Daily Archives: 15 de Novembro de 2018

Existe um novo direito latino-americano?

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Da América Latina em movimento
A direita latino-americana foi renovada e expandiu suas forças quando aderiu ao modelo neoliberal. Ele passou a reivindicar o futuro, procurando relegar a esquerda para o passado. Incorporou forças social-democratas e até de origem nacionalista, expandindo seu bloco político.

A esquerda levou um tempo para reagir, um pouco atordoados enfrentam muitos hits – fim da URSS, de frente para uma ofensiva global do neoliberalismo, os social-democratas perder aliados, sindicatos enfraquecimento dos Estados, das mesmas partes. A declaração reiterada de que, quando tivemos as respostas, as perguntas mudaram, parecia muito real.

Até a esquerda ele percebeu que o capitalismo se vestira com roupas neoliberais e que a esquerda tinha que ser uma esquerda antes de tudo anti-neoliberal. Foi difícil a luta de resistência a chamas governos neoliberais, porque não é dada apenas contra o direito tradicional, mas também contra governos como Menem, Cardoso, Carlos Andres Perez, chileno Coalition, entre outros.

Mas finalmente a esquerda conseguiu ganhar eleições e mostrar o que estava por vir, com governos antineoliberais. O acusado estava certo, perdeu a iniciativa, agindo em resposta ao sucesso das políticas sociais dos governos de esquerda, ele passou a afirmar que incorporaria, mas sob o modelo neoliberal.

Depois de sucessivas derrotas, o direito retorna ao governo na Argentina e no Brasil. A vitória de Macri provocou reações precipitadas que o macrismo tinha se convertido na festa da direita argentina e que veio para ficar. No Brasil, o mesmo é dito agora com Bolsonaro. Devemos nos perguntar se existe, de fato, um novo direito na América Latina.

O que é certo é que o que era certo até então foi degastado com seu modelo neoliberal e deixou espaço aberto para novas forças, mais radicais à direita. Aconteceu com o Partido Radical na Argentina, sem líderes de liderança dentro do peronismo conseguiram ocupar esse lugar, finalmente ocupado pelo macrismo. O mesmo aconteceu com o desgaste do PSDB no Brasil, deixando espaço para o avanço do bolsonarismo.

Mas quantas novas são essas forças e que encorajamento elas têm para permanecer a longo prazo? É verdade que os representantes políticos dos direitos desses países se tornaram. É verdade que eles vêm com força e com abordagens ultra direitas, principalmente no caso do Brasil. Mas o rápido enfraquecimento do Macri, pelos pés de barro está sempre certo com o seu modelo neoliberal, isso indica que eles estavam um pouco apressado sua projetada prolixo. Como Bolsonaro que, como Macri, está fadado ao esvaziamento apoio, como todo mundo percebe que a recessão eo desemprego continuará a ser, para a continuação do modelo neoliberal, além dos discursos, que já recuou em várias promessas – como o fim do ministério do trabalho, entre outros.

Mas é uma nova direita radical, mais radical, no caso de Bolsonaro. Que usa fraquezas das forças esquerdas, mas que, não por isso, veio para ficar nos governos. Eles têm em comum acusações de corrupção contra a esquerda, tentando aparecer como os não-corruptos, que vão lutar. Não importa o grau de realidade dessas acusações. É importante que eles tenham conseguido impor ao público a imagem de que governos, líderes e partidos de esquerda se envolveram na corrupção. E faça como se o certo, não. Bem como o diagnóstico de que os atuais problemas econômicos ainda são efeitos de governos de esquerda. No primeiro eles têm sucesso generalizado, no segundo eles têm muito mais na Argentina do que no Brasil.

É um novo direito? Sim Vem com força ao governo? Sim Ele veio para ficar? Como o novo representante da direita, provavelmente. Vai governar por um longo tempo? Dificilmente Isso depende da capacidade da esquerda para se unir e se reajustar às questões levantadas por esse novo direito, para se re-apresentar como a renovação da política, o defensor da transparência na política, bem como para assumir as questões pendentes em a superação do neoliberalismo com mais forças, como a democratização dos meios de comunicação, à qual a democratização do judiciário agora se une. Aprofundar-se sempre da maneira democrática, ampliando os espaços que existem, criando outros, para que a força da resistência de massas ao neoliberalismo seja traduzida em força política novamente.

