CONHEÇA ALGUMAS RAINHAS AFRICANAS.

 Hoje, dia 31 de Julho, celebra-se o Dia da Mulher Africana em todo o continente. Por este motivo, o SAPO fez uma pesquisa sobre as mulheres de África que decidiram lutar pelo seu reino e com audácia se tornaram rainhas do seu povo.

Mulheres africanas

Cleópatra, VII Rainha do Egipto

 A mais famosa das sete matriarcas com este nome, Cleópatra subiu ao trono quando tinha dezassete anos. A jovem rainha é frequentemente retratada de forma errada como uma caucasiana (raça branca), porém, ela tinha ascendência grega e africana. Dominava vários idiomas diferentes e vários dialectos africanos, ela foi um importante instrumento além das fronteiras do Egipto.

Nandi,  Rainha da Terra Zulu (1778 – 1826)

O ano era 1786. O rei da terra Zulu era jubiloso. Sua esposa, Nandi, tinha dado à luz o seu primeiro filho, que eles chamaram Shaka. Mas as outras esposas do Rei, que era ciumento e frio, o pressionaram a banir Nandi e o jovem menino para o exílio. Nehanda, Guerreira do Zimbábue

Nascida numa família religiosa, Nehanda exibiu uma liderança notável e habilidades organizacionais, tornando-se uma das líderes religiosas mais influentes do Zimbábue. Quando os colonos ingleses invadiram o Zimbábue, em 1896, e começaram a confiscar a terra e o gado, Nehanda e outros líderes declararam guerra.

Rainha Amina Mohamud (Nigéria, 1533)

Amina foi uma rainha guerreira muçulmana Hausa de Zazzau, no que é hoje o centro norte da Nigéria. Ela é tema de muitas lendas, mas é amplamente considerada pelos historiadores como tendo sido uma verdadeira governante. Um mito popular diz ainda que Amina era uma guerreira feroz. Ela evitou o casamento e, em vez disso, ajudou o guerreiro Zazzau a conquistar tribos vizinhas e a tornar-se o centro do comércio norte Africano.

Nzinga Mbandi, Rainha da Angola (cerca de 1580-1663)

Também conhecida como Ginga, Singa, e Zhinga, liderou uma revolta contra o governo colonial português, depois de uma briga sobre o controlo do comércio de escravos. Dois de seus líderes de guerra foram, supostamente, as suas irmãs. O seu conselho de assessores continha muitas mulheres e as mulheres foram chamados para servir no seu exército. Nzinga formou uma confederação de outras tribos e aliou-se aos holandeses, continuando a lutar contra os portugueses por mais de trinta anos.

A rainha Dowager Rosalie Gicanda (1928 – 20 de abril de 1994)

Era a esposa do Rei Mutara III, do Ruanda. Depois de o seu marido ter morrido em circunstâncias misteriosas, em 1959, a monarquia ruandesa durou apenas mais dois anos, sob a liderança de Mwami Kigeli V. No entanto, a Rainha continuou a morar em Butare, na província de Butare.

Rainha Idia

Era a mãe de Esigie, o Oba de Benin, que governou de 1504 a 1550. Ela desempenhou um papel muito importante na ascensão e reinado de seu filho. Ela foi uma forte guerreira que lutou incansavelmente antes e durante o reinado de seu filho como o Oba (rei) do povo Edo.

Rainha Mãe Yaa Asantewaa (c. 1840-17 de Outubro de 1921)

Yaa Asantewaa foi a rainha-mãe da tribo Edweso do Asante (Ashanti), que é actualmente o Gana. Ela era uma lutadora excepcionalmente corajosa que, em Março de 1900, levantou e liderou um exército de milhares contra as forças coloniais britânicas no Gana.

 

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