Daily Archives: 28 de Novembro de 2018

ELAM: Vinte anos se eles não são nada

Escrito por Ramón Brizuela Roque

ELAM : Veinte años si son nada

A gratidão dos estudantes africanos à Escola Latino-Americana de Medicina será apresentada em um fórum virtual, programado de 19 a 21 de novembro, como parte das atividades do 20º aniversário do centro, que celebrará seu vigésimo aniversário no próximo ano. Continuar a ler

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Universidade de Ciego de Ávila e Universidade Chapingo do México assinam acordo de colaboração (+ Foto)

Extraído de Radio Surco

Um acordo de parceria geral assinado pela Universidade de Ciego de Avila “Máximo Gómez Báez” (UNICA) com o seu homólogo em Chapingo, México, para criar projectos que geram o máximo uso e cuidado da água, recurso natural não renovável, que ameaça a diminuir num futuro não muito distante. Continuar a ler

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Omara Portuondo retorna ao # México no lendário Salão de Los Angeles

No sol do México

Omara Portuondo é novamente no México, mas desta vez não vir a receber mais reconhecimento, não com a inauguração de Cuban All Stars, em vez disso, como ela descreve “é uma viagem de estudo, eu realmente gosto de estar de volta no México , mas minha intenção é que as novas gerações de cubanos não se esqueçam de sua música “, afirmou. Continuar a ler

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Perguntas sobre #Cuba e mais médicos? MINREX responde (I) (+ vídeo)

Em Cuba

Bom Dia. Agradeço e saúdo todos os que me acompanham no canal do Youtube da nossa chancelaria. Criamos este espaço para oferecer informações sobre a situação atual em que nosso país tomou a decisão de não continuar participando do Programa Mais Médicos para o Brasil. A partir dessa decisão, o processo de retorno de nossos profissionais de saúde já começou.

Eu antecipo que esta transmissão será transmitida ao vivo em espanhol e, uma vez terminado, eles poderão contar com as versões portuguesa e inglesa.

Em primeiro lugar, refiro-me à decisão, informada pelo Ministério da Saúde Pública de Cuba em 14 de novembro, que, como explicou, é devido ao dirigir, depreciativa e ameaçando declarações do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro no presença de nossos médicos naquele país, garantindo que modificaria os termos e condições do Programa Mais Médicos.

Estas declarações, o presidente eleito reiterou, quase todos os dias desde 14 de novembro de questionar o profissionalismo dos nossos médicos e condição de permanecer no programa, a revalidação do título e contratos individuais.

Eu quero garantir que nenhum membro da equipe de transição foi transferido para o Ministério da Saúde Pública da troca de interesses de Cuba com a cooperação atual mandato, indicando que o propósito do presidente eleito não está mantendo o programa. É eliminá-lo.

Durante anos, o presidente eleito de seu assento parlamentar foi responsável por criticar e propor medidas contra o Programa Mais Médicos para o Brasil e especialmente contra os médicos cubanos.

É curioso que o presidente eleito cuide agora da família de médicos cubanos, quando em 2016, como parlamentar, apresentou uma proposta de emenda que buscava evitar, a todo custo, que familiares de médicos pudessem se instalar no Brasil, Desta forma, queremos que os médicos cubanos se aposentem.

Evidentemente, o presidente eleito com suas contradições mostra que o que ele realmente quer é acabar com a presença de profissionais cubanos e do Programa de Médicos. Por exemplo, é uma contradição em seu discurso que, por um lado, exige que os médicos façam um exame para demonstrar sua competência e capacidade de trabalhar no Brasil e, ao mesmo tempo, sem exigir que o exame, ou qualquer tipo de prova, anuncie que concederá a todos os médicos cubanos asilo político automático.

Este comportamento é muito insalubre e muito preocupante para nossas autoridades e nossa equipe médica. Não podemos confiar que nossos médicos estão seguros, neste ambiente cheio de incertezas, com um governo de profissionalismo duvidoso que não quer manter este programa humanitário, cheio de belas histórias de vida.

Ou seja, para continuar trabalhando, Bolsonaro exige de nossos médicos um exame; e para o show político, ele lhes dá um cheque em branco, sem se importar, então, se ele é um profissional qualificado. O presidente eleito quer modificar as condições do programa, realmente para finalizá-lo, como já disse seu indicado ministro da Saúde, que considerou o programa, que trouxe tantos benefícios para o Brasil, como um projeto de proselitismo político associado a um partido. o que negamos fortemente e é demonstrado pela nossa permanência após o golpe à presidente Dilma Rousseff.

