Angola procura reforçar a cooperação com EUA em matéria de Defesa.

O ministro de Defesa, João Lourenço, inicia hoje uma visita oficial de três dias a Washington para reforçar as relações de cooperação com Estados Unidos.

Não é a primeira vez que se aborda este tema. No passado mês de março, Lourenço concedeu audiência à embaixadora norte-americana, Helena A Lime, duas vezes, e aproveitou o encontro para falar sobre as relações entre ambos países em matéria de Segurança e Defesa.

Ambos tiveram ocasião de visitar a Base Naval, e de analisar a participação das tropas angoleñas no exercício conjunto “Obangame Express”.

O exercício militar “Obangame Express 2017”, que se desenvolveu durante o mês março, tem posto a prova a capacidade das forças marítimas em operações navais, com o objectivo de aumentar a capacidade e agilidad dos países do Golfo de Guiné na luta contra as ameaças na região.

Além de Angola, participaram Cabo Verde, Costa do Marfim, Ghana, Togo, Benín, Camarões, Nigéria, Gabón, Santo Tomei e Príncipe, República Democrática do Congo, República do Congo, Senegal, Guiné Conakry e Serra Leoa.

UM SÓCIO ESTRATÉGICO
Faz dois anos, Angola em associação com Estados Unidos e Itália, acolheu em Luanda a conferência internacional sobre Segurança Marítima e Energética. Foi o primeiro passo para estreitar laços com Norteamérica em pró de um interesse comum baseado na segurança e a estabilidade.

 Quando A Lime visitou as instalações militares em Luanda, também pôde verificar como funciona o centro de comunicações que assegura o trabalho conjunto dos países da região do Golfo de Guiné na luta contra a piratería, a pesca e a imigração ilegal e também para manter a segurança na região.

Angola e Estados Unidos assinaram em 2010 um acordo para a criação de uma comissão bilateral que, baixo o título “Diálogo de Associação Estratégica”, pretende elevar as relações entre Luanda e Washington a um nível mais elevado.

Angola converteu-se no terceiro país africano com o que Estados Unidos tem o que Washington chama uma “associação estratégica”. Os outros dois são África do Sul e Nigéria.

Também não deve-se esquecer que Angola foi, no ano passado, o oitavo provedor de petróleo a EUA, e que Washington considera que Angola ocupa uma posição geográfica importante de acesso a África Central e Austral, e também por sua proximidade ao Golfo de Guiné.

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