Daily Archives: 1 de Outubro de 2020

Cuba será o primeiro país a ser vacinado contra a Covid19? (+ Italiano / Français)

Cuba: primo paese vaccinato contro il Covid-19? (Versione italiana: cliccare CC sul video, selezionare la lingua e riprodurre. Potete leggere il testo in italiano più in basso).

Cuba : premier pays vacciné contre la Covid-19? (Version française: Appuyez sur CC sur l’écran vidéo, sélectionnez la langue et de reproduire. Texte français peut être lu ci-dessous).

Espaço “Contratuit”, na TV Cubainformación
Cuba: primeiro país vacinado contra Covid-19?

Améric “Soberana 01”, projeto cubano de vacina contra Covid-19, é o mais avançado da América Latina e um dos 30 existentes no mundo.

Com os testes clínicos concluídos no início de 2021, a ilha pode ser a primeira nação a vacinar maciçamente toda a sua população.

Cuba é um dos países mais avançados na produção de vacinas, graças aos 32 laboratórios públicos do Pólo Científico de Havana.

Que com mais de 10 mil pessoas ocupadas, a maioria mulheres, produz oito das onze vacinas de seu programa nacional de imunização.

Tudo em um país pequeno, quase sem recursos e com acesso bloqueado à tecnologia médica.

Mas a imprensa internacional, como sempre quando se trata das conquistas de Cuba, olha … para o outro lado.

Cuba: primo paese vaccinato contro il Covid-19?

Traduzione: Francesco Monterisi

Améric“Soberana 01”, progetto di vaccino cubano contro il Covid-19, è il più avanzato dell’America Latina e uno dei 30 esistenti al mondo.

Completati gli studi clinici all’inizio del 2021, l’isola potrebbe essere la prima nazione a vaccinare, in modo massiccio, tutta la sua popolazione.

Cuba è uno dei paesi più avanzati nella produzione di vaccini, grazie ai 32 laboratori pubblici del Polo Scientifico dell’Avana.

Che con più di 10mila persone impiegate, la maggior parte  donne, produce otto degli undici vaccini del suo programma nazionale di immunizzazione.

Tutto in un piccolo paese, con poche risorse e con accesso bloccato alla tecnologia medica.

Ma la stampa internazionale, come sempre quando si tratta dei successi di Cuba, guarda … dall’altra parte.

Espace “Contratuit”, à Cuba formation TV

Cuba : premier pays vacciné contre la Covid-19?

Traduction Rose-Marie LOU

Améric”Soberana 01″, le projet de vaccin cubain contre la Covid-19, est le plus avancé d’Amérique Latine et l’un des 30 existants au niveau mondial.

À l’issue des essais cliniques au début de 2021, l’île pourrait être la première nation à vacciner massivement toute sa population.

Cuba est l’un des pays les plus avancés dans la production de vaccins, grâce aux 32 laboratoires publics du pôle scientifique de La Havane.

Avec plus de 10000 employés, dont unemajorité defemmes, il s’y produit huit des onze vaccins du programme national de vaccination.

Tout ça dans un petit pays, avec peu de ressources et un accès interdit par le blocus à la technologie médicale.

Mais la presse internationale, comme toujours quand il s’agit des réalisations de Cuba, regarde… ailleurs.

Presentación: Ana Gil e Ivana Belen Ruiz. Edición: Ana Gil. Redacción: José Manzaneda.

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Nasce em Cuba a primeira (e única) vacina latino-americana contra o coronavírus: Soberana 01

Lá vão eles.- Por enquanto, a OMS reconhece 40 vacinas candidatas para combater a pandemia do coronavírus. E apenas um deles é da América Latina. Contamos tudo sobre o Soberana 01.

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Os Estados Unidos intensificam campanha contra a cooperação médica cubana e chantageiam a Organização Pan-Americana da Saúde

Bem-vindos aos médicos do contingente médico Henry Reeve no Peru. Foto: Arquivo. A seguir, publicamos a declaração do Ministério das Relações Exteriores de Cuba sobre a campanha do atual governo dos Estados Unidos contra a cooperação médica da ilha em várias nações do mundo, que passou a exercer pressão sobre governos e agora o faz com ameaças à Organização Pan-Americana da Saúde.

