Relatório da ONU conclui que no Chile “houve um alto número de violações graves dos direitos humanos”

Relatório da ONU concluiu que o Chile “havia um número alto de violações graves dois direitos humanos”

O relatório da missão enviada pela Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, ao Chile, conclui que “existem razões bem fundamentadas para sustentar que, em 18 de outubro, houve um grande número de violações direitos humanos sérios “.

A missão, convidada pelo governo chileno, esteve no país do sul de 30 de outubro a 22 de novembro em sete regiões (Antofagasta, Araucanía, Biobío, Coquimbo, Maule, Região Metropolitana e Valparaíso).

Informe de la ONU concluye que en Chile "se han producido un elevado número de violaciones graves a los derechos humanos"

Johan Ordonez / AFP

Durante sua visita, ele ficou encarregado de revisar a situação dos direitos humanos no contexto de protestos e o estado de emergência decretado pelo Presidente Sebastián Piñera, identificando os principais padrões e tendências das violações de direitos humanos cometidos, analisando a resposta do Estado e fazer recomendações.

Principais conclusões
Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (OHCHR), a Polícia e o Exército não aderiram às normas e padrões internacionais.

Quanto às ações das forças de segurança do Estado, observou que o protesto pacífico de Carabineros respondia com o uso de força não letal e usava armas desproporcionalmente, como armas de choque e balas de chumbo, não autorizadas para uso nesse tipo de atividade. .

Mortes em protestos
Até 19 de novembro, o Ministério Público do Chile informou que havia 26 investigações para “pessoas falecidas no contexto de manifestações sociais”, em 18 de outubro.

A partir desse número, a missão verificou as informações de 11 casos, o que mostrou que: quatro mortes estavam ligadas à privação arbitrária da vida e a ações ilegais envolvendo agentes estatais; uma pessoa morreu por tiros de um civil, com militares relacionados; um manifestante morreu de ataque cardíaco em uma manifestação; uma pessoa supostamente cometeu suicídio em uma delegacia; Quatro mortes foram relacionadas a incêndio criminoso e saques.

Lesões oculares e lesões
Quanto aos feridos, explica-se que o número varia de acordo com as fontes. Por exemplo, o Instituto Nacional de Direitos Humanos (NHRI) afirma que 3.449 foram feridos; o Ministério da Justiça declarou que 3.590 pessoas (1.300 civis e 2.705 membros da polícia) ficaram feridas de 19 de outubro a 6 de dezembro; O Ministério da Saúde informou que prestou 12.738 atendimento médico de emergência de 18 de outubro a 7 de dezembro.

O OHCHR documentou uma série de casos relacionados a ferimentos nos olhos como resultado de tiros de motim, uso de irritantes químicos e impactos de cartuchos de gás lacrimogêneo.

No contexto das manifestações, a Sociedade Chilena de Oftalmologia, de 19 de outubro a 3 de dezembro, determinou que 345 pessoas sofreram lesões relacionadas a lesões oculares, enquanto a NHRI coletou que o número era de 352 pessoas, entre 17 Outubro e 6 de dezembro.

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