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Equipe médica cubana atendeu mais de 113 milhões de pacientes no Brasil

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Cuba, a obsessão dos Estados Unidos.

Por Arthur González.

Ninguém neste mundo pode entender que os Estados Unidos se sente um ódio contundente contra Cuba, só porque a partir de 1 de janeiro de 1959 não estaria sujeito mais aos seus ditames, como fizeram os governos no poder 1902-1958, algo que os Yankees eles nunca perdoarão o povo cubano. Continuar a ler

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Os princípios da saúde cubana não são negociados: “Temos que proteger nossos colaboradores”

Um médico cubano examina um pequeno paciente em um centro de saúde em Jiquitaia, Bahia, nordeste do Brasil. Foto: Reuters.

As ações cubanas no campo da colaboração internacional foram baseadas no princípio de compartilhar com outras pessoas o que temos e o que podemos oferecer para seu bem-estar, nunca o que nos resta. Continuaremos a defender esse conceito, porque é assim que fomos educados pela Revolução, enfatizamos o DSc. Marcia Cobas Ruíz, vice-ministra cubana da Saúde nesta quarta-feira na Mesa Redonda.

“Cuba em suas práticas de atos de cooperação bilaterais e multilaterais, sem impor condições, com pleno respeito pela soberania, as leis nacionais, cultura, religião e auto-determinação dos Estados. E sob esses conceitos, pedimos que sejamos respeitados “, acrescentou.

O vice-ministro que serve a área da Cooperação, Relações Internacionais e Informação MINSAP lembrou que mais médicos irá programa iniciado pelo ex-presidente Dilma Rousseff, em agosto de 2013, a partir da experiência cubana em saúde.

“Especialmente com o objetivo de fornecer cuidados primários para as comunidades mais pobres do Brasil, lugares onde um médico nunca havia ido”, disse ele.

Cobas Ruíz advertiu que “Más Médicos” não era apenas convocado para Cuba, mas para todos os médicos brasileiros e estrangeiros que queriam atender as comunidades mais necessitadas “, é por isso que Cuba veio, assim como tem sido feito com outros países pobres que não podem pagar por serviços de saúde. Fomos ao Brasil para atender a maioria da população “.

Na Mesa Redonda, o Doutor disse que a Missão no Brasil foi pactuada sob os mesmos princípios que Cuba exigiu perante outras nações: “respeito ao profissionalismo de nossos médicos, que não são submetidos a avaliações não-congeniais, que garantam as condições segurança e receber o estipêndio acordado com Cuba. “

O vice-ministro explicou que os colaboradores passaram por duas avaliações para poderem atuar como médicos no gigante sul-americano. “Nossos colaboradores, ao contrário de médicos de outros países, não foram ao Brasil para procurar trabalho, foram para cumprir uma missão como a que realizam no Catar, Argélia, China, Venezuela ou nas 67 nações que nosso abraço solidário chega “

Cobas ressaltou que, nesses cinco anos, mais de 20 mil funcionários “conquistaram o carinho do povo brasileiro, pela qualidade de sua atenção. Eles fizeram mais de 113 milhões de consultas. “

“Cuba presta serviços médicos na maioria dos países sem receber dinheiro, e o que é feito é dividir as despesas. Ninguém deve duvidar, a grande maioria de nossas missões é solidária e internacionalista. Temos em nossas veias esse princípio que incutiu a Revolução: devemos fornecer o serviço onde quer que ele precise “, disse ele.

Antes de concluir sua intervenção no programa televisivo, o vice-ministro da Saúde Pública reiterou que Cuba deixa de participar do Programa Mais Médicos, porque as condições estabelecidas pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para colaboração no Brasil mudaram.

“Existem termos estabelecidos que estão sendo questionados pelo presidente eleito do Brasil e temos que proteger nossos colaboradores”, concluiu.

