Daily Archives: 17 de Junho de 2019

Instinto materno. Belo.

Ela não se mexeu porque é mãe.

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Arte contemporânea “Made In Luanda”.

Arte africana. Por muito tempo o rótulo “exótico” ou “tribal” foi associado a tudo o que vinha de África. Mas a arte africana contemporânea deixou o colonialismo e as utopias da década de 1970 para trás. Hoje, o continente dita tendências em todo o mundo, com um grande contributo dos artistas angolanos.

Paula Nascimento faz parte do meio artístico internacional; foi curadora do Pavilhão Angolano, que ganhou o ouro na Bienal de Veneza, e conhece muito bem a cena artística angolana e o que a move.

“É uma cena jovem e vibrante, com pintores, fotógrafos, artistas de vídeo, todos os tipos de meios, de performances. É um caldeirão de ideias”, afirma.

Um dos artistas mais famosos de Angola, pioneiro no estilo contemporâneo, está a preparar uma retrospectiva dos últimos 50 anos. António Ole, tal como os jovens artistas africanos da sua época, foi influenciado pelo colonialismo, mesmo depois da independência do país, em 1975.

“Estamos bastante ligados à ideia de opressão no passado, porque o colonialismo provoca uma retenção cultural. E é um longo processo para restaurar essa identidade”, revela o artista plástico. Continuar a ler

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Ajuda fornecida por Cuba crianças vítimas do disastre nuclear do Chernóbil.

O doutor britânico Dorin Weppler-Grogan, criticou hoje no jornal, a omissão da ajuda fornecida por crianças vítimas do disastre nuclear na série da televisão do mesmo nome.-entre 1989 e 2011 Cuba hospedado 20000 crianças afetadas pelo cancro.

Estamos falando sobre a explosão de um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl em 26 de abril de 1986, uma tragédia que volta mais uma vez à tona com a minissérie da HBO Chernobyl.

Mais de 23 mil crianças afetadas pelo acidente que receberam atendimento médico em Cuba.

O programa do Ministério da Saúde de Cuba foi desenvolvido entre 1990 e 2011.

 

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Há mais mulheres no Comité Central do MPLA.

O MPLA, maior partido político em Angola, realizou este sábado o sétimo congresso extraordinário onde elegeu mais 134 membros para integrarem o seu Comité Central, 57 deles são mulheres.

De acordo com a Vice-Presidente do MPLA, a aposta nas mulheres deve-se a vários fatores:

“Em Angola nós temos 52 por cento de mulheres. Angola é subscritora de vários instrumentos internacionais que defendem a paridade do género, e as Nações Unidas instaram os países membros, até 2030, a alcançarem a paridade do género e, obviamente, Angola sendo membro das Nações Unidas está a fazer uma caminhada sólida e segura no sentido de atingir a paridade do género em 2030”, explicou Luísa Damião.

Já para a docente universitária Agbessi Cora Neto estes números não dão garantia à população, de uma maior e melhor defesa dos direitos das mulheres”

“O que esse congresso nos vem dizer é que, em termos de representatividade, houve algum incremento de mulheres. Isto pode significar cada vez melhor cumprimento das normas, quer nacionais quer sub-regionais e regionais, na matéria, inclusive também a nível das Nações Unidas e os objetivos de desenvolvimento do Milénio, porém isso não nos diz que essas mulheres estão de facto comprometidas com as causas das mulheres”.

Mas a vice-presidente do MPLA, garante que o seu partido est´a cumprir o seu papel e a aposta é no mérito:

“Nós, hoje em dia, estamos a lutar para esta paridade, mas não é só para cumprir cotas, nós queremos aliar essas cotas à “meritocracia” e temos mulheres com qualidade, com valências, com capacidade, que estão atentas a esses problemas e têm estado a dar o seu valioso contributo”, adiantou Luísa Damião.

