Fusão do jazz com kuduro.

Fusão do jazz com kuduro em “The Coréon Experiment”

Coréon Dú lançou em 2010, o seu CD de estreia “The Coréon Experiment” com as participações de André Mingas, Filipe Mukenga, Filipe Zau, DJ Manya, Matias Damásio, Simmons Massini, Wyza, Heavy C, e Jeff Brown.

O CD “The Coréon Experiment” desdobra-se por vários géneros musicais que vão desde a pop music, semba, jazz, pop, funk, bossa-nova, e rock, passando pelo afro-beat, lounge e ritmos latinos.

Em 2011, Coréon Dú foi o responsável pela direcção criativa, selecção do repertório e produção executiva do CD “Marcas de Angola, angolan sound experience”. No CD “Marcas de Angola”, Coréon Dú interpretou os temas, “Kibolobolo” e “Felicidade”, a última um clássico do Kuduroda autoria do Sebem, inaugurando de forma revolucionária, um processo de introdução de harmonias típicas do jazz, num género musical essencialmente rítmico, o kuduro. Em “Kaputo muángolê”, Coréon Dú reviveu a época das canções da guerrilha do tempo do seu pai, José Eduardo dos Santos, quando integrado no agrupamento, “Nzaji”, durante o processo da luta anticolonial.
Coréon Dú lançou ainda, em 2015, a EP, “The We Dú experiment”, remixes do “The Coréon Experiment”, com canções inéditas, altura em que deu a conhecer a logomarca “Wedú- comunidade criativa”,  Coréon Dú.
“The We Dú Experiment” teve as participações de Phil Asher, Jerry Charbonier, Simmons Massini, Elias & Devina, Dj Satelite, Daniel Haaskman, Lenni Sez, Dj Mania, Dj Spooky e Luiz Brasil. O CD “Binário” surgiu em 2014, com os temas, “Infinitos”, “Amor robótico”, “Bailando Kizomba”,“Sexta-feira”, “Que paso”, “El amor esasí”, “It’snot ok”, “Round no round”, “La resbalosa”, “No mas”, com participação especial de Carlinhos Brown, “Tu cuerpo Llama”, e “You Could betheone”, surgindo depois o EP Binário Summer, em 2015.
Ilimitado nos géneros que cultiva Coréon Dú canta kuduro, pop, semba, quizomba e “house music”. “Não me limito a um género musical, porque a minha música tem mais a ver com o sentimento que quero transmitir. Reduzir-me a um género seria trair-me como artista”, explicou o artista em entrevista à revista “Visão”, na edição do dia 2 de Outubro de 2014.

 

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