Cuba denuncia campanha dos Estados Unidos contra a cooperação médica cubana

Quarta potência

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba emitiu um comunicado denunciando “a campanha desonesta” que o governo dos Estados Unidos desencadeou com o objetivo de “desacreditar a cooperação médica internacional de Cuba”, que durante a crise do COVID-19 19 já ofereceu seus médicos para diversos países. Agora, Cuba acusa o país governado por Donald Trump de exercer “pressão e chantagem” contra a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Durante a pandemia, Cuba enviou mais de 3.800 colaboradores organizados em 52 brigadas médicas a 39 países, que se juntaram às que já prestavam serviços em 59 Estados antes da pandemia, segundo dados do ministério.

Especificamente, o Itamaraty aponta pressão sob a “ameaça de não desembolso da contribuição financeira” que corresponde aos Estados Unidos como principal contribuinte do orçamento da Organização. Segundo o documento divulgado, Cuba acredita que a Secretaria da OPAS foi obrigada a aceitar o que chamam de “uma revisão externa do papel da OPAS no Programa Mais Médicos no Brasil”, do qual participaram milhares de médicos cubanos a pedido do Partido. dos trabalhadores. No entanto, os cubanos encontraram “a campanha de difamação mais grosseira dos Estados Unidos e do atual governo brasileiro”.

Segundo dados cubanos, esse programa atendeu, de agosto de 2013 a novembro de 2018, 113.359.000 pacientes, “inclusive oferecendo cobertura permanente de saúde a 60 milhões de brasileiros”. Porém, em novembro de 2018, Cuba tomou a decisão de não continuar participando do Programa Mais Médicos devido ao “servilismo” do presidente brasileiro Jair Bolsonaro, a quem acusa de ter uma “atitude desdenhosa e ameaçadora para com nossos colaboradores”. Além disso, consideram que o Brasil caiu em “violação das garantias pactuadas inicialmente e de condições inaceitáveis ​​de permanência de nossos profissionais”.

Por isso, agora o Itamaraty vê uma nova tentativa de manipulação de organismos internacionais por parte dos Estados Unidos. “Sabe-se que não há documento adotado pelos órgãos dirigentes da OPAS que outorgue mandato ou endosse do ponto de vista jurídico a realização desta revisão ou a redação de seus chamados ‘termos de referência’, reclamam no comunicado. . Além disso, eles apontam que “para piorar as coisas, todo este processo de revisão é realizado sob o orçamento ordinário da OPAS.”

Segundo o ministério cubano, os Estados Unidos buscam com esta manobra “prejudicar as relações de Cuba com a OPAS, que historicamente se basearam na cooperação, no respeito, na identificação comum de objetivos e valores humanísticos e no esforço para garantir serviços de saúde de qualidade. para a população “. Com este último movimento, considera que o país liderado por Donald Trump “comete um crime quando se propõe a privar milhões de pessoas desse direito inalienável”.

Declaração do Minrex: Estados Unidos intensificam campanha contra cooperação médica internacional de Cuba

O povo cubano e a comunidade internacional estão cientes da campanha desonesta que o Governo dos Estados Unidos lança desde 2019 para desacreditar a cooperação médica internacional de Cuba, pressionar os governos que a recebem e privar os povos desses serviços de saúde.

O Ministério das Relações Exteriores denuncia que, como parte dessa ofensiva, o governo dos Estados Unidos desencadeou pressões e chantagens contra a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Sob a ameaça de não desembolsar a contribuição financeira a ser feita pelos Estados Unidos como principal contribuinte para o orçamento da organização, a Secretaria da OPAS foi forçada a aceitar o que eles chamam de “uma revisão externa do papel da OPAS no Programa Mais Médicos. no Brasil ”, em que milhares de profissionais cubanos tiveram a oportunidade de participar a pedido expresso do Governo Popular do Partido dos Trabalhadores, e que tem sido objeto da mais gritante campanha de difamação dos Estados Unidos e do atual Governo Brasileiro.

