Luanda ultrapassa os dois milhões de alunos matriculados em 2017.

Luanda terá neste ano letivo mais 104 novas salas de aula e mais de dois milhões alunos, dos quase 10 milhões matriculados em todo o país, anunciou hoje o governador da província de Luanda, general Higino Carneiro.

“Vimos acrescentado o número de mais salas de aulas, uma oferta de mais de 104 novas salas de aulas e por conseguinte um aumento geral de alunos matriculados”, anunciou o governador, durante a cerimónia oficial de abertura do ano letivo 2017, que tem início na quarta-feira.

Em 2017, as escolas de Luanda recebem mais um milhar de docentes, subindo o total de alunos matriculados para dois milhões e sessenta e três, só na província capital.

“Está em tratamento também a inserção de mil novos professores, o que diminuirá seguramente as dificuldades vividas no ano passado no que tange aos alunos que ficaram sem aulas por falta de professores”, assegurou Higino Carneiro.

O ano letivo 2017 compreende três trimestres que decorre de 01 de fevereiro a 15 de dezembro do corrente ano.

O ensino em Angola está dividido entre os níveis de educação pré-escolar (três meses a cinco anos de idade), ensino primário (1.ª à 6.ª classe), secundário (7.ª à 12.ª classe) e o ensino superior (que só inicia as aulas em meados de março).

Higino Carneiro apelou ao “rigor, disciplina e responsabilidade” como elementos estruturantes e lema que deve guiar o processo de ensino e aprendizagem em Luanda neste novo ano letivo.

“Mais rigor, mais disciplina, qualidade de ensino garantida é o lema que deve orientar as atividades letivas em 2017 a nível da província de Luanda”, insistiu.

Responsabilidade e ética no ato pedagógico foram também assinaladas pelo governador como necessárias para o “incremento de valores como a solidez intelectual aos alunos”.

O governador da capital angolana realçou igualmente na sua intervenção o papel desempenhado pelos pais e encarregados de educação e recomendou as escolas a reforçarem a parceira com as famílias, por considerar que ” não há educação com êxito sem famílias comprometidas e interessadas com a escola e pela escola”, disse.

Higino Carneiro instou ainda os administradores municipais e distritais a inscreverem nos seus projetos e programas locais as orientações da lei de base do sistema de educação.

“Assim, o apoio social do Estado no âmbito da lei base do sistema de educação relativamente aos materiais escolares, a merenda e a saúde escolar, sobretudo no ensino escolar e primeiro ciclo, devem se destacar entre outras na agenda dos projetos e programas a realizar a nível das administrações locais e distritais [distritos urbanos]”, apontou.

No âmbito do programa educação para todos, orientado também para o aperfeiçoamento e qualificação do corpo docente, 174 formadores receberam qualificação adequada em Luanda, ação que será depois multiplicadora, já que por sua vez “formarão outros 1.050 do ensino primário”.

01 de Fevereiro de 2017

 

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