Daily Archives: 8 de Setembro de 2020

A Índia relata 1.133 mortes de Covid-19, um novo recorde.

Retirado do teleSUR .

Nas últimas 24 horas, o país asiático registrou 75.809 novas infecções pela doença causada pelo coronavírus.

Un paramédico toma una muestra de un comerciante de Cachemira para realizar su prueba rápida de antígeno para la Covid-19.

O Ministério da Saúde e Bem-Estar da Família da Índia informou nesta terça-feira que registrou mais de 75.000 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, enquanto as mortes ultrapassaram 1.100 no mesmo período.

No total, foram 75.809 novas infecções da doença pelo coronavírus SARS-CoV-2, somando 4.280.422, sendo que o país asiático continua sendo o segundo mais afetado pela pandemia no mundo.

De acordo com a carteira de Saúde, nas últimas 24 horas também ocorreram 1.133 óbitos em decorrência da doença, totalizando 72.775 óbitos.

Apenas os Estados Unidos (EUA) superam a Índia com um total de 6.485.708 infectados com Covid-19, com 193.536 mortes.

A taxa de mortalidade pela doença na Índia ficou em 1,7 por cento.

O número de recuperados cresceu para 3.323.950, representando 77,65 por cento dos afetados por pneumonia.

O Ministério da Saúde acrescentou que existem atualmente 883.697 casos ativos de Covid-19.

Categories: #EstadosUnidos, #salud, India, Organizacion Mundial de la Salud (OMS), Profesionales e la Salud | Etiquetas: | Deixe um comentário

Evaristo Pedro: Mais de quatro milhões de angolanos não sabem ler

Edivaldo Cristóvão

Mais de quatro milhões de cidadãos angolanos maiores de 15 anos não sabem ler e escrever.Os dados foram apresentados ontem, em Luanda, pelo director nacional da Educação de Adultos, do Ministério da Educação.

Evaristo Pedro falava ao Jornal de Angola, por ocasião do Dia Internacional do Analfabetismo, que se assinala hoje.

O director apontou que o índice de analfabetismo no país pode diminuir se conseguirmos reduzir em quatro por cento o número de pessoas que não sabem ler, passando a cumprir com as exigências da UNESCO e ser considerado como um país livre do analfabetismo.

O director disse que o último Censo, em 2014, definiu que 86 por cento da população masculina é alfabetizada e apenas 58 por cento das mulheres também são.

Avançou que os dados apontam que cerca de 42 por cento das mulheres são analfabetas e os homens representam cerca de 14 por cento.A prioridade está virada para as mulheres e a província da Huíla é a que tem o maior índice de analfabetismo.

Evaristo Pedro realçou que a campanha de alfabetização em Angola teve início em 1976, lançada pelo primeiro Presidente da República, António Agostinho Neto.Nessa altura, o país contava com um índice de analfabetismo da população economicamente activa estimado em 85 por cento, sendo que hoje está na ordem dos 24 por cento.

Sublinhou que nos últimos anos foram criadas iniciativas para baixar o índice de analfabetismo no país. “Tem reduzido satisfatoriamente, mas ainda tem muito trabalho pela frente, sendo que 24 por cento da população economicamente activa pode alcançar perto de quatro milhões de cidadãos iletrados, com a faixa de maior de 15 anos”, disse.

O director reconheceu que a situação da Covid-19 tem desacelerado o processo de alfabetização no país, porque a condição de isolamento social, obriga a cumprir com as orientações de biossegurança.Deste modo, as metas estabelecidas para este ano foram colocadas em causa.

A perspectiva da direcção da Educação de Adultos para 2020, segundo o director, era alfabetizar cerca de 500 mil cidadãos, tal como aconteceu em 2019, mas infelizmente as aulas foram interrompidas devido à Covid-19.

O Ministério da Educação, diante desta situação, tem implementado um conjunto de medidas para mitigar os efeitos da paralisação das aulas, que passam por criar e orientar exercícios aos alunos, mesmo para aqueles que estão nas escolas de campo, distribuídas pelas cooperativas agrícolas em algumas províncias.

Acrescentou que outra estratégia passa pela iniciativa “Minha Família sem Analfabetismo”, onde o mesmo membro da família ou da comunidade pode dar orientações a quem não sabe ler e escrever.

Evaristo Pedro está consciente que o surgimento da pandemia vai atrasar mais o processo de aprendizagem das pessoas iletradas e fazer com que o índice aumente.

O director esclareceu ainda que a situação dos atrasos no pagamento de subsídios aos alfabetizadores continua, mas a dívida está a ser resolvida através do Ministério das Finanças, a fim de encontrar mecanismos para o pagamento de forma gradual.

Por causa desta situação, o Ministério foi forçado a cancelar alguns contratos, para evitar o crescimento da dívida, estando apenas a trabalhar com alfabetizadores voluntários.

Professores mais capacitados

O director nacional da Educação de Adultos disse que até 2025 as instituições públicas e privadas do país não vão ter trabalhadores subescolarizados, ou seja, abaixo do ensino primário (com menos da sexta classe).Para isso, o Ministério da Educação está a realizar um trabalho de incentivo às próprias empresas para fazerem o levantamento destes casos para que possam criar condições para alfabetizar os seus membros, de modo a que, posteriormente, sejam elevados a um nível de escolaridade que melhore a sua produtividade.

Salientou que o Executivo tem feito um trabalho em conjunto para que, até 2030, se garanta educação de qualidade, equitativa e inclusiva para todos.

Anunciou que a maior faixa etária de analfabetismo em Angola é dos 35 anos em diante, mas o que mais preocupa é a faixa etária económica activa.

Definiu que os analfabetos funcionais são aqueles que mesmo tendo frequentado ou tido oportunidade de adquirir escolarização não deram segmento aos estudos, hoje apenas sabem escrever o seu nome e não conseguem interpretar um texto.

O director explicou que em Angola têm sido implementados os três níveis de alfabetização e ocorrem no sistema informal e formal da educação.Todos eles podem ser processados de uma só forma, sendo que o mais importante é garantir que todos os adultos tenham no mínimo a sexta classe.

O director considerou que o número de pessoas não alfabetizadas tem sido a causa para os principais problemas da sociedade, particularmente nos domínios do combate à pobreza, empreendedorismo, saneamento básico, grandes endemias, da violência doméstica, dos elevados índices de sinistralidade rodoviária, da gravidez precoce e da criminalidade.

