GUAIDÓ QUER FAZER COM O ESEQUIBO O MESMO QUE MACRI FIZER COM AS MALVINAS

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Argentina desde 1833 mantém uma disputa territorial com a Grã-Bretanha depois que sua Marinha ocupou as Ilhas Falkland, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, localizadas a poucos quilômetros da plataforma continental da Argentina.

Naqueles anos, a Marinha Real Britânica usado as ilhas como um ponto de posto militar para fornecer carvão para seus navios, dependendo de sua estratégia para controlar o Atlântico Sul Seaway e do Estreito de Magalhães.

No século XX, a Grã-Bretanha usou este ponto militar para estocar petrolífera argentina localizada na Patagônia, mas em grande parte perdido raison d’etre sua posse ao ponto que estava perto de retornar Malvinas para a Argentina em 1968 através de um Memorando de compreensão

O que aconteceu depois que ele é bem conhecida: em 1982, Leopoldo Galtieri, um dos líderes da ditadura militar, ordenada para recuperar as Ilhas Falkland, aproveitando-se da relação carnal com os Estados Unidos ea Grã-Bretanha com a ajuda de Chile e Washington repelido avançada deixando centenas de soldados argentinos mortos, lembrados hoje como heróis.

Desde então, os governos argentinos têm alternado entre deixando de lado a questão das relações bilaterais com a Grã-Bretanha, ou mesmo fornecer facilidades à população artificial instalado pelos britânicos chamado kelpers, ou defender a soberania da Argentina tentando obter o máximo possível de apoio internacional para forçar a Grã-Bretanha a negociar o retorno das ilhas às mãos argentinas.

O CASO MACRI C.A., UM ESPELHO PARA A VENEZUELA

No último governo de Cristina Fernández de Kirchner, houve progresso em uma posição comum em nível regional em favor da causa das Malvinas. Mesmo a Unasul, em um evento sem precedentes, declarou que qualquer navio com a bandeira das “Ilhas Falkland”, nome com o qual os britânicos rebatizam as Malvinas, seria considerado ilegal nos portos sul-americanos.

Assim, a Argentina avançou no bloqueio de voos, permissões de pesca e materiais para a exploração de petróleo nas ilhas, levando em conta que seus ricos recursos naturais são considerados argentinos. No entanto, essa posição, que até recebeu o apoio dos países africanos e do G7 mais a China, foi demitida assim que Mauricio Macri se tornou presidente, o primeiro presidente que não nomeou a causa das Malvinas em sua posse.

O auge da infâmia veio em 2016, quando o vice-ministro das Relações Exteriores da Argentina, Carlos Foradori, e seu colega britânico Alan Duncan assinaram um acordo que dá flexibilidade às “Ilhas Falkland” para conceder licenças de pesca, explorações de petróleo e alivia restrições de viagens. para as ilhas do solo argentino.

SOBERANIA É UM MITO QUANDO OS GOVERNOS NEOCOLONIAIS ESTÃO SE INCLINANDO COM O GOVERNO TRANSNACIONAL

Além do desaparecimento das Malvinas da agenda bilateral, o governo Macri não se preocupou muito em denunciar a militarização do mesmo com o carregamento de submarinos nucleares, num contexto em que se encontra uma base da Organização do Tratado do Atlântico em seu território. Norte (NATO).

Em vez disso, o governo argentino estabeleceu um péssimo precedente para a reivindicação argentina de ter assinado um acordo que descarta as medidas tomadas pela República Argentina para recuperar um território que, além de rico em recursos naturais, está localizado perto da Antártida. onde 80% da água doce do mundo está localizada.

MACRI EM AÇÃO DA MESMA MANEIRA QUE GUAIDÓ

Em relação às Malvinas, há também uma situação semelhante à do venezuelano Essequibo, onde a ExxonMobil pretende explorar petróleo em uma área considerada venezuelana. Como na Guiana, o governo dos Kelpers, como os britânicos chamaram de população artificial das Malvinas, concedeu consenso a companhias petrolíferas como a britânica Rockhopper Exploration e a Tullow e a estatal norueguesa Equinor.

A coisa normal do caso seria que o governo de Mauricio Macri, imediatamente, proibisse estas empresas de operar em território argentino para ir contra a soberania do país. No entanto, a resposta para isso foi conceder a duas dessas empresas, a Equinor e a Tullow, consórcios para buscar petróleo nas zonas marítimas próximas de onde operam ilegalmente nas Malvinas.

Embora no caso da Equinor você possa fazer a ressalva que vendeu seus assentamentos nas Malvinas para o Rockhopper, a verdade é que o governo argentino nem se deu ao trabalho de verificar que um de seus executivos, Anne Drinkwater, era quem As Malvinas criaram o roteiro para explorar os hidrocarbonetos do território em disputa.

Mas não só feliz com isso, Macri concedeu consenso nas zonas marítimas contíguas às Malvinas a transnacionais de origem britânica como British Petroleum e Shell. Segundo especialistas, se essas concessões forem lançadas, qualquer diferença poderia ser resolvida em um tribunal internacional relegando a jurisdição local da Argentina.

Levando o caso para a Venezuela, se o governo fosse presidido por Juan Guaidó, seria como a Venezuela dando à ExxonMobil todas as áreas adjacentes ao Essequibo venezuelano, e o restante às transnacionais dos Estados Unidos.

Por mais que pareça puxado pelos cabelos, vale lembrar que, além de ajudar com o roubo de 30 bilhões de dólares à Venezuela, o partido de Guaidó, Voluntad Popular, tem sido um dos mais apoiados pela alegação da ExxonMobil. sobre o fim de suas concessões de petróleo no país.

Missão Verdade

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