Cuba a um passo de sua vacina heptavalente contra pneumococos.

E todo isso apesar do Bloqueio de Estados Unidos contra a ilha.
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Por Nayara Tardo Azahares.

Havana, 24 jan (Prensa Latina) Uma nova vacina eficaz contra pneumococos, com sete conjugados contra os sorotipos mais frequentes do agente patogênico, estará no próximo ano no mercado, asseguraram hoje aqui os líderes da pesquisa.
Desenvolvida pelo Instituto Finlay, o injetável heptavalente estará registrado sob a marca comercial Quimi-Vio e chegará a todas as províncias cubanas, explicou à Prensa Latina Dagmar García, diretora de Pesquisas da entidade.

Este patogênico é o causante principal de pneumonia e meningite bacteriana nas crianças. No mundo existe este medicamento, mas em Cuba não está disponível por elementos associados aos altos preços, explicou.
García explicou que a demonstração clínica para este fármaco tem sido diferente da enfrentada pelo país em casos anteriores.

É que depois de realizar a fase de avaliação pré-clínica, em animais de laboratório, começaram os ensaios em humanos para demonstrar a segurança do produto, destacou.

 

Tais ensaios foram desenvolvidos desde 2014 na central província de Cienfuegos, onde se têm imunizado mais de cinco mil crianças compreendidas entre um e cinco anos de idade. De fato este é o grupo etário onde primeiro se introduzirá a vacina em Cuba, pontuou.

Como parte da metodologia investigativa, que incluiu o central Hospital Pediátrico Juan Manuel Márquez, também se incorporou no ensaio lactantes entre dois e três meses.

Esta estratégia demonstra a segurança do produto, e a importância de sua introdução no país como um exemplo de integração entre a indústria biotecnológica cubana e o sistema nacional de saúde, explicou também à Prensa Latina Darielys Santana, Coordenadora Geral do Projeto.

Quimi-Vio se somará então ao esquema cubano de vacinação infantil, que inclui já 10 vacinas contra 13 doenças, entre elas a difteria, o sarampo, a caxumba, a rubéola e a coqueluche. Alguns dos injetáveis também são produzidos na ilha, como a desenvolvida contra a hemofilia, a hepatite B e a pentavalente.

Estes resultados serão apresentados ante a comunidade científica reunida no XXVIII Congresso de Pediatria que inicia hoje no Palácio de Convenções nesta capital.

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