O director explicou que o processo de alfabetização de adulto tem duração de quatro meses e os da categoria pós alfabetização são de 18 meses divididos em duas etapas.

“Minha Família sem Analfabetismo”

Evaristo Pedro considera que a erradicação do analfabetismo em Angola vai permitir a redução do atraso escolar no ensino primário e secundário, formação profissional e orientação vocacional.

O objectivo final é reduzir os índices de analfabetismo literal e funcional da população maior de 15 anos, ao nível nacional, através da Declaração de Famílias Livres do Analfabetismo.

Para atingir este objectivo, o director disse que o Executivo aprovou o Plano de Acção para a Intensificação da Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (EJA-2019-2022), através do Decreto Presidencial nº 257/19 de 12 de Agosto, alinhado ao PDN-2018-2022.

O plano implementa três projectos, designadamente, a erradicação do analfabetismo em Angola, redução do atraso escolar no ensino primário e secundário, bem como na formação profissional e orientação vocacional.

Esclareceu que a iniciativa “Família sem Analfabetismo”, a ser lançada hoje, constitui a terceira acção do projecto de erradicação do Analfabetismo em Angola. Com a sua implementação, o Ministério da Educação vai criar as condições materiais e humanas para, em conjunto com as instituições individuais e colectivas da sociedade civil, permitir que em cada agregado familiar onde haja alguém que não saiba ler nem escrever, possa ser alfabetizado por um membro da sua própria família que tenha no mínimo concluído a 6ª classe, fazendo recurso às cartilhas disponibilizadas para o efeito (Guias do Alfabetizador e da Apostila do Alfabetizador Familiar), bem como outros recursos didácticos que concorram para o alcance do perfil de saída desejado.

Apontou que o objectivo final é reduzir os índices de analfabetismo literal e funcional da população maior de 15 anos, ao nível nacional, através da Declaração de Famílias Livres do Analfabetismo. “A ideia é que para ser considerado alfabetizado, a pessoa deve ser inscrita pelo seu alfabetizador para ser submetida a um pequeno teste em local orientado pela Direcção Municipal da Educação para que o mesmo demonstre que é capaz de ler um pequeno texto de pelo menos 50 palavras relacionadas com o seu quotidiano”, referiu o director.

Evaristo Pedro disse que a iniciativa vai efectuar pequenos cálculos na base das quatro operações matemáticas. Uma vez considerado aprovado, o mesmo receberá uma declaração de estudos equivalente a conclusão da 2ª classe (Módulo 1). Além das actividades relativas à aquisição de competências de literacia e numeracia.

Acrescentou que o alfabetizador familiar deve abordar outros conteúdos ligados à saúde, higiene pessoal e colectiva, noções de economia familiar, moral, ética, patriotismo, cidadania e outros, tendo como base a realidade local.

O alfabetizador familiar é um cidadão com habilidades comprovadas, em matéria de língua e matemática, com o mínimo a 6ª classe.

A escola Pólo é uma Instituição de Ensino, pública/privada, onde os alfabetizadores familiares obtêm apoio e os alfabetizados são avaliados e certificados.

Ganhos da alfabetização

Desde o lançamento da campanha nacional de alfabetização, instituída a 22 de Novembro de 1976, o país tem registado crescimento que tem permitido a elevação dos níveis de escolarização e profissionalização da população.

Durante este período foi possível reduzir a taxa de analfabetismo estimada em 85 por cento em 1975, para menos de 34 por cento em 2014.

Data histórica

Em 1967, o 8 de Setembro foi instituído como Dia Internacional da Alfabetização, pela UNESCO.Desde então, a data é celebrada em todos os países membros, com um leque de actividades que visam juntar Governos e instituições da sociedade civil, para reflectirem em prol da importância da alfabetização, como forma de combater a pobreza e os desafios inerentes.

Para 2020, a UNESCO definiu como assunto de reflexão “Ensino e Aprendizagem na Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos na Pandemia e pós-Covid-19”, com foco no papel dos educadores e na mudança de pedagogias.

Atendendo à pandemia da Covid-19, que assola o mundo, tendo em conta o Decreto Presidencial nº 142/20 de 25 de Maio, que declara Situação de Calamidade Pública em todo o território nacional, o Ministério da Educação, através da Direcção Nacional da Educação de Adultos (DNEA), concebeu um programa de actividades em alusão à efeméride a nível nacional.

Com base no que está previsto no Plano de Acção Para Intensificação da Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (PEJA-Angola 2019-2022), é lançado hoje o Projecto 1, Acção 3, “Iniciativa Família Sem Analfabetismo” a fim de dar resposta às necessidades das famílias em relação a educação de jovens e adultos face ao confinamento.

A ocasião vai servir também para a divulgação do combate ao analfabetismo e recuperação do atraso escolar, em conformidade com os compromissos regionais, africanos e mundiais, assumidos pelo Estado angolano.

As actividades a nível nacional tiveram início no dia 1 e terminam hoje.Foram abordadas reuniões das comissões provinciais para reflexão em torno da data e apresentação dos seus planos operativos.

Foram ainda realizadas palestras e debates alusivos à efeméride de forma presencial e virtual, tendo em conta as orientações de biossegurança. Foi dada outorga simbólica de certificados de mérito aos parceiros sociais e alfabetizadores mais destacados, bem como para os profissionais em vias de reforma.

Hoje o encerramento do acto central vai ser realizado na Escola 1 de Junho, no município do Cazenga, e deve contar com a participação de 50 pessoas, entre membros da CNA (Comissão Nacional para a Alfabetização), parceiros sociais, convidados e deputados.

Jornal de Angola

Categories: Uncategorized | Deixe um comentário

Trump e a outra “justiça”

Vale lembrar que, em junho passado, Washington anunciou penalidades financeiras e limitações de visto contra pesquisadores da pessoa jurídica global, por considerar seu trabalho como “uma ameaça à segurança nacional”.

Tudo começou em 2017, quando o TPI afirmou que havia informações suficientes para mostrar que as forças dos EUA haviam “cometido atos de tortura, tratamento cruel, ataques à dignidade pessoal, estupro e violência sexual” no Afeganistão, em 2003 e 2004 , e mais tarde nas prisões clandestinas da CIA na Polônia, Romênia e Lituânia.

