Presidente cubano descreve Trump como político analfabeto

Díaz-Canel questionou nessa rede social quais eram as reivindicações dos Estados Unidos ao fazer mais planos contra Cuba e Venezuela. Foto: Prensa Latina

O presidente Miguel Díaz-Canel descreveu como ‘analfabetos políticos’ aqueles que se propõem a ‘libertar’ Cuba e Venezuela, em resposta às reivindicações do presidente dos EUA, Donald Trump, contra essas nações.

Dessas duas nações tão livres e soberanas, que levaram mais de uma derrota ao império, aquelas que ignoram a história de nossos povos não devem falar, escreveu o dignitário cubano no Twitter, referindo-se às declarações de Trump feitas no dia anterior.

Díaz-Canel questionou nessa rede social quais eram as reivindicações dos Estados Unidos ao fazer mais planos contra Cuba e Venezuela, em vez de enfrentar o epicentro da pandemia em seu território.

Deseja cobrir notícias de registros de infecções e mortes pela Covid em seu país? Eles estão mais preocupados com os votos do que com a pandemia em seu país, disse o chefe de Estado cubano.

Trump disse na véspera na Flórida que continuaria lutando “pela Venezuela e por nossos amigos em Cuba”, apesar das denúncias das sanções impostas a essas nações com danos notáveis.

O presidente republicano visitou o Comando do Sul, na cidade de Doral, na Flórida, na sexta-feira para analisar o progresso de uma operação antidrogas no Caribe e no Pacífico oriental apresentada em abril passado.

Depois, ele participou de uma mesa redonda na igreja batizada de Doral Jesus, onde se gabava das políticas adotadas por seu governo contra o país sul-americano e Cuba.

O atacante com uma espingarda de assalto estava ligado a essa igreja contra a embaixada cubana em Washington em 30 de abril, conforme denunciado pelo ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez.

O ministro das Relações Exteriores de Cuba também rejeitou as alegações do republicano e criticou seu oportunismo eleitoral, que ele descreveu como “mentiroso”.

Especialistas apontam que os pronunciamentos do chefe da Casa Branca apontam para o interesse de adicionar votos na Flórida, um estado pendular essencial para as próximas eleições de novembro.

(Com informações da Prensa Latina)

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