Agora mais ainda

Foi urgente, ontem e agora, sem perder tempo, quando temos que parar a bola para nos fortalecer e refletir profundamente, porque os resultados do STEP expõem um indicador-chave: quem sofreu mais do que ninguém as políticas do atual governo. Quais dúvidas permanecem? O povo. Não só há muito mais pobreza, há muito mais fome e, a cada dia, mais fontes de trabalho caem, esvaziando a escola pública, rendendo a soberania nacional e multiplicando a dívida externa sob as garras do FMI. Nada termina aqui, porque a repressão e a violência que sofremos nas ruas é diária e diretamente proporcional aos privilégios concedidos ao capital financeiro. A análise não é complexa e a escolha traduz: uma gestão que não está a serviço da sociedade é contra ela.

Hoje, o macrismo representa essa política que tem sido imposta em favor de certos interesses, acima de quase toda a América Latina, como você pode ver entre tantas “Lawfares”, aquelas guerras judiciais das quais Sergio Moro, Claudio Bonadio, o Carlos Stornelli … Através de todo esse mecanismo macabro, no Brasil eles demitiram Dilma Rousseff e prenderam o ex-presidente Lula da Silva, para que ele nem sequer se apresentasse como candidato. Porque sim, é uma política continental para contrariar movimentos populares e impedir sua chegada ao poder. Como? Assim, fazer protagonistas das políticas neoliberais que representam outro ataque violento do intervencionismo transmitido pelos Estados Unidos, para proteger seus recursos, seus negócios e suas bases militares no cone sul.

Como combatemos a monocultura da soja, extremamente perigosa para nossa soberania, devemos identificar a ainda mais perigosa monocultura das mentes, estimulada com as permanentes guerras judiciais e uma incessante campanha midiática para impor um pensamento único. Portanto, agora, mais ainda, devemos manter nossa consciência crítica, encurtando todas as distâncias na diversidade do campo popular. Não precisamos pensar da mesma maneira, mas compartilhamos um objetivo central de salvar a República do desastre que sofremos.

Porque a paz não é doada.

Porque a justiça é construída todos os dias.

E porque não vamos renunciar a nossa soberania.

Por Cubadebate

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