Não nos esqueçamos das torturas perpetradas contra detidos em Abu Ghraib, Iraque, e na prisão da base militar ilegal localizada em Guantánamo, Cuba, que constituíram os piores exemplos do que os governos ianques fazem, fora da lei, e aplicando sua “justiça”, em nome de uma segurança nacional que eles querem colocar como um colete salva-vidas para um sistema doente e metastático.

Governo dos Estados Unidos ataca Tribunal Penal Internacional

Autor: Elson Concepción Pérez

La cárcel de la ilegal base de Guantánamo es de los peores ejemplos de actuación al margen de la ley.

A prisão na base ilegal de Guantánamo é um dos piores exemplos de ação fora da lei. Foto: Reuters

Muito claro: o mundo está dividido entre a justiça, isto é, a necessária, e a “justiça” que o Governo dos Estados Unidos fabrica, dirige e aplica, como se fosse o juiz universal.

Há memórias que, mesmo quando significam momentos desprezíveis da história, e que já querem fazê-las acreditar como coisa do passado, não deixam de ter presente e de constituir um peso para o modelo de sociedade que se quer construir.

A data de outubro de 2001 está listada como o início da guerra travada pelos Estados Unidos contra o Afeganistão. E, em março de 2003, o governo americano de George W. Bush atacou a República do Iraque com força.

Crimes de guerra, torturas selvagens foram cometidas contra ambas as nações, urânio empobrecido foi usado que matou centenas de civis e mutilou milhares para sempre, principalmente crianças, enquanto cidades inteiras, mesquitas, palácios, monumentos que são Patrimônios da Humanidade, foram transformou-se em cinzas.

Um verdadeiro genocídio foi cometido contra essas duas nações, e a chamada “justiça” internacional tem se destacado por sua ausência quando se trata de aplicá-la contra governos e líderes responsáveis ​​por tais ações criminosas.

Como já acontece com o Tribunal Penal Internacional (TPI), quando ousa surgir um processo de investigação a esse respeito, esbarram na outra realidade – a outra “justiça” -, que não admite que seja cumprida, e até são aprovadas leis de imunidade para os militares envolvidos nos crimes.

Foi assim que o secretário de Estado, Mike Pompeo, anunciou recentemente que o governo Trump imporia sanções contra funcionários do TPI, considerando “ilegítimas” as “tentativas de submeter os americanos à sua jurisdição”.

Vale lembrar que, em junho passado, Washington anunciou penalidades financeiras e limitações de visto contra pesquisadores da pessoa jurídica global, por considerar seu trabalho como “uma ameaça à segurança nacional”.

Tudo começou em 2017, quando o TPI afirmou que havia informações suficientes para mostrar que as forças dos EUA haviam “cometido atos de tortura, tratamento cruel, ataques à dignidade pessoal, estupro e violência sexual” no Afeganistão, em 2003 e 2004 , e mais tarde nas prisões clandestinas da CIA na Polônia, Romênia e Lituânia.

Não nos esqueçamos das torturas perpetradas contra detidos em Abu Ghraib, Iraque, e na prisão da base militar ilegal localizada em Guantánamo, Cuba, que constituíram os piores exemplos do que os governos ianques fazem, fora da lei, e aplicando sua “justiça”, em nome de uma segurança nacional que eles querem colocar como um colete salva-vidas para um sistema doente e metastático.

Categories: Uncategorized | Deixe um comentário

Sem luz ou glória: as revoluções coloridas

Desde que surgiram, Cuba está na mira das revoluções coloridas. As instruções do Gene Sharp Handbook falam de democracia, mas são procedimentos para distorcer as demandas dos direitos humanos a seu favor, não para realizá-las. Eles agem em seu nome e depois os traem

Autor: Carlos Luque

No pocas de estas «revoluciones», promovidas bajo el manto de la no violencia, terminaron forzando la «libertad y la democracia» reclamadas con bombas y misiles. foto: canarias semanal

Não poucas dessas “revoluções”, promovidas sob o manto da não-violência, acabaram forçando a “liberdade e democracia” reivindicada com bombas e mísseis. Foto: Canarias Semanal

Desde que surgiram, Cuba está na mira das revoluções coloridas. As instruções do Gene Sharp Handbook falam de democracia, mas são procedimentos para distorcer as demandas dos direitos humanos a seu favor, não para realizá-las. Eles agem em seu nome e depois os traem.

Em Cuba, na Venezuela, dirigem suas técnicas para organizar aqueles que expressam insatisfação com as dificuldades impostas aos sistemas políticos anticapitalistas, explorando as demandas que lhes são impostas como exemplares, ao mesmo tempo que são estorvados por agressões.

Nos países da Europa de Leste e nas ex-repúblicas soviéticas, depois em muitos outros países, o seu objetivo tem sido entregá-los à área de influência da NATO, colocando-os na órbita do imperialismo. Nunca teve seus símbolos e cores, o punho negro sobre fundo branco, ondulado nos países aliados dos Estados Unidos. EUA, nem naqueles cenários de violações diárias dos direitos humanos, como Colômbia ou Honduras, por exemplo.

Em fevereiro de 2005, na cidade de Bratislava, junto com todos os seus organizadores europeus, George W. Bush brindou com eles pela “liberdade”. Lá ele dizia, exultante e histriônico, que aquele ardor libertário alcançaria os cantos mais sombrios do mundo. Não muito depois, a “liberdade” em bombas e mísseis viajaria para aqueles cantos, para destruir e dominar em nome, mais uma vez, da liberdade e da democracia. Naquela refeição, como mostra o documentário francês Estados Unidos à conquista do Oriente, um daqueles fantoches das finanças de Soros, a cia e o ned, comunicou a outro com mais experiência, “que lhe tinham perguntado se podiam repetir esses sucessos em Cuba “. Desde então, eles tentaram.

Em nosso país, os organizadores dos bastidores procuram aproveitar as insatisfações e dificuldades materiais que seus financiadores buscam provocar para atingir o objetivo de longa data de gerar alguma manifestação “espontânea” aplicando suas técnicas, treinam em cursos bem financiados “dirigentes” para o nosso futuro e anunciam critérios adversos aos aspectos centrais da democracia socialista, dos órgãos do Estado, do Governo ou do Partido.

