Denunciam na China a extraterritorialidade da Lei Helms-Burton.

Denuncian en China la extraterritorialidad de Ley Helms-Burton

A China e grande parte da comunidade internacional se opõem à Lei Helms-Burton porque ela reforça o bloqueio econômico, financeiro e comercial contra a ilha.

Os Estados Unidos foram longe demais ao ativar o capítulo da controversa lei Helms-Burton que, além de exercer pressão sobre Cuba, atinge toda a comunidade internacional com sua natureza extraterritorial, disse um estudioso chinês hoje.

Pan Deng, especialista da Universidade Chinesa de Ciência Política e Direito, considerou que isso representa uma reencarnação da era colonial que vai além de tentar sufocar a nação caribenha e erroneamente se proteger da suposta violação dos direitos humanos para impor sanções unilaterais.

Em um artigo publicado no site do canal CGTN, o intelectual referiu-se à preocupação global com a disposição que permite ações judiciais contra entidades cubanas e estrangeiras fora da jurisdição do país do norte.

Ele lembrou que isso vai contra o princípio da Organização Mundial do Comércio (OMC) de evitar barreiras às empresas, troca de bens e serviços entre diferentes estados do planeta.

No entanto, Pan chamou a atenção para a posição de um número crescente de nações agora dispostas a confrontar Washington neste caso, o que mostra a rejeição que gera de um lado do globo para o outro.

A União Européia, por exemplo, entrou com uma queixa na OMC e será difícil para os Estados Unidos justificar a lei, por isso corre o risco de perdê-la, indicado no texto, que também expõe a origem e os propósitos da legislação controversa. Norte-americano

A administração do presidente Donald Trump ativou no mês passado o Título III do Helms-Burton, descrito como desova legal.

Ele também anunciou que endurecerá os impedimentos à entrada nos Estados Unidos de administradores e familiares de empresas que investem legitimamente na ilha, em propriedades que foram nacionalizadas.

Além disso, o Conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, anunciou que haverá novas restrições financeiras, viagens e remessas para Cuba.

A China e grande parte da comunidade internacional se opõem a esse movimento porque reforçam o bloco econômico, financeiro e comercial contra a ilha, o principal obstáculo para o desenvolvimento e o bem-estar de seu povo.

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