A agência de imprensa da ANGOP publica artigo sobre a graduação de estudantes angolanos na Universidade de Camagüey.

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Estudiantes angolanos graduados en Cuba (Foto de archivo ANGOP)

Camagüey, Cuba, (Angop) – Estudantes angolanos matriculados nesta quinta-feira, para se formar na Universidade de Camagüey, fundada pela Revolução Cubana, que atualmente enfatiza a graduação de estrangeiros na primeira fase pós-Covid-19 da ilha .

De acordo com a Agencia Prensa Latina, e retomada pela Angop, entre as estratégias da etapa de recuperação após a pandemia neste país, que segue em ritmo favorável, o sistema de ensino superior no país do Caribe se concentra em acabar com a 2019-2020, especialmente para estudantes de Angola.

Nesta semana, novos profissionais das carreiras de Engenharia Química e Industrial fizeram mérito com suas Teses de Diploma, graduados que somam à lista de mais de mil graduados na instituição de mais de vinte nações desde 1967.

Segundo o site da instituição localizada na cidade de Camagüey, pouco mais de 500 quilômetros a leste de Havana, os falantes africanos apresentaram estudos importantes para o desenvolvimento socioeconômico de seu país de origem.

Nesse sentido, destacam o site digital as pesquisas relacionadas a um simulador do processo de produção de etanol, produção de cerveja artesanal através do milho e estimativa de propriedades termo-físicas para a referida bebida.

As declarações do graduado angolano Ezio Yoweri mostram apreço pelo sistema educacional da maior das Antilhas.

“Quando eu era adolescente e sem muitas idéias de onde continuar meus estudos, meu pai, que conhecia os benefícios do ensino superior e da Revolução Cubana, me motivou a estudar aqui”, afirmou.

Em Camagüey, o Instituto Cubano de Amizade com os Povos mantém um vínculo estreito com os professores daquele continente matriculados nas casas de estudos superiores dessa província das Antilhas, que também se vincularam ao trabalho contra o Covid-19.

A educação abrangente dos estudantes no continente africano é uma questão importante para o Ministério do Ensino Superior, que tem seus principais emissores em países como África do Sul, Congo e Angola.

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