Uma seção do Manual Gene Sharp indica a disseminação de conteúdo para o maior público possível, influenciando principalmente “grupos” bem localizados, por meio do uso de símbolos, textos curtos, generalizadores, narrativa anedótica, micro-notícias, tabloidismo, meias-verdades que agem subliminarmente. e invadem a racionalidade, moldam a subjetividade e impedem a análise. Compreende-se melhor porque esta “democracia” favorece e financia a existência de meios de comunicação privados e jornalistas “independentes” nos países onde lhes foi mais difícil penetrar, como o nosso, como tiraram partido do caso da sobrevivência desses meios de comunicação privados na Venezuela, ou qual tem sido a atitude dessas empresas de comunicação diante dos ataques aos avanços democráticos em países como Bolívia, Brasil ou Equador.

Como dizem as instruções e seus executores cinicamente confessam, interessa-nos a ideologia de ninguém, mas unindo atitudes e opções diversas em um feixe fugaz e momentâneo para atacar “sem violência”, assim como buscam capturar quem se opõe ” algo ”para, a partir de campanhas digitais, apoiadas em algoritmos que as valorizam na internet, criar um protótipo de demonstração pública… aquelas nascentes que mais tarde serão o inverno das cidades.

A hipocrisia doentia de suas intenções é que aproveitem as dificuldades que causa a mesma agressão contra Cuba, mas para devolver o país ao domínio do agressor a que servem.

Ao mesmo tempo, como parte do plano, algumas organizações estrangeiras, mas especialmente seu principal financiador, a George Soros Open Society Foundation, sob o manto de acontecimentos e publicações, têm procurado atrair qualquer produção intelectual de conteúdo crítico em relação à realidade. Cubano que lhes permite cobrir suas verdadeiras intenções com respeitabilidade e prestígio.

A provocação política disfarçada de performance artística que foi tentada anos atrás na Plaza de la Revolución; as obscenidades ampliadas nas redes contra a nossa bandeira, as ofensas contra os bustos de Martí, parecem sair do saco misto do Manual Gene Sharp. Atrás deles está a armadilha colorida, sem luz ou glória, do totalitarismo mais brutal disfarçado de revolução.

Categories: Uncategorized | Deixe um comentário

Os sete pecados capitais da América contra a China

Os Estados Unidos vêem a China como uma ameaça ao seu status de principal potência mundial. O acentuado declínio do poder hegemônico dos norte-americanos, combinado com a vertiginosa ascensão da economia chinesa ao segundo lugar no mundo, e a crescente influência política da nação asiática no cenário internacional, são o terreno fértil para políticas americanas agressivas que colocam em perigo para a paz e estabilidade mundiais.

A chegada ao poder em janeiro de 2017 de Donald Trump, um magnata sem experiência política, foi dada pela decepção acumulada pelos eleitores norte-americanos com o establishment e uma acentuada guinada à direita promovida pelos grupos mais conservadores dessa sociedade.

O slogan da campanha de Trump, Make America Great Again, dava a entender que a China passaria de “Um amigo em face do confronto” para se tornar o “Inimigo Número Um”. Desde o início, os esforços do governo Trump visaram restringir o desenvolvimento econômico chinês por meio de sanções comerciais, enquanto na frente política desenvolveu uma feroz campanha de descrédito e interferência nos assuntos internos do país asiático. A eclosão da nova pandemia de coronavírus em Wuhan atiçou as chamas de um incêndio que poderia atingir proporções bíblicas. Separamos as diferentes ações. Durante esse período, os Estados Unidos cometeram vários erros ou, como podemos chamá-los, sete pecados capitais.

Primeiro pecado: campanha de difamação e difamação contra a China

Este 2020 está destinado a ser um ano que trará grandes mudanças no mundo, e o gatilho foi o súbito ataque do novo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, cujas características ainda fogem ao conhecimento humano. Quando o COVID-19 se tornou uma pandemia, atingindo quase todos os países do mundo, seus respectivos governos começaram a agir para enfrentar o duplo desafio de combater a epidemia e a recessão econômica.

Mas os Estados Unidos ignoraram os alertas. Quando o surto de coronavírus começou na China, ele se acomodou em sua cadeira de espectador, comendo pipoca, na esperança de testemunhar o desastre da economia chinesa. Enquanto acusava repetidamente o governo chinês de esconder informações, ele acusou os chineses de causar a epidemia ao consumir animais selvagens e atacou ferozmente as medidas chinesas, pois, segundo eles, violavam os princípios da democracia e da liberdade.

A pandemia atingiu os Estados Unidos no momento em que a China estava conseguindo contê-la, mas Trump não estava disposto a aceitar que os chineses tivessem bons resultados. Ao contrário, iniciou uma campanha de estigmatização, refletida no uso constante do termo “vírus chinês”.
Estudos demonstraram que o novo coronavírus não se originou em Wuhan.

“Mutações na proteína de superfície podem ter desencadeado a pandemia, mas antes de se acumular na situação atual, a versão mais fraca do vírus já circula na população há vários anos, até décadas.” A Organização Mundial da Saúde estipula que nenhum vírus pode ter o nome de países e regiões, mas Trump insistiu em dizer vírus chinês.

Seu propósito não era outro senão desviar a atenção dos erros óbvios em sua política contra COVID-19 que levaram os Estados Unidos à triste liderança em casos e mortes em todo o mundo. Acusar a China é a rota de fuga para evitar que seu fraco desempenho prejudique as próximas eleições.

A realidade é que o governo chinês compartilhou todas as informações desde o início, incluindo um mapa genético completo do novo coronavírus já em janeiro de 2020, pediu aos demais países que criassem estratégias conjuntas de combate a esta nova ameaça e enviou equipamentos, suprimentos e até médicos para muitos países.

Então, qual é a verdadeira razão para desacreditar a China?

O rápido crescimento da economia chinesa nos últimos anos a levou a desempenhar um papel cada vez mais importante no cenário econômico mundial. Os países ocidentais, liderados pelos Estados Unidos, sempre foram hostis à “ascensão da China”, motivada por diferenças políticas e ideológicas.

Habituados a saquear, têm grande dificuldade em compreender as estratégias de desenvolvimento pacífico preconizadas pela China, visando a criação de um mundo multipolar, com um destino comum. O AmericaFirst de Trump é a amostra mais visível das correntes populistas e unilaterais que permeiam o mundo ocidental, a principal razão para o aumento da animosidade contra o gigante asiático.

