A propósito do Dia Mundial da Luta contra a SIDA, o diretor Executivo da UNAIDS e Secretário-Geral Adjunto das Nações Unidas, Michel Sidibé revela em mensagem que “estamos solidários com os 78 milhões de pessoas que se infectaram com VIH e recordamos os 35 milhões que morreram desde que os primeiros casos de VIH foram relatados”.

Assinala como ganho o facto dos países estarem a entrar na via rápida (Fast-Track) quando mais de 18 milhões de pessoas estão agora a fazer tratamento salva-vidas para o VIH e muitos países estão a caminho de eliminar virtualmente a transmissão do VIH de mãe para filho. Refere que o mundo está a vencer a epidemia de SIDA, mas “não estamos a ver progresso em toda parte.

O número de novas infecções por VIH não está a diminuir entre os adultos, entre as mulheres particularmente sob o risco de infecção pelo VIH”. Recomenda portanto que “o sucesso que alcançamos até agora dá-nos esperança para o futuro, mas olhando para frente devemos nos lembrar de não ser complacentes. A SIDA não acabou, mas pode”. Para aquele responsavel, políticas fundamentais, desafios financeiros e de implementação permanecem, activos, todavia, “não devemos parar agora”.