#Nicaragua: Paz, amor e reconciliação, as palavras da militância #Sandinista

Dr. Gustavo Porras, presidente da Assembleia Nacional reafirmou que o movimento sandinista é guiado pelo poder formidável de amor para a Nicarágua

O camarada Gustavo Porras, presidente da Assembleia Nacional, dirigiu-se ao mar de pessoas reuniram-se quarta-feira na histórica Avenida Bolivar Chávez, como parte da marcha em apoio à Paz, Justiça e Vida, na Nicarágua.

Doutor Porras foi acompanhado pelo colega Parlamento nicaraguense como Gladys Baez, vice-presidente da Assembleia Nacional e Gloria Dixon, secretário deste órgão segunda, que mostram que, sem as mulheres não há revolução. Além disso, Wilfredo Navarro, segundo secretário; Edwin Castro, coordenador da bancada sandinista; Jose Figueroa, secretário-executivo do banco Sandinista e Filiberto Rodriguez, presidente da Comissão de Defesa, Interior e Montagem dos Direitos Humanos.

Gustavo Porras, em seu discurso salientou que os sandinistas deu emprego para o povo nicaragüense, lutar contra a ignorância, as terras de entrega, providencia saúde e educação gratuitas, acesso à eletricidade.

Ele ressaltou que o sandinismo não vendeu para a Pátria, afirmação que recebeu inúmeras manifestações de apoio das pessoas reunidas.

Porras enfatizou que os sandinistas é aquele que ensinou nicaraguenses para lutar pela liberdade da pátria, com Daniel na frente.

O presidente da Assembléia Nacional reafirmou que a paz, o amor e a reconciliação são as palavras da militância sandinista.

Viva a Nicarágua em paz, viva a Nicarágua. Consolidar a unidade com o amor ea reconciliação através do diálogo dentro das famílias, comunidades, distritos, municípios, onde verdadeiramente o diálogo entre irmãos nicaragüenses é dada para reconstruir o país, disse ele.

Porras reafirmou que o movimento sandinista é guiado pelo poder formidável de amor para a Nicarágua e disse que, com o poder do amor Sandino expulsou o Yankee invadindo, e com a mesma força os irmãos Thomas e Carlos fundou a Frente Sandinista que derrotou os Somoza.

Ele advertiu que a somocismo se recusa a desaparecer à medida que continua a viver em egoísmo, o ódio viveu em dias passados, em angústia, instabilidade, terror que queria estabelecer.

Ele ressaltou que o amor, o sandinismo e Daniel derrotaram novamente o somocismo, com paciência, com esperança, com otimismo, com um coração firme e corajoso.

Manifestó que derrotar o egoísmo é a morte Somocismo, acabando com o terror é a morte Somocismo, erradicando a instabilidade, indo em frente, sendo inclusivo.

O sandinismo é levar todo o país para frente, com todos aqueles que querem desenvolver este país, com grandes, pequenos e médios empreendedores, para derrotar a exclusão, disse ele.

Eles disseram que não havia Frente Sandinista, e o povo sandinista ainda está vivo, por causa da força de seus militantes, disse o presidente da Assembléia Nacional.

Que força de Daniel e Rosário que conseguiram guiar-nos em todos os momentos, mantendo-nos juntos com paciência, perseverança, otimismo, para nos conduzir para a paz ea reconciliação, disse ele.

No final de seu discurso, ele reafirmou: Sou e serei um militante da causa sandinista, expressão que foi pronunciada pelos milhares de vozes do povo reunido na Avenida de Bolívar a Chávez. (Pensando Américas – A Voz do Sandinismo)

Extraído do Blog Thinking Americas

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