América Latina e Caribe: ainda estamos lutando

América Latina y Caribe: Seguimos en pie de lucha

O XXV Fórum de São Paulo será realizado de 25 a 28 de julho em Caracas. A reunião contará com a presença de intelectuais, parlamentares, representantes de mais de 124 partidos políticos, organizações e movimentos sociais de todo o mundo.

Antes da reunião, Cubadebate recorda linhas estratégicas do mecanismo de concertação durante este último ano, a declaração final da XXIV reunião realizada em Havana, de 15 a 17 de julho de 2018, 28 anos após a fundação do Fórum.

Declaração de Havana

A América Latina e o Caribe vivem hoje, 28 anos após a fundação do Fórum de São Paulo, os efeitos de uma ofensiva reacionária, conservadora e neoliberal multifacetada, resultado de interesses convergentes e esforços combinados entre as elites mundiais do capitalismo transnacional, a governo dos Estados Unidos da América como seu núcleo hegemônico, e das classes dominantes aliadas de nossa região.

Esta ofensiva multifacetada conseguiu empurrar para trás as forças de esquerda e progressistas, através da derrubada de governos, golpes parlamentares e judiciais. A direita imperial e as oligarquias subordinadas amplificaram os erros e limitações das forças transformadoras, que sofrem retrocessos e, ao mesmo tempo, possuem um imenso potencial de luta. Isso explica em um grau fundamental a mudança adversa na correlação de forças conjuntural prevalecente.

Examinar a natureza e a profundidade dos erros e insuficiências corresponderá de maneira soberana aos partidos políticos e movimentos sociais de cada país.

O golpe militar e parlamentar contra Zelaya, em Honduras (2009); o golpe parlamentar dado a Lugo, no Paraguai (2012); a derrota eleitoral da Frente pela Vitória, na Argentina (2015); o impeachment contra Dilma Rousseff no Brasil (2016), através de um “golpe parlamentar, judicial e midiático”; a vitória de figuras conservadoras ou ultraconservadoras de direita no Chile, no Paraguai e na Colômbia; a condenação sem provas e prisão de Lula para impedir sua candidatura à presidência da República do Brasil; as divisões ostensivas no campo popular ao enfrentar as agendas neoliberais restauradas; a desqualificação da política que em importantes países da região favorecem os planos da direita, e o fortalecimento público de figuras e projetos com raízes fascistas em vários países, constituem, entre muitos outros, indicadores da ofensiva neoliberal, que as forças de esquerda são desafiados a reverter em favor das pessoas.

O desempenho do direito está diretamente relacionado à natureza expansionista e predatória do capitalismo e aos interesses do capital financeiro que o dominam.

Os fatos falam: entre a última reunião do Fórum de São Paulo (Manágua / 2017) e a de Havana (2018), em nível global os efeitos negativos da concentração de propriedade, poder e riqueza nas mãos de uma elite mundial determinada a impor, a qualquer preço, melhores condições para aumentar suas taxas de lucro.

Isto é confirmado pela destruição da natureza, com efeitos negativos crescentes no clima; tentativas de privatizar bens públicos como água, terra e petróleo e seu uso predatório por corporações transnacionais; Tentativas de privatizar fundos públicos; o ataque aos direitos trabalhistas e sociais; o insultante aumento da desigualdade e da desigualdade; a destruição das forças produtivas através da guerra para encorajar as chamadas economias centrais; a multiplicação dos fluxos migratórios e o sofrimento que milhões de seres humanos sofrem por serem forçados a emigrar, e a ofensiva que os interesses transnacionais desenvolvem contra a soberania nacional de nossas nações, a fim de facilitar a livre circulação de capital.

Essas realidades, agravadas pelo perigoso desempenho da administração Trump, que busca reverter a tendência decadente da hegemonia norte-americana, multiplicam os riscos para a paz mundial e o status da América Latina e do Caribe como zona de paz. A América Latina e o Caribe continuarão sendo uma prioridade para a política externa dos EUA, cuja dominação é de vital importância na ânsia de manter uma ordem mundial unipolar insustentável.

