Segundo José Vieira da Cunha, a campanha, que surge no âmbito dos esforços da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para a eliminação da malária, “é de efeito residual e dura no mínimo três a quatro meses”.

“A intervenção está a ser implementada de forma focalizada noutras províncias do país e, em breve, poderemos colher os resultados desta ação preventiva”, assegurou, recordando que a malária “é o principal problema de saúde pública” em Angola.

O governante, que presidiu, em Luanda, à cerimónia do Dia Mundial da Malária, que se assinala hoje, sublinhou que a doença “é igualmente a principal causa de absentismo laboral e escolar”.

“Constitui uma das principais causas de baixo peso ao nascer, de anemia em mulheres grávidas e de mortalidade relacionada com a gravidez, parto e pós-parto” adiantou.

A malária é a primeira causa de morte em Angola, seguido dos acidentes de viação e, de acordo com as autoridades, representa cerca de 20% dos internamentos nas unidades sanitárias e cerca de 35% da procura de cuidados curativos. Continuar a ler