Os Estados Unidos, fiéis ao seu papel hollywoodiano de salvador do mundo, não podem permitir que a China assuma a liderança na luta contra a COVID-19, daí suas tentativas de desacreditar todas as iniciativas chinesas por meio de falácias e argumentos infundados.

Segundo: interferir en los asuntos internos de otros países

La continua interferencia de Estados Unidos en los asuntos internos de otros países busca provocar divisiones y derrocar gobiernos que no le son afines a sus intereses. Los intentos desestabilizadores en Cuba y Venezuela, por solo citar dos, son ejemplos fehacientes de esta política.

En el caso chino, ha utilizado por años la situación interna de Hong Kong como un peón en su política contra la nación asiática. Esta región ha pertenecido a China desde tiempos inmemoriales, pero esta verdad no ha detenido los descarados intentos injerencistas estadounidenses, quienes promueven, incitan y financian intentos desestabilizadores cada vez que pueden. Altos funcionarios de la administración Trump, como su vicepresidente, su secretario de Estado y su exasesor John Bolton incluso se han reunido con líderes de la oposición hongkonesa para discutir los asuntos internos de esta región.

Os motins de 2019 capturaram as manchetes da mídia ocidental, com informações evidentemente manipuladas. A Lei de Segurança Nacional para a Região Administrativa Especial de Hong Kong em 2020, essencial para a governança pacífica da região, foi o gatilho para uma série de sanções norte-americanas contra funcionários e entidades da China, a revogação do status de preferência comercial especial e, posteriormente, a proibição da importação de itens “Made in Hong Kong” para os Estados Unidos.

A grande mídia ocidental iniciou uma campanha implacável contra a China, acusando-a de ter violado o princípio de Um País, Dois Sistemas que rege as relações entre a região e o continente. Leis semelhantes existem no Ocidente, ainda mais rígidas como no caso dos Estados Unidos, mas no uso franco de um padrão duplo, as grandes potências rasgaram suas roupas e acusaram veementemente a China.

Terceiro: sanções unilaterais contra empresas chinesas

Ao longo da história humana, a inovação determina a direção da civilização. Em um período de tempo relativamente curto, a China passou de consumidor a produtor e, posteriormente, a inovador. O desenvolvimento da tecnologia 5G por empresas chinesas é um marco importante nas relações econômicas globais devido às possibilidades incríveis que gera. Mas isso é visto como uma grande ameaça dos gigantes americanos da tecnologia, que ficaram para trás nesse campo.

Por isso, seu governo recorre a sanções para tentar, inescrupulosamente, frear o impetuoso avanço chinês nesse campo. A empresa chinesa Huawei está sujeita a sanções de todos os tipos, mesmo em detrimento dos interesses norte-americanos e das cadeias produtivas globais.

Primeiro foi a proibição de entidades governamentais de usar qualquer item produzido pela Huawei, depois a restrição de compras de componentes ou software, para finalmente incluir 38 subsidiárias da Huawei em 21 países na “lista de entidades proibidas”.

Em resposta à repressão dos EUA à Huawei, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que o que os EUA fizeram viola todos os princípios de concorrência leal que os EUA sempre alegaram seguir e as regras do comércio internacional, o que inevitavelmente prejudicará os interesses nacionais dos Estados Unidos e sua imagem global. O exemplo mais recente foram as proibições ao aplicativo TikTok, da empresa chinesa ByteDance, que deve suspender as operações nos Estados Unidos ou concordar em ser vendido para um concorrente norte-americano.
Quarto: provocação militar

Apesar da grave crise de saúde em decorrência da pandemia, o governo Trump não reduziu a intensidade das provocações militares contra outros países, e até a intensificou. Suas tropas continuam a participar de provocações militares no Mar da China Meridional e no Mar da China Oriental.

Eles enviaram navios de guerra, caças e aviões de reconhecimento para navegar nas águas próximas à China, e até mesmo seus caças voaram a uma distância de cerca de 41,3 milhas náuticas da China, representando uma séria ameaça à soberania. da China. Além disso, os Estados Unidos voltaram a vender armas para a região chinesa de Taiwan, em clara violação dos acordos bilaterais. A China manteve-se calma, mas suas tropas estão prontas para repelir qualquer agressão estrangeira.

Quinto: a política ineficaz dos EUA para enfrentar a pandemia

Atualmente, os Estados Unidos têm mais de 6 milhões de casos confirmados de COVID-19, sendo o país com maior número de infectados no mundo. A epidemia continua se espalhando e o número de mortos continua aumentando, o que é inseparável da arrogância do governo dos Estados Unidos e de sua ineficaz política anti-epidêmica.

Primeiro foi ignorar os avisos sobre as terríveis consequências que o não preparo para enfrentar esta nova doença traria. Então Trump colocou a economia acima de vidas humanas e fez tudo o que pôde para suspender as restrições de movimento para manter as empresas produzindo.

Tudo o que ele tem feito tem um interesse eleitoral marcante, sem dar atenção às opiniões de especialistas, políticos ou da comunidade internacional. Para satisfazer sua base eleitoral e promover sua imagem de homem durão, Trump intensifica seus ataques contra o único inimigo poderoso o suficiente, militar e economicamente, a China. Sua ilusão é que o sentimento chauvinista dos americanos prevalece sobre a razão e eles se unem em torno dela e, assim, vencem as eleições de novembro.
Sexto: a morte de George Floyd e o duplo padrão de “direitos humanos”

Este ano, o vídeo do afro-americano George Freud sufocando até a morte durante sua prisão chocou o mundo. O problema do racismo sistêmico nos Estados Unidos voltou à tona com novo vigor, mas Trump, em vez de tentar acalmar as coisas, adotou uma política agressiva contra seu próprio povo, alimentando a divisão e o confronto.

Enquanto a cada dia as imagens mostravam as constantes violações dos direitos humanos das minorias americanas, o governo Trump, novamente usando seus padrões duplos e sem sequer visitar o local, acusava a China de ter campos de concentração na região de Xinjiang contra os uigures, ele caluniou a polícia de Hong Kong e chamou de heróis aqueles que incitaram a agitação social naquela região administrativa especial.

