Áudio polêmico entre autoridades colombianas prova trama contra a Venezuela

Um meio de comunicação local na Colômbia revelou uma conversa controversa entre o embaixador do país nos Estados Unidos (EUA), Francisco Santos Calderón e a nova ministra das Relações Exteriores, Claudia Blum.

A palestra ocorreu em um restaurante em Washington, onde Francisco Santos criticou o governo do presidente Donald Trump, o ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Carlos Holmes, algumas decisões do presidente Iván Duque, além de mencionar as estratégias que devem continuar sendo usadas contra a Venezuela.

A situação política venezuelana está um pouco parada “, disse o embaixador, no entanto, disse que se preparou para reativá-la trazendo parlamentares europeus para a fronteira venezuelana com o objetivo de manter sua tese de que há uma” crise “no país.

“É a minha vez de inventar coisas para que eles tenham a Venezuela no topo da cabeça (na cabeça). Essa é a tarefa com a qual estou na Venezuela”, disse ele.

Nesse sentido, o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, falou e disse que, após as mudanças feitas pelo governo colombiano, não faz sentido acreditar que ocorrerá uma transformação na diplomacia da Colômbia, uma vez que após a divulgação dos áudios. a cumplicidade da interferência nos assuntos da Venezuela.

“Não adianta acreditar que a prática diplomática colombiana pode ser recomposta: vazamentos vazaram em que o novo ministro das Relações Exteriores está desesperado porque não houve golpe na Venezuela”, disse Arreaza na plataforma do Twitter.

Na polêmica conversa, o embaixador também menciona a Blum que o Departamento de Estado está destruído, ao qual o diplomata recente responde que existem todos os tipos de movimentos para que ele não perca tempo nessas lutas.

Além disso, Santos faz uma visão geral de Blum, que ainda não assumiu o cargo, e explica sobre o mundo político dos EUA. e quais devem ser suas prioridades diante da chancelaria.

“Quero que eles te conheçam”, diz Santos a Blum, enfatizando que eles estabelecerão uma agenda estratégica porque Carlos não fez nada porque não tinha estratégia, destaca a mídia.

“Holmes não tinha estratégia no chefe do Ministério das Relações Exteriores, ele também começou a concorrer e a marcar compromissos nos Estados Unidos, mas depois os cancelou”, disse Santos a Blum.

Após a revelação da gravação, são evidentes os gritos na política externa da Colômbia, as divisões e a competição entre os líderes políticos e as práticas promovidas pela nação colombiana para interferir nos assuntos venezuelanos.

(Com informações da Telesur)

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