Eu acho que é necessário fazer um pouco de história. Em setembro de 2016, Cuba declarou que nossos médicos permaneceriam no Programa, desde que as condições acordadas pelas partes fossem cumpridas. Cuba manteve sua palavra e os colaboradores continuaram a prestar serviços, apesar de nossa posição em relação às novas autoridades. Portanto, também rejeito as insinuações que atribuem a presença de médicos cubanos ao programa a preferências políticas ou ideológicas com algum partido.

O primeiro acordo foi assinado em 2013 de forma eficaz com o governo do Partido dos Trabalhadores PT eo segundo acordo foi assinado com o governo do Partido do Movimento Democrático Brasileiro e Social Democracia Brasileira.

Nunca um médico cubano perguntou qual era o paradeiro de um brasileiro quando ele chegou ao seu escritório. Nunca um médico cubano se interessou por qual partido político a autoridade de saúde o orientou. De fato, posso assegurar-lhes que, em muitos casos, prefeitos e governadores de partidos com tendências políticas da direita, receberam com grande hospitalidade e ofereceram total apoio aos nossos profissionais.

E por que? Porque nossos médicos são mais do que médicos, eles são seres humanos que curam e curam pessoas que precisam, em qualquer lugar do mundo.

Também quero informá-los hoje que, desde o retorno dos profissionais cubanos que começaram em 22 de novembro, mais de mil médicos, residentes das 15 províncias de Cuba e do município estiveram em Cuba. Especial da Isla de la Juventud.

Nos seus locais de residência, foram recebidos pelos seus familiares, vizinhos e autoridades, como demonstração do seu apreço pelo trabalho humanitário e altruísta que vinham realizando. Os médicos cubanos continuaram trabalhando em seus postos até o último momento possível.

Acabei de ler o testemunho de Dr. Arnaldo Núñez Cedeño, na província de Granma, que desde 2016 crianças indígenas participando da Apalai Waiana étnica no Brasil. Arnaldo chegará a Cuba e trará as melhores lembranças da missão que ele cumpriu. Ela diz que alcançou um relacionamento íntimo com essas crianças, que as assistiram com todo o seu amor, que as ensinou a dançar e cantar, a entender nossa cultura.

Isso é apenas o que nossos médicos fazem. Com eles, milhares de histórias que vale a pena compartilhar estão chegando a Cuba nos dias de hoje. A maioria de nossos profissionais está sendo dispensada com afeto e tristeza pelas autoridades locais de saúde, autoridades administrativas e políticas e, sobretudo, pelos brasileiros que participaram de suas consultas.

Eu não acho que Bolsonaro conheça histórias como essas. Convidamos a imprensa brasileira e internacional a abordar essas histórias para entender que os mais afetados são os milhões de brasileiros que poderiam ter acesso ao atendimento, graças aos médicos cubanos.

Sessão de perguntas e respostas, através da caixa postal vocero@minrex.gob.cu, um e-mail que disponibilizamos para a mídia.

A primeira pergunta que vamos responder é um interesse que recebemos de várias mídias e está relacionada às insinuações de que Cuba é a autora do programa Más Médicos.

Declaro categoricamente que Cuba foi o autor do programa Más Médicos, como pretendia fazer uma imprensa brasileira. Programa de mais médicos para o Brasil é uma criação do governo de Dilma Rousseff, preocupado com a satisfação das necessidades de cuidados básicos de saúde de milhões de brasileiros vivem em áreas rurais na Amazônia, comunidades indígenas e locais de risco para outros médicos Eles não vieram.

Indo para estes lugares, onde não havia serviços de atenção primária ou um único médico não tinha sido visto em toda a história, foi uma posição defendida por Cuba nas negociações. Por isso, nego as informações de certos meios de comunicação que afirmaram que a cooperação foi uma iniciativa de Cuba com o objetivo de obter renda.

Cuba promoveu e promove a colaboração médica e a exportação de serviços médicos. Nesse contexto geral, de fato, Cuba explorou as formas de estabelecer no Brasil relações de benefício mútuo na área da colaboração econômica.

No entanto, a solicitação de que os médicos cubanos prestassem serviços no Brasil de forma massiva e generalizada em todo o país, partiu da impossibilidade de cobrir os lugares disponíveis nos municípios aderidos ao Programa, com médicos registrados no Brasil, com médicos brasileiros registro no exterior e com médicos de outros países. Nessa ordem estrita foi feita a seleção de profissionais no programa.

Nas análises que foram feitas no Brasil, o processo de formação de um médico e posterior contratação nas comunidades carentes, seria muito longo. Desta forma, médicos de outros países foram contratados, em uma convocação aberta e ampla para qualquer profissional de qualquer país. Nesse processo, o Brasil solicitou, reitero, o Brasil solicitou a cooperação de Cuba.

