Máfia anti-cubana de Miami por trás do golpe na Bolívia

Escrito por  Hilo Directo

Mafia anticubana de Miami detrás del golpe en Bolivia

A mídia digital boliviana Erbol divulgou uma série de 16 áudios que envolvem diretamente líderes da oposição orquestrando um golpe contra o governo do presidente Evo Morales, que seria coordenado pela Embaixada dos EUA no país.

Segundo os áudios, os senadores norte-americanos Ted Cruz, Marco Rubio e Bob Menéndez estariam envolvidos no plano, que manteria contato direto com a oposição na Bolívia para conseguir uma possível mudança de regime no país das montanhas. Da mesma forma, oficiais aposentados e ex-prefeito de Cochabamba e requerente de asilo nos EUA após serem acusados ​​de corrupção em 2009, Manfred Reyes Villa, também foram mencionados como um dos arquitetos da operação de golpe do exterior.

Os áudios também mencionam pedidos de líderes da oposição para queimar estruturas partidárias do governo e montar uma greve geral em todo o país. Em tudo isso, seria incluído um eventual ataque contra a Embaixada de Cuba, muito semelhante ao que ocorreu no golpe contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em 2002.

A mídia local destaca que o plano desestabilizador teria sido coordenado pela Embaixada dos EUA na Bolívia antes das eleições e cita os senadores norte-americanos Ted Cruz e Marco Rubio, que teriam contato direto com a oposição boliviana na estratégia. derrubar Morales.

O plano concentrava-se no fato de que, se Evo Morales vencesse as eleições em 20 de outubro, um governo de transição civil-militar seria estabelecido. O novo governo alegaria fraude no processo eleitoral e não reconheceria a vitória eleitoral de Morales.

Nos áudios vazados pelas plataformas sociais, os líderes da oposição pedem para queimar estruturas do partido governamental, montar uma greve geral em todo o país e atacar a Embaixada de Cuba naquele país.

A publicação dos áudios surge em meio à crise política após o triunfo eleitoral de Evo Morales, a quem a oposição acusa de cometer fraude.

Semanas atrás, em um discurso, o presidente Evo Morales havia se referido a supostos planos de golpe e que seu governo tinha as gravações. Nem a oposição nem a Embaixada dos Estados Unidos se referiram ao vazamento dos áudios.

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