Somos isso, Cubanas.

No dia 23 de agosto, celebra-se em Cuba o 58º aniversário da “FEDERAÇÃO” da Mulher Cubanas.

E quão bonita sua escolha, quanta história linda seria escrita a partir de então.

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Para a Mulher cubana não há retaguardas. Somos isso, Cubanas, e em nosso sangue, em nossas entranhas, em nosso espírito só se impõe lutar, seguir, construir. “Parabens”

Para a mulher cubana, a palavra retaguarda não existe. Ai de quem tenta deixá-la onde ela não sente que é parte da tropa avançada! A mulher cubana é feita para esforços infinitos e, com atos, honra essa máxima. Certamente, se “mulher” em si tem um significado elevado, acompanhado por “cubano”, merece, indubitavelmente, a conceituação mais sensível, respeitosa e digna.

MUITAS FELICITAÇÕES A TODAS AS MULHERES CUBANAS.

 

MINHA FRASE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2018.

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Os sonhos de independência, soberania e fortalecimento da identidade nacional, os sonhos dum amplo renascimento para o povo angolano e para os povos de África, são ainda para muito poucos que ousam enveredar pela crítica ao passado, incluindo o passado recente, numa lógica com sentido de vida que seja uma antítese à barbárie da “somalização”, mas há que romper em definitivo com todos os pesadelos que se esbatem desde o passado das grandes trevas até hoje, pelo que conhecer os termos da evolução de Luanda, é cultural e inteligentemente indispensável para, começando a romper com eles, se poder semear civilizadamente em direcção ao futuro!

Memória do Tráfico de Escravos e sua Abolição.

As celebrações do 23 de Agosto, Dia Internacional da Memória do Tráfico de Escravos e sua Abolição, marcam hoje o encerramento do Colóquio Internacional sobre “Memória da Escravidão na Ilha de Moçambique: História, Resistência, Liberdade e Património”, que decorre desde segunda-feira em Nampula.

A efeméride foi consagrada pela UNESCO, Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, em homenagem à revolta de escravos ocorrida em 1791, na Ilha Santo Domingo, actual Haiti. “Essa luta, como a de tantos outros escravos, fortaleceu a consciência da igualdade de homens e mulheres, dos quais todos temos um legado e desfrutamos directamente”, afirmou o representante da UNESCO em Moçambique, Djaffar Mousa-Elkadhum. Continuar a ler “Memória do Tráfico de Escravos e sua Abolição.”

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