Também recebemos o interesse da repórter da TV Globo, Geiza Duarte, solicitando detalhes sobre o número de médicos que retornaram a Cuba.

A esse respeito, posso confirmar que até agora 1540 colaboradores cubanos do Brasil retornaram ao nosso país em sete vôos.

Aproveito a oportunidade para responder a vários meios de comunicação que pediram para entrevistar nossos médicos antes de retornarem a Cuba. Nesse sentido, informamos que as partes interessadas podem contatar nossa Embaixada em Brasília, através do email embacuba@uol.com.br. Nossos colegas estão em melhor posição para apoiar esses pedidos. Estamos coordenando para que a imprensa tenha acesso a especialistas cubanos e saiba em primeira mão suas impressões, experiências, os sentimentos que os acompanham neste momento; o amor pelo povo brasileiro e sua preocupação com os milhões de pessoas que ficaram sem atendimento médico.

Agora respondemos a Erica Fernanda, que do Brasil está interessada na reação de Cuba aos pronunciamentos do presidente eleito Jair Bolsonaro e do apoio oferecido por nossa Embaixada e as autoridades cubanas aos profissionais que estão retornando ao país.

Reiteramos a posição de Cuba de que as declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro são inaceitáveis ​​e desrespeitosas. O profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos são inquestionáveis. Em 55 anos, mais de 400 mil profissionais de saúde completaram 600 mil missões internacionalistas em 164 países. Números como esses falam por si mesmos do grau de preparação e entrega de especialistas em saúde cubanos.

Em relação à segunda questão, o governo cubano iniciou um retorno ordenado do pessoal médico, com todas as garantias para os colaboradores e sua segurança.

Da Telesur, o correspondente Rolando Segura, baseado na posição do presidente eleito Jair Bolsonaro, pergunta como o governo cubano valoriza essa politização da questão da saúde para mais de 30 milhões de brasileiros em áreas de baixa renda e inóspitas?

Sobre este assunto, como referi nas minhas primeiras declarações, consideramos a posição do presidente eleito Bolsonaro contraditória e não muito grave. É evidente que Bolsonaro ajustou seu discurso com base em sua conveniência política e não nos interesses do povo brasileiro.

Existem inúmeros exemplos que mostram que Cuba não faz política com a saúde de nenhum povo. Nossos médicos lamentam que mais de 30 milhões de brasileiros de baixos recursos, não possam continuar recebendo os cuidados que vêm prestando.

Com estas questões, fechamos esta transmissão. A caixa de correio vocero@minrex.gob.cu está aberta para você enviar suas perguntas.

Convidamos você a se conectar novamente na próxima quarta-feira, 28 de novembro. Nós responderemos suas perguntas. As versões desta transmissão em português e inglês estarão disponíveis em breve. Obrigado a todos por sua atenção. Bom Dia.

 

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Medicina cubana será comercializada no México

Em El Diario de Coahuila

O Instituto Nacional de Angiologia e Cirurgia Vascular do Ministério de Cuba e da empresa mexicana PISA Pharmaceutical assinou uma aliança de ciência e tecnologia para a saúde, para distribuir e comercializar no México o produto cubano Herberprot-P, de drogas de biotecnologia usado para tratar úlcera de pé diabético, que corrige a imperfeição da ferida e acelera sua cicatrização precoce, com base no fator de crescimento humano recombinante. Continuar a ler

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Bolsonaro nunca esperou uma resposta tão forte de Cuba (+ Foto)

De Osvaldo Cardosa Samón
O presidente eleito Jair Bolsonaro nunca esperou uma resposta tão forte de Cuba que sua colaboração com o programa “Médicos Mais” cessou e hoje essa decisão honrosa gera o caos sanitário no Brasil. Continuar a ler

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O que significa para os jornalistas seguirem os médicos cubanos?

De Milenys Torres

O que eles não publicaram ao fazer a cobertura, o que eles sentem três anos depois de ter acompanhado o desempenho do Más Médicos, no Brasil, e o que significa para os nossos jornalistas seguirem os passos dos colaboradores cubanos em todo o mundo.

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Fidel na história de López Obrador

Nestes dias de novembro nos lembramos especialmente de nosso eterno comandante, dois anos depois de seu desaparecimento físico e do 62º aniversário da partida dele e seus companheiros no iate Granma das costas mexicanas. Que novembro melhor do que isso em que Andrés Manuel López Obrador está prestes a se tornar presidente do México, para o seu povo, quero lembrar-lhes destas palavras que Fidel, com as suas qualidades visionárias, dedicou à AMLO há 8 anos.

 

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Ninguém fala sobre isso.

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A amnésia de Bolsonaro.

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