Juiz bloqueia os planos de Trump contra o aplicativo de mensagens chinês WeChat

A saga continua sobre o destino dos aplicativos chineses TikTok e WeChat nos Estados Unidos, que foram proibidos pelo governo do presidente Donald Trump por supostamente ameaçarem a segurança nacional. Nesse novo capítulo, um juiz do estado da Califórnia suspendeu temporariamente as restrições que impediam seu uso.

É importante lembrar que o Departamento de Comércio anunciou na última sexta-feira que iria proibir o download e desativar as funções do WeChat, uma espécie de WhatsApp muito popular na China e usado por cerca de 19 milhões de usuários em solo norte-americano para mensagens, compras, pagamentos e para qualquer transferência financeira. Além disso, impediu quaisquer serviços de suporte técnico no WeChat.

"Mesmo que estivesse tecnicamente disponível para americanos que já o tivessem baixado, o aplicativo provavelmente teria sido inútil para eles", resumiu a juíza Laurel Beeler em resposta a uma consulta da AFP.

As restrições do governo foram contestadas em tribunal por um grupo de usuários, que alegou que elas afetaram muito as relações pessoais e profissionais dentro da comunidade de língua chinesa nos Estados Unidos. Por exemplo, muitos usuários do WeChat temiam não conseguir mais se comunicar com seus entes queridos nos dois lados do Pacífico.

Os demandantes demonstraram que a decisão do Departamento de Comércio levantou “sérias dúvidas” sobre o cumprimento da primeira emenda à Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão, disse o juiz.

"O WeChat é de fato o único meio de comunicação para muitos membros da comunidade, não apenas porque a China proíbe outros aplicativos, mas também porque os falantes de chinês com fluência limitada em inglês não têm escolha senão o WeChat", observou ele.

As restrições do governo foram contestadas em tribunal por um grupo de usuários, que alegou que elas afetaram muito as relações profissionais e pessoais dentro da comunidade de língua chinesa nos Estados Unidos. Por exemplo, muitos usuários do WeChat temiam não conseguir mais se comunicar com seus entes queridos nos dois lados do Pacífico.

Os demandantes demonstraram que a decisão do Departamento de Comércio levantou “sérias dúvidas” sobre o cumprimento da primeira emenda à Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão, disse o juiz. “O WeChat é de fato o único meio de comunicação para muitos membros da comunidade, não apenas porque a China proíbe outros aplicativos, mas também porque os falantes de chinês com fluência limitada em inglês não têm escolha senão o WeChat”, observou ele.

Cubadebate

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