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Brasil não repõe médicos cubanos, diz  New York Times

Jornal dos Estados Unidos mostra a dura realidade dos locais antes atendidos pelo mais Médicos.    x

 

 

Brasil continua sem substituir os doutores cubanos que pertenceram ao programa Mais Médicos, o que afeta a 28 milhões de pessoas no país, divulgou hoje o jornal estadunidense The New York Times, segundo a agência de notícias cubanas Prensa Latina. A publicação recordou que o presidente Jair Bolsonaro disse que poderiam solucionar a ausência dos profissionais da ilha com a graduação de uns 20 mil doutores brasileiros ao ano, mas seis meses após sua chegada ao poder em janeiro passado.

Em 14 de novembro de 2018 o país caribenho anunciou que não continuaria no mencionado programa com condicionamentos expostos por Bolsonaro, então presidente eleito, que declarou que modificaria termos e condições da iniciativa com desrespeito à Organização Pan-americana da Saúde (OPS) e ao convênio desta com Cuba.

Professora

Assim, em fevereiro passado o governo do presidente ultradireitista deu a conhecer a decisão de encerrar Mais Médicos. O Times citou dados da Confederação Nacional de Municípios, os quais indicam que 28 milhões de pessoas em todo Brasil viram reduzido consideravelmente seu acesso à atenção de saúde depois desses fatos.

Ligia Bahia, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, declarou ao jornal que, em vários estados, as clínicas de saúde e seus pacientes não têm médicos. “É um passo atrás. Impede os diagnósticos precoces, o rastreamento das crianças, as gravidezes e a continuação dos tratamentos que já estavam em marcha”, afirmou.

Ao redor da metade dos doutores do mais Médicos eram de Cuba, e deslocaram-se em 34 aldeias indígenas remotas e nos bairros mais pobres a mais de quatro mil localidades e cidades, lugares em grande parte rejeitados pelos profissionais brasileiros, acrescentou o jornal.

‘A disposição dos médicos cubanos para trabalhar em condições difíceis converteu-se em uma pedra angular do sistema de saúde pública’, expressou Bahia à publicação.

De acordo com um relatório da OPS, nos primeiros quatro anos a mais Médicos, a percentagem de brasileiros com atenção primária aumentou de 59,6 a 70 por cento.

A saída dos cubanos poderia reverter essa tendência, com consequências especialmente graves para os menores de cinco anos, e poderiam provocar a morte de até 37 mil crianças pequenas para 2030, advertiu Gabriel Vivas, um servidor público da OPS citado pelo jornal.

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Cuba avança na proteção a crianças e adolescentes

Bloqueio dos EUA não impede desenvolvimento da política de progresso sociial do país.    x

 

 

Apesar das restrições derivadas do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba, a ilha avança hoje nos programas de proteção dos meninos, meninas e adolescentes. Assim explicou a representante permanente alternada de Cuba à ONU, Ana Silvia Rodríguez, na sessão anual da junta executiva do Fundo de Nações Unidas para a Infância (Unicef), no dia 11 de junho. A informação é da agência cubana de notícias Prensa Latina.

Ainda que o cerco norte-americano viu-se reforçado com a recente ativação do Título III da Lei Helms-Burton, meu país continua avançando na implementação da Agenda 2030 e a proteção de sua população, especialmente, os mais jovens, destacou. A diplomata também fez referência aos direitos dos meninos, meninas e adolescentes consagrados na nova Constituição da República de Cuba, aprovada em 10 de abril de 2019.

Rodríguez referiu-se também aos resultados positivos do programa de Unicef na ilha, cujos objetivos estão de acordo com o Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social de Cuba até 2030. Cuba reafirmou seu apoio ao trabalho de Unicef, uma agência de Nações Unidas comprometida com a implementação da Agenda 2030 e a promoção do bem-estar das crianças do mundo, particularmente, aqueles que ainda vivem na pobreza extrema.

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Parlamentares mexicanos não aceitam imposição de Trump

Presidente dos Estados Unidos pretende que fazer do México uma zona tampão para conter os migrantes.    x

 

 

Parlamentares do Movimento de Regeneração Nacional (Morena), ao qual pertence o presidente López Obrador, disseram que o México não aceita se tornar uma zona tampão para manter os migrantes fora dos Estados Unidos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que fazerdoMéxico um “terceiro país seguro”, o que forçaria o México a receber pedidos de asilo de migrantes que chegaram aos Estados Unidos.