A violenta repressão de manifestantes nas ruas de muitas cidades americanas contrasta fortemente com a restrição aplicada pela polícia de Hong Kong, mas a mídia ocidental não mostra essa realidade e distorce os fatos para continuar atacando a China.
Sétimo: a ascensão da política externa isolacionista

Desde que Trump se tornou presidente, os Estados Unidos seguem uma política externa isolacionista. Contra todos aqueles que se opõem, aplicam sanções e até viraram as costas aos seus parceiros tradicionais.

Nos últimos anos, os Estados Unidos se retiraram de mais de uma dúzia de organizações internacionais, incluindo a UNESCO, a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, o Acordo Nuclear do Irã, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e a Organização Mundial. da Saúde. O governo Trump não respeita mais a ordem e o sistema internacionais e fez inimigos em todas as partes da comunidade internacional, isolando-se cada vez mais do mundo.

Em suma, Trump continuou a ser o empresário e deixou de assumir o papel de presidente de um país tão importante quanto os Estados Unidos em todo o mundo. Suas ações denunciam sua falta de visão política, tanto interna quanto externamente. Os Estados Unidos falharam em cumprir suas obrigações como superpotência mundial e abandonaram aliados. Resta esperar para ver se eles retomam o curso após as eleições de novembro.

Categories: Uncategorized | Deixe um comentário

Ministro da Saúde da África do Sul reconhece médicos cubanos.

Retirado do Jornal Granma

Autor: Nuria Barbosa León | internet@granma.cu

Sob o título: A Brigada Médica Cubana continua desempenhando um papel fundamental na batalha contra o COVID-19, de autoria da Ministra da Saúde Zweli Mkhize, a publicação digital News 24, da África do Sul, defende com argumentos substantivos os benefícios da ajuda de especialistas das Índias Ocidentais em vários ramos médicos essenciais.

O texto relata que, há quatro meses, 187 médicos altamente qualificados chegaram a Pretória, deixando entes queridos nas Grandes Antilhas, para lutar contra um inimigo desconhecido: COVID-19, e acrescentou que este contingente chegou num momento em que que a nação africana teve menos de 5.000 casos cumulativos, com cerca de 90 mortes, como resultado do coronavírus: “Esses trabalhadores da linha de frente estiveram conosco nas fases mais difíceis, enquanto lutávamos contra a ascensão do COVID-19.”

Ele acrescentou: “Eles estiveram lá durante os preparativos finais em maio, quando montamos nossa infraestrutura e montamos o treinamento para a equipe médica. Eles estavam lá quando implementamos testes massivos na comunidade para parar o vírus antes que ele sobrecarregasse nosso sistema de saúde. Eles estavam lá quando os casos aumentaram para centenas de milhares e parecia que ficaríamos sem funcionários e sem camas. E agora, quando voltarmos ao normal, evitando uma segunda onda de casos.
Ele afirmou que eles chegaram armados e prontos para servir, e se juntaram a milhares de seus irmãos que já estão bem integrados ao Sistema de Saúde Sul-africano.

“Atualmente, os profissionais cubanos estão implantados nas nove províncias. Agora estão totalmente integrados às equipes clínicas e trabalham em conjunto com os profissionais sul-africanos para fortalecer a resposta de cada território ao COVID-19 ”, reconhece o texto, e especifica que muitos dos médicos caribenhos trabalham nas zonas vermelhas (alto risco) , centros de quarentena e isolamento.

Ele acrescenta que, devido à sólida formação na atenção básica, têm sido fundamentais na fiscalização das atividades de prevenção nas localidades.

Ele também elogia o programa médico de família, também implementado experimentalmente nestes tempos de flagelo da pandemia em seu país, e garantiu que já atendeu mais de 30 mil pacientes, principalmente em quatro províncias: Cabo Oriental, Kwa Zulu- Natal, Mpumalanga e Cabo Ocidental.
Ao mesmo tempo, destaca a atuação de engenheiros biomédicos, que recuperaram 3.174 unidades de tecnologia em saúde.

Outro trabalho muito importante tem sido o de epidemiologistas, que processam informações sobre a pandemia em todos os distritos do país, para a tomada de decisões governamentais.

“A Brigada Médica Cubana desempenhou um papel inestimável e incomensurável”, disse o material jornalístico assinado pelo Ministro da Saúde sul-africano.

Categories: # Cuba, #colaboracion medica cubana, #CubaCoopera, #CubaEsSalud, #Cuba, Africa, Coronavirus, CoronaVirus, Noticias de Cuba, Política, CoronaVirus, Política, CUBA-ANGOLA, epidemia, MasQueMedicos, Politica, Politica Exterior, União Africana | Deixe um comentário

Eles respondem às principais perguntas sobre a vacina russa Sputnik V contra covid-19.

Retirado do RT .

O diretor geral do Fundo Russo de Investimento Direto (RFPI), Kirill Dmitriev, respondeu a várias perguntas sobre a vacina russa Sputnik V contra covid-19 em artigo publicado nesta segunda-feira pela agência Sputnik.
Em que se baseia a vacina?

Dmitriev explicou que a vacina usa uma “tecnologia única” de adenovírus humano de dois vetores. Os últimos são vírus modificados, incapazes de se reproduzir, que carregam material genético do pico do coronavírus. A tecnologia usa dois vetores adenovirais humanos diferentes, Ad5 e Ad26, para uma primeira e segunda injeção e ajuda a superar a imunidade pré-existente aos adenovírus.

Responden a las principales preguntas sobre la vacuna rusa Sputnik V contra el covid-19

O diretor-geral da RFPI também lembrou que o Sputnik V é baseado em uma plataforma de vacina de dois vetores desenvolvida em 2015 para tratar o Ebola, que passou por todas as fases dos testes clínicos e foi usada para derrotar a epidemia de Ebola em África em 2017.

Houve poucos participantes nos testes de fase 1 e 2 do Sputnik V?

Por outro lado, Dmitriev mencionou o fato de que o número de participantes nos testes Sputnik V fase 1 e 2 (76 pessoas) parece ser pequeno em comparação, por exemplo, com as 1.077 pessoas que participaram dos estudos Sputnik V. fases 1 e 2 da vacina britânica AstraZeneca. No entanto, o design de teste do Sputnik V foi “muito mais eficiente e baseado em melhores suposições”, de acordo com Dmitriev.