Os EUA e seus aliados precisam consolidar a percepção de que a história continental entrou em uma fase regressiva imparável em favor do capitalismo. Embora a reação contra os governos progressista e de esquerda tenha sido imediata, devido ao descrédito e ao extremo enfraquecimento dos partidos políticos de direita, utilizados para impor a reestruturação neoliberal, desqualifico-os como instrumentos capazes de descarrilar as transformações sociais promovidas, conforme o caso, por movimentos políticos do Fórum de São Paulo. Daí a necessidade de recorrer à estratégia desestabilizadora que combina a mídia, a guerra legal e econômica, a interferência externa e a criminalização do movimento e do protesto social, entre outros, que servem aos golpes de novo tipo (judicial ou parlamentar) ou a derrota eleitoral.

Diante desta reação do imperialismo e das oligarquias locais contra as forças progressistas, rejeitamos a idéia do “fim do ciclo” com a mesma firmeza e convicção com a qual, em seu momento, o fizemos com o “fim da história”. As forças progressistas da América Latina continuarão lutando por horizontes de um mundo baseado na justiça social.

A Casa Branca e seus aliados buscam exatamente o oposto: dividir, cooptar, desmobilizar e gerar desânimo. É razão suficiente para impormos com fatos e idéias os verbos da unidade da esquerda e do campo popular para organizar e lutar.

Preservar as experiências de soberania, de expansão da democracia, de governo popular e com projeções antiimperialistas, impulsionadas por partidos de esquerda e progressistas; oferecer apoio decisivo e estimular os esforços emancipatórios e ideais anticapitalistas dos movimentos sociais e populares que agem assim; trabalhar com coragem para consolidar uma paz duradoura com justiça social e promover esforços que permitam avançar na integração soberana de que Martí chamava Nossa América, transformam-se em imperativos políticos e em provas de honra para a esquerda continental.

Como em 1990, quando surge como espaço de ação concertada e construção coletiva da esquerda plural latino-americana e caribenha, diante de uma situação internacional marcada pela incerteza e desorientação gerada pelo desaparecimento da URSS e do chamado campo socialista, o Fórum de São Paulo. Paulo, seguindo sua tradição de reflexão crítica e formulação política, mais uma vez enfrenta o desafio de examinar criticamente o caminho percorrido, reunir forças e renovar esforços para continuar construindo o consenso exigido pela ofensiva do direito em progresso.

Os partidos políticos que fazem parte do Fórum de São Paulo chegam a este XXIV Encontro com uma maior acumulação política, que por sua vez se multiplica pela ação articuladora do Fórum e, com plena consciência da impossibilidade do capitalismo predatório de oferecer alternativas à humanidade , que gera rebelião popular e potencial para a ação transformadora do progressivismo e a esquerda, se esta for reorganizada, atua ao lado de movimentos sociais, prepara quadros e melhora seus projetos de mudança, alguns de clara orientação socialista. Há exemplos suficientes na história da América Latina e do Caribe que provam que quando há unidade, liderança política decisiva e capaz, objetivos claros de luta e moralidade de combate e raízes nas classes populares, multiplicam-se as opções para conter qualquer ofensiva contra o revolucionário, conservador. e restaurador neoliberal, ainda mais, para superá-lo.

Renda ao derrotismo; patrocinar ou tolerar os personalismos e sectarismos que surgem e proliferam em tempos de reveses; Aceitar ou promover a perda de confiança na capacidade política de nossos povos explorados não seria apenas hoje uma afronta aos heróis e mártires da luta pela emancipação do continente, mas uma concessão gratuita e desnecessária aos EUA e seus aliados internacionais. local

Diante do plano do imperialismo para minar a soberania de nossas nações e assumir o controle de seus recursos naturais, opormo-nos com um autêntico espírito internacionalista latino-americano e caribenho, com firme e inegociável senso de dignidade, o plano emancipatório de nossos nobres povos.

Trabalhemos para fortalecer as lutas por justiça e emancipação social, por plena soberania política e independência econômica, pela soberania dos povos e pela paz mundial. Reivindique as melhores experiências emancipatórias dos movimentos sociais e populares da região!

