Daily Archives: 21 de Novembro de 2018

Luandina ao 1º aniversário.

Preparados para dar umas passadas ao ritmo do Filho
do Zua?
Vem brindar com Luandina ao 1º aniversário do Palco 
do Semba, no dia 2 de Dezembro.

 

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Quando se fala em saúde, Cuba merece respeito.

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Os médicos cubanos que retornam à sua pátria carregam em seus corações o infinito afeto do povo brasileiro.

«A gente vai embora, mas carregamos em nossos corações o abraço do idoso e o sorriso da criança, o infinito afeto do povo brasileiro; nas humildes casas onde você recebe esse convite para almoçar aquele feijão bem temperado com farofa, mas acima de tudo com amor. Eu também me lembro daqueles idosos em bancos rústicos, sabendo que o médico acabava a consulta às cinco horas da tarde, eles apenas ficaram sentados esperando o médico vir conversar com eles. Eu continuarei acumulando riqueza, sim. Mas não riqueza material. Eu continuarei enriquecendo meu coração». Continuar a ler

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Vinte anos da Escola Latino-Americana de Medicina celebram em Havana.

Bolsonaro, Mais Médicos e um déjà vu.

Por mais de uma década, o Programa Parole, criado em 2006 por George W. Bush, incentivou o pessoal de saúde cubano que colabora em países terceiros a abandonar suas missões e emigrar para os Estados Unidos.

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O presidente cubano Díaz-Canel relembrou no Twitter os 20 anos da Escola Latino-americana de Medicina ELAm; uma obra de amor que formou milhares de médicos; entre eles, brasileiros, a quem a Associação Médica os impede de passar no exame de revalidação do título e no acesso aos empregos.

 

Ano de 2013. No Brasil, a presidenta Dilma Rousseff promoveu programas como o Mais Médicos, que previa a presença de médicos brasileiros e estrangeiros para atuar em áreas pobres e isoladas daquele país, iniciativa que incluiu milhares de profissionais de saúde cubanos. Na Venezuela, o então candidato anti-Chávez, Henrique Capriles, fazia flutuar seu discurso entre as ameaças a Havana, «pois não financiaria um modelo político», nem «doaria petróleo», e a oferta «desinteressada» de nacionalizar os milhares de médicos que estavam em solo bolivariano. Eu os convidaria, declarou Capriles, «para serem cidadãos de um país onde há democracia».

Se até agora você parece ter visto este script repetido em outros momentos, saiba que está certo. O que o presidente Jair Bolsonaro acaba de fazer dinamitando o Programa Mais Médicos, e com ele a garantia de acesso à saúde de qualidade para milhões de brasileiros, recorda, pelo menos, muitos outros ataques da direita regional à colaboração internacional cubana.

O presidente eleito do gigante sul-americano chama o governo cubano de «ditadura», enquanto não poupa louvores na defesa da ditadura militar brasileira entre 1964-1985, que ainda tem na memória do país não apenas desaparecimentos forçados e assassinatos, mas a repressão de qualquer tipo de oposição política. Maus presságios para o Brasil, se seu novo presidente não entender a dimensão exata do que é um regime ditatorial.

E o déjà vu ocorre quando afirma que «oferecerá asilo político aos milhares de médicos cubanos que não desejam retornar ao seu país».

Não surpreende que estimular a deserção dos médicos seja o pano de fundo de sua posição, num contexto em que a força de trabalho qualificada é o maior potencial da Ilha maior das Antilhas, e onde os médicos cubanos ou aqueles treinados em Cuba de outros os países promovem uma imagem positiva do país, enquanto desenvolvem formas de cooperação Sul-Sul.

Essa linha de sabotagem tem uma forte referência, além disso, no Programa de Parole para Profissionais Médicos Cubanos, um esquema migratório do Governo dos Estados Unidos que vigorou até 17 de janeiro do ano passado; quando, após um ano de negociações, e encorajado pelo início da normalização das relações diplomáticas entre Havana e Washington, foi assinado um acordo entre os dois países com o objetivo de garantir uma migração regular, segura e ordenada, que além do Parole, bania a política de pés secos-pés molhados. Esta foi uma das últimas ações tomadas pelo presidente Barack Obama.

Por mais de uma década, o programa Parole …, criado em 2006 por George W. Bush, estimulou o pessoal de saúde cubano que colaborou em terceiros países a abandonar suas missões e emigrar para os Estados Unidos, uma prática repreensível que afetava não somente Cuba, mas, portanto, os programas de saúde dos países onde eles estavam trabalhando.

A FÓRMULA DE BOLSONARO É, ENTÃO, VELHA E CONHECIDA

«A intenção era clara: prejudicar a cooperação de Cuba com outros países, reduzir a entrada de dinheiro na forma de pagamentos por esses programas e drenar os médicos e outros profissionais da área médica do país», diz o professor titular do Centro de Estudos Hemisféricos e dos Estados Unidos da Universidade de Havana, Ernesto Domínguez López, em seu artigo ‘Migração, fuga de cérebros e relações internacionais. O caso dos Estados Unidos e Cuba’. Continuar a ler

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Presidente de Angola chega a Portugal.

O Presidente da República, João Lourenço, chega no final da tarde de hoje a Lisboa, para a primeira visita oficial que, de acordo com a Presidência portuguesa, tem uma forte componente político-diplomática e também económica.

A visita de Estado do Presidente João Lourenço inicia apenas amanhã. Trata-se da primeira deslocação de Estado de um Presidente angolano, 10 anos depois, e ocorre a convite do homólogo, Marcelo Rebelo de Sousa.
Num comunicado publicado no site da Presidência da República Portuguesa pode ler-se que a visita de João Lourenço “pretende dar continuidade ao importante trabalho desenvolvido durante a visita de Sua Excelência o Primeiro-Ministro a Luanda, em Setembro, de forma a consolidar o já estreito relacionamento entre os dois países nas mais diversas áreas”. Continuar a ler

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