A Casa Branca: Poderosa casa de cartas? Escrito por Nicanor León Cotayo

John Kelly

A administração de Trump vê pedaços importantes que integram-no, enquanto o caos está inundando-o.

Donald Trump anunciou neste sábado, logo John Kelly, 68 anos, chefe de gabinete vai deixar que a responsabilidade que ele tinha assumido desde 2017.

Para essa posição, ele esclareceu que nomeará um substituto “interino” sem a necessidade do endosso do Congresso.

Segundo a agência de notícias espanhola EFE, a renúncia é um general aposentado das Forças Armadas dos EUA.

Antes de entrar no governo de Trump, Kelly dirigiu o Comando Sul entre 2012 e 2016.

O destacado militar estava convencido de que sua disciplina militar entraria nos escândalos diários na Ala Oeste da Casa Branca, mas fracassou.
Sobre Kelly, Trump disse: “Ele é um cara ótimo”.

A estreita relação entre os dois era um segredo aberto, mas até agora o chefe de gabinete resistiu aos ataques.

Os militares condecorados começaram como secretários de Segurança Nacional e tornaram-se a face visível de sua polêmica política de imigração.

Kelly tinha revelado que vários conselheiros presidenciais estavam acostumados a entrar no Salão Oval da mansão executiva para “aquecer os ouvidos do presidente.”

Os militares exaltaram o exemplo de dois consultores controversos, o estrategista Steve Bannon e Anthony Scaramucci, diretor de Comunicação.

Ele também tomou medidas para evitar o vazamento de informações para a mídia, e arriscou sua cabeça política, degradando temporariamente “top secret” uma permissão “segredo” para o filho e assessor de Donald Trump, Jared Kushner, usado para acesso as informações confidenciais.

Até mesmo a mídia dos EUA comentou que essas mudanças não impediram o poder caótico dos tweets de Trump, nem sua tendência a assumir posições controversas.

A frustração de John Kelly aprofundou quando ele veio para ver o presidente a estabelecer uma comparação entre neonazistas e manifestantes anti-racistas após violentos confrontos que sacudiram os residentes de Charlottesville (Virginia) em agosto de 2017.

Duas publicações importantes dos Estados Unidos, The Wall Street Journal e The New York Times advertiu no domingo que Nick Ayers, de 36 anos, favorito Donald Trump para substituir John Kelly, não iria ocupar essa posição porque seria apenas para três meses desde que ele tenha outros compromissos planejados.

Ayers é atualmente o chefe de gabinete do vice-presidente Mike Pence.

Algo vem junto muitos observadores a Casa Branca, com toda a força, não para de lembrar um poderoso castelo de cartas.

Categories: A Casa Branca: Poderosa casa de cartas, agência de notícias espanhola EFE,, Trump, Kelly dirigiu o Comando Sul entre 2012 e 2016., Uncategorized | Deixe um comentário

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