Isso ocorre porque a AstraZeneca executou seu teste com um modelo de dose única desde o início, o que é uma “falsa suposição”, já que apenas um modelo de duas doses pode fornecer imunidade duradoura, como a AstraZeneca admitiu após o teste. . Como resultado das “suposições iniciais incorretas”, a AstraZeneca testou o modelo de duas fotos em apenas 10 pessoas de 1.077. “No geral, o número de pessoas que receberam duas injeções no estudo do Sputnik V foi quatro vezes maior do que o das pessoas que as receberam no estudo da AstraZeneca”, explicou o CEO.

Uma das revistas científicas mais respeitadas no campo da medicina do mundo, The Lancet, publicou os resultados dos ensaios clínicos da primeira e segunda fases do Sputnik V.

Os desenvolvedores da vacina apontam naquela publicação que 100% dos participantes desenvolveram uma resposta imune humoral e celular estável durante as fases 1 e 2 dos ensaios.

Ao mesmo tempo, o nível de anticorpos contra SARS-CoV-2 em voluntários vacinados com Sputnik V foi 1,4 a 1,5 vezes maior do que o nível de anticorpos em pacientes que se recuperaram de COVID-19 .
Haverá ensaios clínicos em mais pessoas?

A vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa em Epidemiologia e Microbiologia de Gamaleya, foi registrada em 11 de agosto, enquanto estudos pós-registro envolvendo mais de 40.000 pessoas começaram na Rússia em 26 de agosto.

Os ensaios clínicos na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Índia e Brasil vão começar este mês. Os resultados preliminares do ensaio da terceira fase serão publicados em outubro ou novembro próximo, acrescentou Dmitriev.
Por que o Sputnik V foi escolhido para o registro de uso de emergência?

O diretor geral da RFPI também explicou por que o Sputnik V foi escolhido para o registro de uso de emergência. Segundo ele, isso se deve “aos resultados muito positivos dos ensaios de primeira e segunda fases e porque a plataforma baseada em vetores adenovirais humanos provou ser” a plataforma de entrega de vacinas mais segura em décadas “, que é confirmado em 75 publicações científicas internacionais e em mais de 250 ensaios clínicos.

Além disso, como o Sputnik V foi registrado na Rússia, outros países também anunciaram planos de seguir a abordagem russa para registrar o uso emergencial de suas vacinas. Por exemplo, a vacina Sinovac Biotech recebeu aprovação semelhante na China. Enquanto isso, o governo do Reino Unido e o chefe da Food and Drug Administration, Stephen Hahn, apontaram para a possibilidade de registro rápido para fabricantes de vacinas britânicos e americanos, respectivamente.
Alguém mais usa tecnologia semelhante para suas vacinas?

Ao mesmo tempo, Dmitriev observou que várias outras empresas também estão usando plataformas baseadas em vetores adenovirais humanos para suas vacinas COVID-19. Por exemplo, a Johnson & Johnson usa apenas o vetor Ad26 e o ​​CanSino da China apenas o Ad5, enquanto o Sputnik V usa os dois vetores.

“O trabalho da Johnson & Johnson e CanSino não só valida a abordagem russa, mas também mostra a vantagem do Sputnik V, pois estudos mostraram que dois vetores diferentes produzem resultados melhores do que um”, concluiu Dmitriev.

Categories: #salud, Coronavirus, CoronaVirus, Política, Organizacion Mundial de la Salud (OMS), Profesionales e la Salud, RUSIA, vladimir putin | Deixe um comentário

O Congresso norte-americano deve investigar as ações da OEA na Bolívia.

Congress should investigate OAS actions in Bolivia

(Retirado de thehill.com)

Por representantes. Jan Schakowsky (D-Ill.) E Jesús “Chuy” García (D-Ill.) *

Donald Trump tem demonstrado pouca afinidade com instituições multilaterais, desde a ONU e acordos climáticos globais até a Organização Mundial do Comércio. Mas existe uma organização com a qual seu governo se alinhou fortemente: a Organização dos Estados Americanos (OEA). Talvez sem surpresa, essa aliança parece coincidir com algo sinistro na OEA.
A OEA oferece missões de observação eleitoral para governos que desejam que especialistas honestos e independentes observem suas eleições. Essas missões freqüentemente refletem e defendem esses princípios, mas ocasionalmente cederam à pressão política. Isso ocorreu nas eleições de 2000 no Haiti, que contribuíram para o corte da ajuda internacional que levou a um violento golpe; e também no Haiti em 2011, quando a OEA alterou arbitrariamente os resultados eleitorais. Mais recentemente, a OEA desempenhou um papel destrutivo na Bolívia, após as eleições de 20 de outubro.

Desde o dia seguinte à votação, a OEA ajudou a direcionar uma falsa narrativa de que o presidente em exercício, Evo Morales, e seu partido “fraudaram” ou “roubaram” as eleições. Essa narrativa contribuiu para a polarização política e a violência na Bolívia, um golpe militar e a atual incerteza sobre o futuro da democracia.
Recentemente, o New York Times noticiou um novo estudo acadêmico que concluiu que as alegações iniciais de fraude da OEA “se baseavam em dados incorretos e técnicas estatísticas inadequadas”. Pesquisadores do Centro de Pesquisa Econômica e Política (CEPR) e do Laboratório de Ciência e Dados Eleitorais do MIT já haviam chegado a conclusões muito semelhantes nos últimos seis meses.
A reportagem do Times notou que essas afirmações “erradas” da OEA “alimentaram uma cadeia de eventos que mudaram a história da nação sul-americana” e ajudaram a “retirar Morales do poder com apoio militar semanas depois”.

O novo estudo acadêmico concorda com a grande maioria dos especialistas que analisaram os dados, incluindo 133 economistas e estatísticos que enviaram uma carta à OEA, igualmente questionando suas alegações de fraude, em 2 de dezembro de 2019. A carta não recebeu uma resposta. .
A história começa na noite da eleição com uma pausa nos relatórios de contagem de votos preliminares e não oficiais. No momento da interrupção, com 84% dos votos apurados, Morales estava 7,9 pontos percentuais à frente de seu oponente segundo colocado, Carlos Mesa. Quando a divulgação desses resultados não oficiais foi retomada 23 horas depois, a liderança de Morales havia aumentado para 10,1 pontos percentuais. E quando os votos foram contados oficialmente, Morales terminou com uma vantagem de 10,6 pontos percentuais. De acordo com as regras eleitorais, essa vantagem de mais de 10 pontos deu a Morales a vitória no primeiro turno e evitou o segundo turno.