Em tweets, ofensas e ameaças

No final de 2017, Bolsonaro disse através de sua conta no Twitter que os médicos brasileiros estavam “abandonados e sem condições de trabalhar”, porque “agentes sem capacidade e aptidão” tomaram seu lugar, referindo-se diretamente aos médicos cubanos.

Nesta quarta-feira, a reação de Jair Bolsonaro à Declaração do Ministério da Saúde Pública de Cuba também teve como cenário a rede social. O presidente eleito do Brasil acusou o governo cubano de “irresponsável” em um tweet por ter tomado a decisão de se retirar do programa.

Ele garantiu que Cuba não “leva em conta os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros” e “a integridade dos cubanos”. Suas ameaças chegaram ao ponto de pôr em risco a segurança dos médicos que atenderam a seu povo, que não pode arcar com os custos da medicina no país sul-americano.

Volte “com a testa bem para cima”
Na quarta-feira à tarde, o presidente cubano, Miguel Diaz-Canel Bermúdez, apoiou a decisão do Ministério da Saúde Pública de Cuba de não continuar participando do Programa Mais Médicos no Brasil.

Através de sua conta na rede social Twitter, o presidente disse: “Com dignidade, sensibilidade profunda, profissionalismo, dedicação e abnegação, colaboradores cubanos têm prestado um serviço valioso para as pessoas de #brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas. # Somos Cuba.

Imediatamente, um médico cubano e usuário do Twitter, @YanoskiUrgelles, aparentemente um membro da Missão Médica Cubana no Brasil, disse que a mensagem do Presidente: “Com a cabeça alta regresso ao país onde a revolução haverá precisam de nós.”

Díaz-Canel interagiu com o médico e disse que eles deveriam voltar “com a cabeça erguida”, porque os colaboradores cubanos no Brasil “são um exemplo insuperável de humanismo e dignidade”. Ele acrescentou: “Aqueles que pensam vaidade só em si não podem entender a essência de nossas convicções internacionalistas”.

”.

Miguel Díaz-Canel Bermúdez

✔ @ DiazCanelB
#MaisMedicos Com dignidade, profunda sensibilidade, profissionalismo, dedicação e altruísmo, os colaboradores cubanos prestaram um valioso serviço ao povo do #Brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas. #SomosCuba
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20:29 – 14 de novembro 2018
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Números y realidades

Segundo dados do Ministério da Saúde, atualmente são 18 mil e 240 vagas no Programa Mais Médicos em 4 mil 058 municípios. Cerca de 8 mil 400 desses lugares são ocupados por cubanos, distribuídos por 2 mil 885 cidades.

Mais de 1.500 municípios – a maioria com menos de 20.000 habitantes – só contam com médicos cubanos em seu programa porque estão localizados em lugares remotos de extrema pobreza, onde profissionais brasileiros não querem trabalhar.

Em março de 2017, o ministro da Saúde do Brasil, Ricardo Barros, assegurou que os pacientes brasileiros preferiam os profissionais cubanos no programa Más Más ao invés dos nacionais.

“Os cubanos estão disponíveis o dia todo para a população; trabalham das oito da manhã às seis da tarde, incluindo sábado e domingo, e esse é o tratamento diferenciado que faz a aprovação do More Doctors em 95% “, explicou à Câmara Municipal de Curitiba.

Infografía Médicos cubanos en Brasil

A OPAS e o Brasil estenderam até 2023 a presença de médicos cubanos
O Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) assinaram diversos acordos em março, incluindo um que prorrogou até abril de 2023 o termo de Cooperação Técnica referente à mobilização temporária de médicos cubanos para o Programa Mais Medicos no país sul-americano.

Na ocasião, a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne, declarou que “o Programa Mais Médicos revolucionou o acesso à assistência médica no Brasil, e a OPAS teve a sorte de fazer parte dessa experiência, garantindo que possamos trazer melhores cuidados de saúde, com um alto nível de satisfação e aceitação pela população. Mais Médicos também é um dos exemplos de melhores práticas que podem ser ensinados em outros países “.

