Cuba, farol de lutas sociais do mundo, afirma estudante de Chade.

Toda a verdade do mundo nessa frase de um africano.

Apoiar Cuba hoje significa defender a esperança de que sim, podemos alcançar uma sociedade com igualdade de direitos para todos, afirmou aqui o estudante de medicina Hassan Moussa Mahamat, procedente de Chade.
Mahamat, que participa na Décima brigada estudantil internacional de solidariedade a Cuba, assegurou à Prensa latina que a nação caribenha é exemplo de camaradagem e apoio a outros países que requeiram, sem interesses ocultos algum, ainda que com suas dificuldades econômicas.

Enfatizou que o governo e o povo da maior das Antilhas enviam a lugares necessitados recursos humanos como médicos, enfermeiros, professores (…), e medicamentos, ‘e isso não é feito por todos os países, inclusive os mais ricos’, dimensionou.

De igual modo, ressaltou, Cuba oferece a milhares de jovens, como ele, a possibilidade de estudar gratuitamente uma carreira universitária, que em suas nações são impossibilitados de acessar pela procedência humilde de suas famílias e o alto custo dos estudos.

Ademais, agradeceu infinitamente que esta ilha lhe abrisse suas portas há seis anos para assim conhecer que é ‘um formoso país, cheio de possibilidades para todos’, algo que os Estados Unidos e seus aliados em sua guerra contra a Revolução cubana tentam tergiversar com falsas realidades, argumentou.

Aqui prima a tranquilidade, a paz, o trabalho, a alegria e a solidariedade dos cubanos, acrescentou.

Tais motivos, ratificou, impulsionam nosso governo e povo a estarem ao lado de Cuba, sua Revolução e sua luta por defender sua soberania e independência.

‘Chade respalda sempre na ONU a resolução cubana contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto e recrudescido pela administração de Washington, e apoia o reclame dos cubanos pela devolução do território ocupado ilegalmente pelos Estados Unidos na província de Guantánamo com a base naval’, afirmou.

Por último, opinou, a ilha demonstra o caráter democrático de seu processo revolucionário com a consulta popular que começou em 13 de agosto para a renovação da Constituição da República.

‘É um grande passo, no qual está envolvida também a juventude, a que futuramente seguirá conduzindo esta Revolução, farol e guia das lutas justas do mundo’, enfatizou Hassan Moussa Mahamat.

Desde o dia 16 de agosto, os integrantes da brigada estudantil internacional protagonizam um programa de atividades que inclui trabalhos voluntários na agricultura, intercâmbios com seus homólogos da ilha, bem como eventos culturais com a arte de suas nações.

 

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