A oposição denunciou fraude e, antes que os votos fossem contados integralmente, a OEA apoiou a oposição, alegando uma reviravolta “inexplicável” e “drástica” que havia minado a legitimidade dos resultados.
A OEA não forneceu nenhuma prova ou fundamento para esta afirmação. Na realidade, a margem de Morales aumentou por um motivo simples e relativamente comum: os distritos com mais apoio a Morales e seu partido tendiam a relatar resultados mais tarde do que outros distritos.
Embora estes fatos tenham sido levados ao seu conhecimento, a Missão de Observação Eleitoral continuou a defender suas reivindicações iniciais. O Secretário-Geral da OEA, Luis Almagro, afirmou publicamente que acreditava que se tratava de uma eleição fraudulenta. Ele também afirmou repetidamente, sem provas, que as eleições foram “roubadas”. Almagro, em sua própria tentativa de reeleição como secretário-geral, parecia estar cortejando governos de direita nas regiões, incluindo o governo Trump. E, de fato, ele recebeu um novo mandato de cinco anos em março.
Há mais de seis meses, em 25 de novembro, junto com os deputados Jared Huffman (D-Calif.) E Bobby Rush (D-Ill.), Enviamos uma carta à OEA com perguntas básicas sobre suas declarações e conclusões a respeito da eleição. . A OEA não respondeu a essas perguntas. Em resposta ao artigo do Times da semana passada, um funcionário da OEA chamou sua própria análise estatística falsa de “ponto discutível” e desviou a atenção para outras acusações de fraude. Mas, depois de expor uma mentira tão massiva, como é possível que os membros do Congresso continuem a aceitar as afirmações da OEA pelo seu valor nominal?

Na verdade, o que aconteceu foi um golpe militar que derrubou o primeiro presidente indígena da Bolívia, país com o maior percentual de indígenas do hemisfério. Desde o golpe, as forças de segurança operam sob a impunidade do governo de fato, perpetrando dois massacres, matando pelo menos 18 pessoas, muitas delas indígenas. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão autônomo da OEA, denunciou o aumento dos ataques e ameaças contra jornalistas e a criminalização e perseguição de lideranças sociais e ex-funcionários do governo Morales. Novas eleições estão provisoriamente programadas para 6 de setembro, embora haja preocupações de que o governo “provisório” não eleito continuará a ser adiado.
Não é de surpreender que o governo Trump tenha celebrado o retorno a um governo não democrático, onde os povos indígenas são marginalizados e excluídos. Mas o Congresso dos Estados Unidos não deve tolerar isso.
O Congresso dos Estados Unidos fornece cerca de 60 por cento do financiamento da OEA. Pode e deve investigar o papel da OEA na Bolívia no ano passado e garantir que o dinheiro do contribuinte não contribua para a derrubada de governos eleitos democraticamente, conflitos civis ou violações de leis.

direitos humanos. O Congresso também deve tomar as medidas adequadas para responsabilizar o governo Trump por qualquer papel que desempenhou na destruição da democracia na Bolívia.

  • Schakowsky, Representante do 9º Distrito de Illinois e Garcia, Representante do 4º Distrito de Illinois.
Categories: Uncategorized | Deixe um comentário

Guaidó rejeita o perdão de Maduro aos adversários.

Categories: # Venezuela, #Caracas, Golpe de Estado, Militar,#Nicolás Maduro Moros, #Venezuela, #Venezuela, A Venezuela que a mídia nos diz, agressão internacional contra a Venezuela,, Guaidó nomeia "embaixadores" ilegais, Manipulacion Politica, nicolas maduro, Politica, Politica Exterior | Deixe um comentário

Trump garante que o Pentágono busca manter as guerras para manter as “empresas maravilhosas que fazem bombas” e outras armas “felizes”.

Retirado do RT

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu que os principais dirigentes do Departamento de Defesa estão comprometidos com a guerra para contribuir com o enriquecimento de empreiteiros e empresas militares, noticia o New York Times.

Trump asegura que el Pentágono busca mantener las guerras para tener "felices" a las "maravillosas compañías que fabrican bombas" y otras armas

“Não estou dizendo que os círculos militares me amam, mas os soldados me amam. As pessoas mais importantes no Pentágono provavelmente não vão, porque não querem nada mais do que lutar em guerras, por isso todas essas empresas maravilhosas que fazem bombas, aviões e tudo mais. outros ficarão felizes “, disse Trump na segunda-feira em uma conferência.

Por outro lado, o inquilino da Casa Branca expressou seu desejo de acabar com a política de “guerras sem fim” e seu interesse em trazer os soldados americanos para o exterior “de volta para casa”. “Algumas pessoas não gostam de ir para casa. Algumas pessoas gostam de continuar gastando dinheiro”, acrescenta Trump, citado pelo portal Politico.

Não é a primeira vez que o presidente norte-americano fala de guerras sem fim. Em junho passado, durante a cerimônia de formatura da Academia Militar de West Point, ele anunciou o fim daquela era, ressaltando que os EUA não são “a Polícia do mundo”. Ele também deixou claro que “não é dever” das tropas americanas “resolver conflitos antigos em terras distantes de que muitas pessoas nunca ouviram falar”.

Trump continua a lutar contra as acusações de que ele repetidamente dirigiu comentários depreciativos a membros capturados ou assassinados do Exército dos EUA, referindo-se como “perdedores” e “perdedores” aos americanos mortos na Primeira Guerra Mundial que foram enterrado em um cemitério americano na França, de acordo com um relatório recente do The Atlantic.

O relacionamento de Trump com os comandantes militares foi tenso desde que ele ameaçou, há alguns meses, usar a Insurrection Act para enviar forças ativas para suprimir a agitação civil causada pela morte de George Floyd, o afro-americano que morreu. nas mãos da Polícia quando foi preso em 25 de maio.

Categories: #Donald Trump, #Estados Unidos, #Trump, @Trump, A Casa Branca: Poderosa casa de cartas, Casa Branca, do Departamento de Estado, Derechos Humanos, Donald Trump, Estados Unidos, Estados Unidos, Imperialismo, FORA TRUMP, La decadencia de Estados Unidos, Politica, Politica Exterior, relações bilaterais, o governo Donald Trump, Um bom filho ... de Trump | Deixe um comentário

Create a free website or blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: