Bolívia perante a OEA: «Em nosso país não há possibilidade de fraude ou manipulação de dados»

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Nesta quinta-feira, o Ministro das Relações Exteriores da Bolívia, Diego Pary Rodríguez, participou da reunião extraordinária do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA), para informar sobre o processo eleitoral realizado em seu país no último domingo, 20 de outubro .

A participação esperada de Pary na sessão do órgão ocorreu após representantes da Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, EUA. e o Equador manifestarão sua discordância com o desenvolvimento e a divulgação dos resultados preliminares das eleições na Bolívia, que colocam Evo Morales como vencedor da eleição do primeiro turno.

“O sistema de computação de dados não teve nenhuma paralisia, nenhuma suspensão é alegada”, disse Pary durante seu discurso.

O chanceler explicou que o processo eleitoral no país se desenvolveu normalmente durante o domingo, mas que o problema surgiu durante o relatório de informação preliminar, que é indicativo e imediato, diferentemente do sistema oficial de computadores.

No entanto, a pedido das missões de observação eleitoral da OEA e da União Europeia, foi reiniciado com o sistema de resultados preliminares na segunda-feira.

Na quarta-feira passada, o diretor do Departamento de Cooperação e Observação Eleitoral, Gerardo Icaza, apresentou o relatório preliminar da Missão de Observação Eleitoral (MOE), que auditou o processo eleitoral que ocorreu na Bolívia.

O MOE considera que “ainda é a melhor opção para convocar uma segunda rodada” porque questionou os resultados da eleição do presidente e vice-presidente, que variaram à medida que a contagem oficial progride.

OEA sem “caráter vinculativo”
No entanto, Pary disse na quinta-feira que, apesar de avaliar a presença da Missão de Observação da OEA nas eleições gerais, eles não coletaram as informações com equanimidade. Sobre o escopo da agência e suas recomendações eleitorais, o ministro das Relações Exteriores lembrou que elas não são “obrigatórias”.

“Na Bolívia não há opção de fraude ou manipulação de dados”, disse Pary, acrescentando que cada partido político tem delegados durante os minutos, podendo até tirar uma cópia e fotografar.

“Nenhum dos candidatos apresentou evidências que apresentem uma suposta fraude de maneira confiável”, acrescentou o chanceler.

Para tirar dúvidas da agência, Diego Pary convidou a presidente do Conselho Permanente da OEA, Rita Claverie Díaz, a visitar a Bolívia e verificar pessoalmente a contagem eleitoral. “Como governo, estamos mais interessados ​​em transparência”, disse o chanceler.

 

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