Cinco mudanças fundamentais que Hugo Chávez trouxe para a Venezuela

La soberanía petrolera y la profundización de la democracia mediante elecciones fueron bases de su Gobierno Bolivariano.

O líder venezuelano implementou profundas mudanças sociais para o benefício das massas, tomou sua diplomacia de paz e a luta contra a interferência dos EUA no resto do continente.

As maiores conquistas do presidente Hugo Chávez em seus 14 anos assumindo as rédeas da Venezuela se refletem na redução da pobreza e no acesso à educação, saúde e moradia para a população mais vulnerável.

Depois de vencer as eleições de 6 de dezembro de 1998, o comandante Chávez assumiu a presidência e iniciou um processo de transformação no país com um novo modelo social inclusivo e de liderança. A Venezuela reivindicou seu bolivarianismo e sua soberania.

1. País livre de analfabetismo
Em 2005, a Unesco declarou a Venezuela um território livre de analfabetismo em um marco ainda lembrado no mundo: em menos de dez anos, 95,2% da população que não possuía nenhum tipo de instrução era alfabetizada.

Foi o resultado da Missão Robinson, criada pelo comandante Hugo Chávez em 1º de julho de 2003, por meio de acordos e conselhos de Cuba. Sob o lema eu posso! Um sistema para ensinar leitura e escrita expandiu-se por todo o país.

A Missão Robinson foi seguida pela Missão Ribas, que garante a continuidade dos estudos desde a terceira fase do ensino básico, ao nível do ensino secundário diversificado e profissional, e da Missão Sucre, para integrar os diplomados excluídos do ensino médio e aceder Seus estudos de ensino superior.

2. Redução da pobreza
Durante o governo do presidente Hugo Chávez, a pobreza extrema na Venezuela foi reduzida de 62,1% para 31,9% entre 2003 e 2011, segundo dados do Banco Mundial.

Da mesma forma, o Banco Mundial indica que o desemprego caiu de 14,5% em 1999 para 7,6% em 2009. Enquanto o número de venezuelanos sem alimentação mínima caiu de 16% em 2000 para 5% 2011. Isso tornou possível declarar quase totalmente a erradicação da desnutrição.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) também aponta que durante a gestão de Hugo Chávez, o Índice de Desenvolvimento Humano permaneceu em constante crescimento. Tornou-se o país com a menor desigualdade e com a distribuição mais justa da riqueza na América Latina, segundo o coeficiente de Gini.

Em geral, a Venezuela passou por 20 trimestres consecutivos de crescimento econômico durante o governo de Hugo Chávez. A dívida pública passou de 73,5% do PIB em 1998 para 14,4% em 2008, um dos níveis mais baixos de endividamento do planeta.

3. Soberania do Petróleo
Em 1º de maio, mas em 2007, o presidente Chávez nacionalizou o Cinturão do Petróleo Orinoco (FPO), agora chamado Hugo Chávez. Foi o primeiro passo para a soberania do recurso mais abundante da nação sul-americana.

Com esta ação, o Estado venezuelano foi garantido a participação de pelo menos 60 por cento, na formação de joint ventures, para a exploração, extração e processamento de petróleo bruto nesta área. Anteriormente, as empresas transnacionais não pagavam impostos nem royalties de petróleo.

O Cinturão do Petróleo tem 55 mil quilômetros quadrados e inclui os estados de Anzoátegui, Monagas, Guárico e Bolívar.

Até junho de 2019, as reservas de petróleo comprovadas e certificadas na Venezuela totalizaram 303.805.745 milhões de barris após a incorporação de novos barris do Cinturão do Petróleo e das chamadas áreas tradicionais, de acordo com o Ministério do Poder Popular de Petróleo.

4. Eleições
Hugo Chávez assumiu em fevereiro de 1999 como o 47º presidente da Venezuela. Desde então, o presidente promoveu a democracia do país com numerosos processos eleitorais, nos quais acumulou múltiplas vitórias.

1999 – referendo constituinte de abril
Referendo constituinte 1999 – dezembro (O país mudou seu nome para a República Bolivariana da Venezuela).
2000 – Eleições presidenciais (Chávez obteve 60% dos votos contra 37,5% de Francisco Arias)
2004 – Eleições regionais
2004 – Referendo presidencial (Chávez é ratificado com 59% dos votos)
2005 – Eleições legislativas
2006 – Eleições presidenciais (Chávez é reeleito com 62% dos votos)
2007 – Referendo sobre reforma constitucional (Win the NO)
2008 – Eleições regionais
2009 – Referendo sobre emenda constitucional
2010 – Eleições legislativas
2012 – Eleições presidenciais (Chávez é reeleito com 55,07% dos votos)
2012 – Eleições regionais

5. Não à interferência, sim à integração
A transformação social da Venezuela veio de mãos dadas com a rejeição da interferência política e econômica dos Estados Unidos (EUA) na América Latina.

O momento em que materializou a rejeição das políticas dos EUA Ocorreu em novembro de 2005 durante a IV Cúpula das Américas, realizada na cidade de Mar del Plata (Argentina). Lá, num comunicado final, Hugo Chávez, junto com os então presidentes da Argentina, Nestor Kirchner, eo Brasil, Lula da Silva, disseram NÃO ao acordo da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA).

“Vamos dizer: ALCA, ALCA, ao inferno… Quem enterrou a ALCA? Os povos da América enterram hoje a Alca, aqui em Mar del Plata ”, disse Chávez na época.

A posição dos três líderes repercutiu na demanda de milhares de pessoas de todo o continente que eram contra a ALCA, por ser um acordo que prejudicou economicamente os povos do sul. A Alca procurou garantir a livre circulação de mercadorias por meio da aplicação de regras comerciais supranacionais e limitar a capacidade dos governos de atuar em suas próprias economias. Os lucros foram para investidores americanos.

Com o desaparecimento da ALCA, nasceu a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA) para o intercâmbio latino-americano e caribenho. A integração continuou sendo o foco da política externa de Chávez com o impulso da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) em 2008 e da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) em 2012.

Da mesma forma, a Venezuela aumentou a cooperação e as alianças entre os países da América Latina e Caribe, especialmente Cuba, que tem sido alvo de mais de meio século de um bloqueio econômico, financeiro e comercial dos EUA.

Extraído da Telesur

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