver. “Neste mundo digno e solidário que Fidel sonhou e lutou durante anos, temos a nobre missão de transformar o seu sonho uma realidade”, disse João Lourenço.
A embaixadora cubana revelou  que, apesar da morte de Fidel Castro ter apanhado a todos de surpresa e abalar a população, isso não muda a linha de pensamento do povo cubano, porque Cuba é um país devidamente estruturado, bem organizado e possui um povo que sabe o que quer, como quer e para onde vai. “Porque acabamos de passar por um processo de conceptualização do socialismo cubano, que foi organizado pelo Partido Comunista de Cuba, em congresso, e que foi discutido em todas as bases pelo povo de Cuba, então o povo sabe exactamente o que fazer”, realçou.

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