Câncer de corrupção prejudica Temer

O exmandatario, de 78 anos, é acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e desvio de dinheiro público.  x

Cáncer de corrupción socava a Temer

Metástase para o seu corpo pelo câncer da corrupção, o presidente brasileiro Michel Temer (2016-2018), ele amanheceu preso hoje pela segunda vez desde que ele entregou o poder em 1 de Janeiro de político de extrema-direita Jair Bolsonaro. Às 15:00, horário local, na quinta-feira, Temer se entregou à Superintendência da Polícia Federal em São Paulo.

O tribunal determinou que ele permaneça na capital paulista, onde mora, apesar de o caso estar dentro do escopo da operação anticorrupção Lava Jato, no Rio de Janeiro.

Seu novo cenário entre bares responde a uma decisão judicial e ao cumprimento da prisão preventiva, ou seja, sem condenação ou sentença.

Em Lava Jato, tal condição não tem um certo estágio e é estabelecida quando se considera que o suspeito pode fugir ou oferecer risco ao progresso do processo, como destruir provas.

Durante sua primeira prisão, o ex-governador foi preso em 21 de março por um parecer do juiz Marcelo Bretas, da sétima corte criminal do Rio de Janeiro e responsável pela Lava Jato.

Bretas decretou a prisão provisória de Temer depois que os promotores o acusaram de ter favorecido pelos subornos Engevix pagos em troca de contratos de construção benefício com a empresa estatal Eletronuclear.

Suspeita-se que o proprietário da Engevix, José Antunes Sobrinho, tenha pago em 2014 a um amigo pessoal de Temer (exoronel João Baptista Lima Filho). Por outro lado, o empregador teria se beneficiado de arranjos de trabalho.

Sobrinho contou, em um prêmio concedido à Lava Jato, que Temer tinha conhecimento e deu consentimento à dica.

O ministro alegou que o ex-chefe de Estado foi o principal líder de uma organização criminosa que trabalhou por 40 anos e desviou mais de 473 milhões de dólares.

Da mesma forma, também ordenou a prisão de sete pessoas, incluindo Wellington Moreira Franco Bretas, ex-ministro do Governo do Temer, e Baptista Lima Filho, que há muito tempo está sendo investigado pelas autoridades brasileiras.

Depois de ser preso na chamada Operação Descontaminação, Temer foi libertado quatro dias depois por uma decisão preliminar do magistrado Antonio Ivan Athié.

Agora por dois votos a um, o Tribunal Regional Federal da segunda região (TRF-2), no Rio, determinou que ele voltasse para a prisão com seu inseparável batista Lima Filho.

Os juízes no entanto mantido o habeas corpus para o ex-ministro Moreira Franco e Carlos Alberto Costa, Maria Rita Fratezi, Carlos Alberto Costa Filho, Vanderley Natale.

Claramente, Temer voltou à prisão pelo mesmo caso em março e seus advogados estão buscando um recurso nos tribunais superiores para reverter o veredicto do TRF-2.

Outros processos judiciais, que dependem do advogado de profissão, são executados nos tribunais federais do Rio, São Paulo e Brasília.

o caso da Eletronuclear é mencionado não só, mas também a lavagem de dinheiro na reparação de um edifício de sua filha Maristela, o caso da mala com 500 mil reais (cerca de 127.000 dólares americanos) entregues pelo grupo JBS a um dos seus ex-assessores e o decreto que ele assinou quando era presidente para favorecer empresas que operam no porto de Santos (São Paulo).

Em seu governo, o líder do Partido do Movimento Democrático Brasileiro usado todas as suas armas para se esquivar da justiça, no entanto cumpriu o que ele previu seu coordenador político, Carlos Marum ‘mandato uma única vez, Temer prisioneiro poderia ser concluída’.

Junto com seu chefe, Marum instalou o impeachment (processo legal) que foi deposto em 2016 para a presidenta constitucional Dilma Rousseff por meio de um golpe parlamentar-judicial.

Quando as acusações foram apresentadas há dois anos, o redator autodefinido também teve o privilégio de um foro privilegiado do presidente e elas não passaram a ser analisadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

No final de seu mandato, em janeiro, algumas das denúncias criminais foram enviadas à Procuradoria Geral da República no Distrito Federal e atualmente o perseguem.

Conforme determina a Constituição, os deputados federais precisam decidir se autorizam ou não um julgamento do ex-presidente no STF.

No momento não se sabe quando Temer será julgado, quem, de acordo com os detratores, possivelmente dirige sua cela com um espírito corrupto e sem espaço para honra.

Escrito por Osvaldo Cardosa Samón / PL

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