No Relatório Quinquenal 2013-2017 da Diretora da Repartição Sanitária Pan-Americana (Secretaria da Organização Pan-Americana da Saúde e Escritório Regional para as Américas da Organização Mundial de Saúde), observou-se que “o programa Mais Médicos procura aumentar disponibilidade de treinamento médico nas universidades nacionais do país, melhoria dos incentivos para os profissionais de saúde que trabalham em áreas carentes e recrutamento de pessoal no exterior para prestar serviços de saúde nessas áreas, conforme necessário. “

O relatório lembra que, de acordo com uma série de acordos jurídicos, foi estabelecida a colaboração entre a Repartição Sanitária Pan-Americana, o Ministério da Saúde do Brasil e o Governo de Cuba “para atender às necessidades de curto prazo dos profissionais de saúde, com a intenção de aumentar a cobertura dos serviços de saúde e acesso ao SUS “.

Ele afirmou ainda que o programa atingiu cerca de 63 milhões de pessoas em comunidades historicamente negligenciadas, com a instalação de mais de 18.000 profissionais de saúde brasileiros e estrangeiros para mais de 4.000 municípios, a maioria deles áreas socioeconômicas vulneráveis. áreas remotas, nas periferias das cidades, ou em 34 distritos sanitários especiais dos povos indígenas do Brasil.

Segundo dados da OPAS, atualmente há um déficit de quase 800.000 trabalhadores de saúde na região das Américas. A isso, acrescenta a ONU, junta-se o fato de que a maioria concentra-se nas cidades.

Em setembro do ano passado, durante a reunião do 56º Conselho Diretor da OPAS, os Ministros da Saúde da região concordaram em Washington com um novo plano para reduzir esse déficit.

O Plano de Ação para Recursos Humanos para o Acesso Universal à Saúde e Cobertura Universal de Saúde 2018-2023 marca o caminho a seguir para fornecer aos países os recursos humanos necessários para alcançar a meta global de saúde universal para 2030

Infografía médicos cubanos en Brasil

Avanços na saúde em Cuba, em publicação da OPAS
Neste mesmo ano, em abril, a organização dedicou um suplemento especial à sua revista, intitulado “Cuba: Avanços e Desafios”, às políticas e ao sistema de saúde na Ilha.

Durante a apresentação, o diretor da OPAS afirmou que “os sucessos de Cuba são o produto de uma priorização da saúde no mais alto nível e um admirável compromisso de suas autoridades, profissionais de saúde cubanos e da população que também assume a responsabilidade”. para sua própria saúde e de suas comunidades “.

O suplemento incluiu 12 artigos e três editoriais, dedicados a temas como prevenção e controle de doenças não transmissíveis em Cuba, atenção materno-infantil, a qualidade das estatísticas de mortalidade materna, a experiência cubana na imunização e a resposta e os desafios à imunização. doenças transmissíveis e formação de recursos humanos em saúde em Cuba.

Além disso, abordaram como alcançar uma prioridade fiscal que garanta que os gastos públicos com saúde ultrapassem 10% do produto interno bruto, como preparar e responder às mudanças climáticas e como a pesquisa em saúde é desenvolvida para avançar para a saúde universal.

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Ana Teresita González

@AnaTeresitaGF
Nestes cinco anos de atuação no Programa Mais Médicos no #Brasil, cerca de 20 mil funcionários cubanos atenderam 113 milhões de 359 mil pacientes, em mais de 3 mil 600 municípios. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história. @CubaMINREX
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16h01 – 14 de novembro 2018

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Como funciona a diplomacia médica de Cuba ?, segundo O Gl

 

No programa Globo News em Pauta, Jorge Pontual, correspondente do jornal O Globo em Nova York, falou sobre os médicos cubanos e o sistema de saúde da nação caribenha há alguns anos.

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Músicos cubanos indicados ao Grammy Latino chegam aos EUA.

Músicos cubanos nominados a Grammy Latinos llegan a EE.UU.
Mensagens e fotografias publicadas nas redes sociais confirmam a presença de hoje nos Estados Unidos. músicos cubanos indicados para o 19º anuais Grammy Latino, que será realizada amanhã na cidade de Las Vegas.

