Lamenta o povo brasileiro se retirar dos médicos cubanos

Brasília, 15 nov (PL) Indignado com a postura ideológica autoritária e deformada de seu futuro presidente, o ultra-direitista Jair Bolsonaro, o povo brasileiro hoje lamentou a saída de profissionais cubanos do Programa Mais Médicos no Brasil.

‘Nós ainda não-lo como presidente (a Bolsonaro) e já check-out e, devido a este povo oito mil médicos “, disse à Prensa Latina o arquiteto Manoel Rocha, referindo-se a retirada do que a quantidade de médicos Caribe por declarações depreciativas e ofensivas do governador eleito.

Cuba determinada a tomar o seu programa profissional mais médicos, porque Bolsonaro ‘, com direta, depreciativo e ameaçando a presença de nossas referências médicas, disse e reiterou que modificar os termos e condições do Programa de mais médicos, com desrespeito para a Organização Pan-Americana da Saúde A saúde já concordou com isso com Cuba.

Em nota divulgada ontem, o Ministério da Saúde da ilha indica que o político de extrema direita “questionou a preparação de nossos médicos e condicionou sua permanência no programa à revalidação do título e como única forma de recrutamento individual”.

Rocha, de 47 anos, lamenta que por ‘estupidez de um exmilitar que chegou ao poder, mas aparentemente não quer que seus conterrâneos, vai perder a oportunidade de arrumar esta cidade, que na maioria das vezes não consegue pagar uma consulta médico.

Não é nenhum segredo, reflete o urbanista, natural do Rio Grande do Sul, que ‘os médicos cubanos que trabalham na inóspita e inacessível, onde os brasileiros não querem ir e quando eles partem vai disparar, áreas piores, taxas saúde. ‘

Nessa mesma borda, especialista em saúde pública e professor aposentado Flávio Goulart disse a um jornal que o Brasil não tem condições de substituir os médicos que serão perdidos com a saída de programa de Cuba.

Presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira, estima que a retirada de profissionais cubanos pode levar à má assistência médica à população servida por eles, para o Caribe são mais do que metade dos profissionais participantes programa.

Segundo Junqueira, 24 milhões de brasileiros vivem nas áreas de atuação dos cubanos, principalmente em locais de difícil acesso, como as reservas indígenas.

Alexandre Padilha, então ministro da Saúde do governo Dilma Rousseff (2011-20016), quando o programa foi implementado, lamentou essa situação.

Em um vídeo postado em redes sociais, Padilha diz que este é “um dia triste para a saúde pública e para a política externa do Brasil”.

Observações que é o resultado da ‘agressão repetida’ do presidente eleito. A saúde pública e as pessoas mais pobres perdem muito hoje. É o que acontece quando o espírito de guerra e interesses privados é colocado acima das necessidades do nosso povo.

“Dia triste para a saúde pública causado pela ação insuficiente e conflitante do atual presidente eleito de nosso país”, disse ele.

tgj / ocs / cvl

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Categories: #colaboracion medica cubana, #salud, #SOMOSUNSOLOMUNDO, AMERICA LATINA, Brasil, colaboração, Internacionalista, Uncategorized | Deixe um comentário

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