Para Porfirio Muñoz Ledo, presidente da Câmara dos Deputados e veterano do Morena, a exigência de Washington seria uma perda inaceitável de soberania. “Eles querem nos converter em um país enjaulado”, afirmou no Congresso, pouco antes de afirmar em uma rádio local que Trump estava usando “terror econômico” para pressionar o México e que o país não deveria se render a ele. O líder da legenda no Senado, Ricardo Monreal, também criticou a proposta. “Um acordo de terceiro país seguro seria inadmissível”, afirmou.

Nesta sexta-feira, o chanceler Marcelo Ebrard voltou a dizer que o México não aceitou que os Estados Unidos enviem ao país um número ilimitado de solicitantes de refúgio. Em uma entrevista coletiva, ao lado de López Obrador e dos governadores dos estados do Sul do país, mais afetados pela imigração irregular — Chiapas, Oaxaca, Tabasco, Campeche e Veracruz — Ebrard pediu o apoio das agências internacionais como a ONU para tratar do tema.

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Futebol feminino surge nos anos 20 e enfrenta até hoje o machismo

A Copa do Mundo de Futebol Feminino 2019, disputada na França, começou bem para a Seleção Brasileira, que marcou três gols e garantiu a vitória contra a Jamaica, no último domingo (9). Apesar de a modalidade estar em alta, nem sempre foi assim na história do país: as mulheres passaram quase 40 anos proibidas de disputarem competições oficiais. Mulher jogar bola era caso de polícia no Brasil.  x

Pela primeira vez, as atletas da Seleção Feminina vestem um uniforme com identidade própria.

“A proibição instituída pelo governo de Getúlio Vargas durou de 1941 a 1979 e, até hoje, o futebol de mulheres colhe as consequências desse decreto-lei”, explica a pesquisadora Aira Bonfim, mestranda do curso de História, Política e Bens Culturais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), onde se dedica aos primórdios das mulheres no esporte, prática considerada subversiva para os padrões das primeiras décadas do século 20.

Na luta pela emancipação, o futebol feminino aparece nos picadeiros de circos brasileiros a partir da década de 1920, o que, para Aira, pode ter sido um dos espaços inauguradores da mulher como jogadora de futebol, na confirmação de que a modalidade é uma manifestação cultural e política.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Aira, que, em 2018, compôs a Comissão Organizadora do III Simpósio Internacional de Estudos Sobre Futebol, comenta sobre a trajetória histórica do futebol de mulheres, nomenclatura enfatizada por ela.

A pesquisadora argumenta que a modalidade deve ser pensada e valorizada para além de eventos esportivos como a Copa do Mundo, mas pondera que a competição tem o importante papel de abrir os olhos para dificuldades e potencialidades do futebol feminino. Continuar a ler

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Cuba e Guiana fortalecem suas relações históricas

Bruno Rodríguez de visita oficial a Guyana

Bruno Rodríguez em visita oficial à Guiana   x

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodriguez Parrilla, foi recebido no sábado pelo Presidente da República Cooperativa da Guiana, o Exmo. Sr. David Granger.

Durante a reunião cordial, ambas as partes notaram o estado positivo das relações bilaterais e ratificaram a vontade mútua de continuar fortalecendo as históricas relações políticas, diplomáticas, de cooperação e econômico-comerciais entre a Guiana e Cuba.

Anteriormente, Rodríguez Parrilla manteve trocas com o primeiro-ministro e primeiro vice-presidente da Guiana, honorável Moses Veerasammy Nagamootoo e seu homólogo, Exmo. A Sra. Karen Cummings, na qual os laços históricos de fraternidade que unem nossos povos e governos e os resultados positivos da cooperação em várias áreas foram destacados.

O bom estado das relações bilaterais e o interesse comum de fortalecer os laços políticos, de cooperação e econômico-comerciais entre nossas nações também foram ratificados.

De acordo com o chanceler cubano, através de sua conta na rede social Twitter, ele também trocou com moradores cubanos na Guiana e com colaboradores da ilha maior das Antilhas que prestam serviços lá, sobre o ressurgimento do bloqueio e seu impacto na ilha, o fortalecimento da as ligações com os nossos nacionais no estrangeiro e a firme convicção do povo cubano de resistir e vencer.

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