Trompetista e diretor da orquestra Havana Primeiro, Alexander Abreu, confirmou sua chegada por um versa publicação ‘, e eu estou em Las Vegas, passou a representar o meu país e oferecer gratidão e respeito para a academia tem nos indicado com este álbum ‘

Da mesma forma, a cantora cubana e rapper Telmary expressou sua felicidade para participar no prestigiado evento e compartilhou um vídeo levando a medalha creditado como o candidato. Continuar a ler

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“Estou muito triste com o povo brasileiro”

Por Bolsonaro, o Brasil perde o acesso à medicina cubana reconhecida.

Por Bolsonaro, Brasil pierde acceso a la reconocida medicina cubana

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, denunciou que, pelas ameaças da extrema direita Jair Bolsonaro, o Brasil perde hoje o acesso à medicina cubana.

O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, denunciou ameaças do presidente eleito, a extrema-direita Jair Bolsonaro, o Brasil hoje perdeu o acesso à medicina cubana, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde.

“Sinto-me triste pelo povo brasileiro que é tão bem atendido por eles (os médicos cubanos). Eu vi esse programa nascer e ajudei a implementá-lo “, disse Hoffmann em sua conta de rede social no Twitter.

Ele assegura que compreende as razões: “o desrespeito, as ameaças e a violência com que Bolsonaro trata Cuba os deixam em segurança”. Continuar a ler

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CODORNIZ ASSADA COM ROMÃ.

Receita do dia!– Codorniz com uma influência do Médio Oriente, temperada com mistura de cinco especiarias e terminada com sementes e melaço de romã picante.

Codornizes médias 2, cerca de 140 g cada
Mistura de 5 especiarias 1 colher de sopa
Sal marinho e pimenta preta, moída no momento usar a gosto
Azeite Um bom borrifo mais 1 colher de sopa
Melaço de romã 2 colheres de sopa
Canela em Pó uma pitada
Sementes de romã 1 colher de sopa

PREPARAÇÃO

Enxague as codornizes sob água fria corrente e seque-as. Esfregue a pele vigorosamente com o pó de cinco especiarias e bastante sal e pimenta. Tape e reserve durante 1 hora para os sabores se misturarem com a carne. Continuar a ler

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Enviado do Papa Francisco foi recebido na Cidade Alta.

O prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos da Igreja Católica, cardeal Fernando Filoni, teceu ontem, em Luanda, duras críticas a todos quantos usam a Igreja para fins escusos e disse ser inaceitável que tal ocorra, já que a religião deve estar ao serviço da dignidade humana.

 

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EUA A hostilidade em relação a Cuba aumenta, mas não pode isolá-lo.

EE.UU. aumenta la hostilidad hacia Cuba, pero no puede aislarla
O governo dos EUA aumenta a hostilidade a Cuba com o ressurgimento da retórica e do bloqueio econômico, mas muitos são os exemplos que demonstram a impossibilidade de isolar a ilha.

Talvez o sinal mais recente seja a recente rejeição do bloqueio contra a maior das Antilhas na Assembléia Geral da ONU, onde 189 de seus 193 Estados-membros apoiaram uma resolução pedindo a sua insurreição, mas a realidade vai além

Dentro dos próprios Estados Unidos, as vozes e ações que visam alcançar bons laços vizinhos crescem, mesmo quando as diferenças ideológicas são enormes. Continuar a ler

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O novo governo brasileiro é convidado a rever a posição em relação a Cuba.

Piden a nuevo gobierno brasileño que revise postura hacia Cuba
Com a interrupção da colaboração com a Havana, mais de 29 milhões de brasileiros podem ficar desabrigados devido aos cuidados básicos de saúde.

Secretários municipais de saúde e prefeitos brasileiros pediram hoje ao presidente eleito, o direitista Jair Bolsonaro, que revisse sua posição sobre a permanência de profissionais cubanos no Programa Mais Médicos.

‘As organizações pedindo a revisão do posicionamento do novo governo, que marcou mudanças drásticas nas regras do programa, que foi crucial para a decisão do Governo de Cuba’, disse em uma nota conjunta do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems ) e da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP). Continuar a ler

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