Provocações anti-cubanas rejeitadas em Nova York

Nova York, 28 de setembro (Prensa Latina) Membros da rede de solidariedade com Cuba em Nova York se reuniram hoje fora da sede da missão da ilha junto à ONU para manifestar seu apoio e rejeitar as recentes provocações contra esse corpo diplomático.

Também estamos aqui para receber o presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, e mostrar apoio aos amigos daquele país, disse à Prensa Latina o coordenador desse movimento de solidariedade, Ike Nahem.

Cerca de três ou quatro pessoas chegaram à esquina da missão diplomática nas horas da tarde para atacar verbalmente Cuba e logo foram embora, e também queríamos expressar nossos sentimentos, explicou. De fato, ele acrescentou, a esmagadora maioria em Nova York e nos Estados Unidos é contra a continuidade das hostilidades promovida por Washington e dirigida diretamente contra uma ilha que é um exemplo para o mundo.

No dia 26 de setembro, na cerimônia na Igreja Riverside, onde o presidente cubano compareceu, a posição ficou clara: milhares de pessoas foram ao local para receber Diaz-Canel, foi maravilhoso, ele lembrou.

Há muitas pessoas nos Estados Unidos que defendem a Revolução Cubana, se opõem ao bloqueio que Washington impõe à ilha e querem a normalização das relações entre os dois países, disse ele.

Cuba representa a atenção médica gratuita, o internacionalismo, a solidariedade com os pobres do mundo e os explorados e a rejeição dos opressores, sublinhou Nahem, que há anos lidera a rede de solidariedade com essa nação.

É por isso que queremos apoiar os amigos de Cuba diante de qualquer problema e defender os princípios em que acreditamos, ressaltou.

Agora estamos testemunhando uma visita histórica, considerou o presidente cubano fez um grande discurso nas Nações Unidas, respondeu às acusações feitas por Donald Trump contra a Venezuela e seu modelo socialista e falou sobre como o capitalismo é responsável por muitos males no mundo.

Ativista Elizabeth Stevens, que é presidente de uma organização médica que defende cuidados de saúde para todos, também expressou apoio a Cuba e contou como ele foi agredido fisicamente por homens que atiraram provocações contra a missão diplomática cubana.

Eles me empurraram e meu parceiro, nós só veio para mostrar solidariedade com Cuba e para receber o Presidente Miguel Díaz-Canel, disse à Prensa Latina.

Desde segunda-feira, o presidente do país caribenho desenvolveu uma ampla agenda dentro e fora da ONU, pela qual participa pela primeira vez.

Na noite de sexta-feira, na sede da missão cubana na ONU, Díaz-Canel terá uma reunião com membros da comunidade da ilha que residem nos Estados Unidos.

Extraído da imprensa latina

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