Neste contexto, os delegados e convidados são convidados para a XXIV Reunião do Fórum de São Paulo, de Havana, Cuba, representando a América Latina e Caribe, Ásia e África, Europa e América do Norte:

I. Chamamos a fortalecer o movimento mundial em defesa da paz. A realidade requer a adição de forças para pressionar, por todos os meios possíveis.

II. Notamos que os representantes do grande capital transnacional – governamental e privado, militar e econômico, midiático e ideológico – estão operando com níveis de concordância superiores aos que conhecemos. Concluímos, portanto, que é necessário um exercício prático de internacionalismo mútuo entre todas as forças da esquerda na América Latina e Caribe, Ásia, África, Europa e América do Norte.

III Notamos com preocupação como a direita imperial opera em conjunto no Conselho de Segurança da ONU; em favor do sionismo no Oriente Médio; militarmente cercar a Rússia na Eurásia; impedir que a República Popular da China, na Ásia, continue seu avanço como potência econômica mundial com propostas de paz e cooperação; destruir, na América Latina, os projetos de justiça social, democracia e internacionalismo latino-americano e caribenho que impulsionam nossas forças políticas; e fragmentar o Caribe através de diferentes fórmulas, incluindo as coloniais como Porto Rico.

IV. Ratificamos a validade das seguintes causas e linhas de ação reivindicadas pelo XXIII Encontro do Fórum de São Paulo, realizado em Manágua no ano passado:

Converter a defesa da CELAC, o maior evento unitário dos últimos 200 anos, em um objetivo político prioritário a ser promovido por todos os nossos partidos, movimentos sociais e populares, de todas as escolas, universidades ou espaços de criação intelectual. Semear a ideia integracionista na consciência de nossos povos, já em si, será um avanço contra a política divisionista promovida pelos Estados Unidos e seus aliados. Confiamos no valor das ideias justas: asseguremos que sejam ouvidas por cada um dos governos de Nossa América.
Transformar a defesa intransigente dos orçamentos da Proclamação da América Latina como Zona de Paz no objetivo de toda a esquerda e dos setores patrióticos e democráticos da América Latina e do Caribe.
Repudiar o militarismo nascido das entranhas do imperialismo, que não tem limites nem escrúpulos, é uma necessidade política, ligada à sobrevivência de nossos povos. Dar forma concreta a esse repúdio, em toda ação política cotidiana, é uma questão de princípios que ratificamos.
Rejeite de forma enérgica a ideia absurda e inadmissível de que esta região do mundo pertence às elites de poder dos Estados Unidos ou de qualquer outro país do mundo. Que cada dia seja para a Casa Branca uma memória concreta da afirmação da Segunda Declaração de Havana: “… esta grande humanidade disse ¡Basta! e começou a andar. E sua marcha de gigantes não vai parar até que ele ganhe a verdadeira independência … “.

Organizar em todo espaço internacional que permita, acima de diferenças subalternas de tipo nacional ou setorial, qualquer ação que enfraqueça os níveis de dominação e hegemonia dos Estados Unidos em nossos países, é essencial e possível. O Império escolheu priorizar os componentes da guerra cultural e dos símbolos. Vamos resgatar, como resposta ofensiva, as tradições de liberdade de cada um dos nossos países. Vamos honrar aqueles que forjaram eles. Evitemos a banalidade cultural do Norte que nos despreza de nos impormos sobre a rica história dos países que representamos.
Conhecer com rigor como a direita internacional está desenvolvendo seus planos de desestabilização, contra as experiências de governo e emancipação popular na América Latina e no Caribe, é uma necessidade de primeira ordem. Isso será mais eficaz se criarmos um sistema sólido de troca de informações e experiências coletivas. O Fórum de São Paulo pode desempenhar um papel central neste campo, em particular fazendo esforços na educação política.

Como os delegados do XXIII Encuentro de Managua, por entender que são causas atuais:

Reafirmamos a importância da aproximação e da ação concertada entre a esquerda da Europa e a da América Latina e do Caribe. Comprometemo-nos nesta nova etapa para tornar mais sistemática e efetiva a ação unitária antiimperialista entre as duas regiões. O PIE e o Fórum de São Paulo estão em posição de viabilizar esse objetivo.
Denunciamos, desta vez com motivos adicionais, o papel intervencionista da OEA, que continua a ser utilizado pelo governo dos Estados Unidos como seu Ministério das Colônias. O desempenho de sua secretaria geral, marcada por uma desprezível subordinação aos interesses da Casa Branca, prova isso todos os dias. A OEA, juntamente com o Grupo Lima, constituem os atuais cavalos de Tróia contra a unidade da América Latina e do Caribe. Vamos fazer todo o possível para evitar que continuem seu avanço destrutivo.
Condenamos a guerra não convencional e de amplo espectro, aplicada pelo imperialismo ianque e seus aliados europeus, latino-americanos e caribenhos contra a Revolução Bolivariana. Isto tornou-se para a Casa Branca o objetivo estratégico imediato de derrotar. Seja para nós, portanto, o maior objetivo da solidariedade nessas circunstâncias. Há um ano, em Manágua, o Fórum de São Paulo continua em alerta e em uma sessão permanente de solidariedade internacionalista contra a intervenção internacional em relação à Venezuela.
Mantemos intacta a solidariedade com o (as) argentino (os) e o brasileiro (os), hondurenho (os) e paraguaio (os) que resistem em aceitar o retrocesso ao neoliberalismo em seus respectivos países, após experiências de governo que, por estradas próprias, buscaram o crescimento econômico, a melhor redistribuição da riqueza, a garantia dos direitos sociais, a ampliação da participação popular e da democracia, garantiram a soberania nacional e fortaleceram a integração regional no campo dos BRICS, tudo para combater as desigualdades sociais, regionais e de gênero, racismo, ou que, simplesmente, desafiam por sua política externa a lógica hegemônica da política externa dos Estados Unidos.
Reafirmamos nossa absoluta convicção de apostar pela paz, de acordo com a Declaração da CELAC, que em janeiro de 2014 declarou a América Latina como zona de paz. Por isso, apoiamos o pedido das forças políticas e sociais da Colômbia para que o governo colombiano cumpra com a implementação dos Acordos de Havana, mantenha aberto o processo de diálogo com o ELN e tome certas medidas para pôr fim ao assassinato do primeiro. combatentes e defensores sociais, políticos, ambientais e de direitos humanos. Denunciamos as ações do ultra-direito nacional e internacional de boicotar a paz. É evidente que a Casa Branca, o sionismo internacional e as forças mais atrasadas do continente persistem em fazer com que os grupos oligárquicos da Colômbia continuem sendo uma tropa de choque em favor dos interesses transnacionais na América do Sul. É vital lutar contra esta estratégia, que já colocou um dos países da CELAC como membro da OTAN agressiva.

Rejeitamos veementemente a política intervencionista dos Estados Unidos nos assuntos internos da Nicarágua Sandinista, um país em que a fórmula que está sendo aplicada pelo imperialismo dos EUA a países que não respondem a seus interesses hegemônicos, causando violência, está sendo implementada. , destruição e morte através da manipulação e desestabilização dos grupos terroristas do golpe, que boicotam a busca do diálogo, que é a melhor maneira de superar a crise atual e alcançar a paz, essencial para a continuidade do processo de transformações sociais promovidas pela FSLN pelo governo liderado pelo comandante Daniel Ortega e que reduziu significativamente a pobreza e a desigualdade social naquele país irmão.
Estamos solidários com a Frente de Libertação Nacional Farabundo Martí eo governo do camarada presidente Salvador Sanchez Ceren, confrontados com energia a guerra da mídia, a guerra legal, boicotes econômicos e outras formas de desestabilização, e comprometemo-nos a juntar a eles como observadores na eleição presidencial de 3 de fevereiro de 2019.
A XXIV Reunião do Fórum de São Paulo apela e encoraja a Bolívia e o Chile a encontrar, atendendo às sensibilidades de ambos os países, uma saída para o confinamento marítimo boliviano baseado no diálogo e no direito internacional, e que contribua para uma verdadeira integração de nossos povos. .
Renovamos a rejeição do Fórum de São Paulo à política da Casa Branca, que criminaliza os emigrantes latino-americanos e caribenhos e, em particular, os irmãos centro-americanos. Um mundo sem fronteiras e com cidadania universal é o norte da nossa luta emancipatória.
Rejeitamos qualquer forma de racismo, intolerância e discriminação. Promovemos o pleno exercício dos direitos econômicos, culturais, sociais e políticos das mulheres e a eliminação da cultura patriarcal.
Exigimos a retirada das forças da MINUSTAH que, seguindo um mandato do Conselho de Segurança antidemocrático da ONU, mantiveram o Haiti ocupado por mais de uma década.
Condenamos o tráfico de drogas, o tráfico de pessoas e o terrorismo e denunciamos os padrões duplos de um sistema que alega lutar contra o crime organizado, protegendo ao mesmo tempo seus grandes promotores e principais responsáveis. Defendemos o cultivo legal e o uso tradicional benéfico da folha de coca.
Proclamamos o acesso à água como um direito humano e outros bens comuns (terra, ar limpo, energia, etc.), lutamos contra a depredação do meio ambiente, a ameaça à biodiversidade e ao ecossistema em geral.
Apoiamos as demandas dos pequenos Estados insulares do Caribe para que sejam compensadas pelos danos humanos da escravidão e tenham acesso a recursos que permitam sua resiliência frente às mudanças climáticas.
Exigimos o levantamento incondicional, total e definitivo do bloqueio econômico, financeiro e comercial do governo dos Estados Unidos contra Cuba e a indenização ao povo cubano pelos prejuízos e prejuízos causados ​​por mais de meio século de agressões de todos os tipos.
Exigimos o retorno ao povo de Cuba do território ocupado pela base naval ilegal dos EUA em Guantánamo.
Apoiamos a reivindicação histórica da Argentina sobre a soberania das Ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul.
Exigimos a eliminação de todas as bases militares dos EUA que existem na região (77 no total, que juntamente com a IV Frota, cobrem todo o espaço regional) e de todas as bases militares estrangeiras de qualquer país, onde quer que estejam.
Defendemos os direitos e culturas dos povos indígenas e afrodescendentes e assumimos suas lutas pela restituição e exercício pleno de seus direitos históricos.

Exigimos a total descolonização do Caribe e apoiamos particularmente a independência de Porto Rico, em 25 de julho de 2018, cento e vinte anos após a invasão militar dos Estados Unidos a essa nação caribenha. Também nos pronunciamos pela eliminação de todas as formas de colonialismo e neocolonialismo.
Apoiamos, em adesão à autodeterminação dos povos, a nomeação do Presidente Evo Morales – constitucionalmente empoderado e apoiado pela Convenção Americana – para as eleições de 2019, e rejeitamos os planos desestabilizadores promovidos pelo direito daquele país, da OEA e da OEA. Embaixada dos Estados Unidos.
Somos solidários com o companheiro Rafael Correa Delgado, líder popular e progressista da nossa região. Devido a rupturas do Estado de Direito e devido processo legal, o companheiro Rafael também é vítima de perseguição política e do uso da justiça como instrumento de vingança e intimidação, que rejeitamos. O mandado de detenção internacional que foi emitido contra nós indigno e nos revela.
Saudamos o triunfo democrático e ressonante no México de Andrés Manuel López Obrador à Presidência da República. O triunfo de Morena, membro do Fórum de São Paulo, abre uma esperança para os sonhos e lutas dos povos da nossa América. Unidos Nós faremos história.
Exigimos a libertação imediata de Lula, após uma condenação e prisão sem prova e o direito de ser candidato à presidência nas eleições de outubro no Brasil, respeitando a vontade da maioria do povo brasileiro. Lula ao vivo! Lula inocente! Presidente Lula!

V. Como fizemos há um ano, reafirmamos que a América Latina e o Caribe ainda estão lutando. E eles mantêm a decisão de agir com otimismo, decisão e maior sentido unitário.

Até à vitória, sempre!

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