As alegadas preocupações dos Estados Unidos com a cooperação de Cuba, neste caso com o programa Mais Médicos, não são legítimas, nem pertinentes para serem discutidas na OPAS. O Programa Mais Médicos, que já recebeu auditorias anteriores com resultados positivos, foi estabelecido em virtude de um acordo tripartite entre o governo cubano, o então governo brasileiro e a OPAS.

O Programa possibilitou aos médicos cubanos no Brasil atender 113.359.000 pacientes de agosto de 2013 a novembro de 2018 em mais de 3.600 municípios, oferecendo cobertura permanente de saúde a 60 milhões de brasileiros. Graças ao programa, foi possível ampliar a cobertura da atenção básica e de saúde para os brasileiros; O acesso e a oferta de ações de saúde foram ampliados e os indicadores de saúde da população foram melhorados, reduzindo as internações por trabalho preventivo dos médicos.

O nível de satisfação e aprovação dos pacientes, médicos e gestores do programa foi alto. Segundo estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 95% dos pacientes ficaram satisfeitos ou muito satisfeitos com o programa.

Se Cuba não tivesse sido obrigada a retirar seus médicos do Brasil, eles poderiam ter contribuído para o controle e enfrentamento da pandemia COVID-19 naquele país, o segundo mais afetado no mundo.

Conforme informado em nota do Ministério da Saúde Pública de 14 de novembro de 2018, Cuba tomou a decisão de não continuar participando do Programa Mais Médicos devido ao servilismo do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que com atitude desdenhosa e ameaçadora para com nossos colaboradores e Em franco desrespeito à OPAS e seu acordo com Cuba, impôs modificações aos termos do programa, o que resultou na violação das garantias inicialmente acordadas e nas condições inaceitáveis ​​de permanência de nossos profissionais.

É nojento que o governo dos Estados Unidos tente manipular as organizações internacionais e regionais à vontade. Sabe-se que não existe documento adotado pelos órgãos dirigentes da OPAS que outorgue mandato ou endosse do ponto de vista jurídico a realização desta revisão ou a redação de seus chamados “termos de referência”.

A referida redação ficou a cargo de um grupo formado pelos Estados Unidos, Brasil, a própria Secretaria da OPAS e Canadá, este último atuando como mediador entre as partes. Para piorar as coisas, todo esse processo de revisão é realizado sob o orçamento ordinário da OPAS.

Sem qualquer mandato, foi contratado um escritório de advocacia norte-americano, que em 180 dias deve emitir uma avaliação ajustada e, portanto, pré-determinada de acordo com os “termos de referência” que o seleto grupo liderado pelos Estados Unidos já definiu.

Ninguém com um senso básico de honestidade, com conhecimento dos propósitos e conduta do Governo dos Estados Unidos, ou com um mínimo de bom senso pode duvidar que está enfrentando um ataque frontal contra o multilateralismo, de uma manipulação grosseira com fins políticos da OPAS e uma extensão da agressão contra Cuba.

Após a denúncia dessa manobra pelo Ministro da Saúde Pública José Angel Portal Miranda no 58º Conselho Diretor da OPAS, em 28 de setembro, ficou demonstrado nas intervenções de representantes do Departamento de Estado que o Governo dos Estados Unidos está apoiando as pressões contra a organização, contra os programas de cooperação de Cuba com os Estados membros da região e a chamada “revisão externa” do Programa Mais Médicos para o Brasil.

Os Estados Unidos foram mais longe ao se opor à eleição de Cuba como membro do Comitê Executivo da OPAS, ação que fracassou devido ao apoio unânime que recebeu a candidatura de Cuba. Durante as sessões do Conselho, vários países reconheceram e agradeceram a solidariedade e cooperação do pessoal de saúde cubano no confronto com a COVID-19.

O Ministério das Relações Exteriores denuncia que se prepara uma avaliação espúria e falsa, promovida por e para os propósitos agressivos dos Estados Unidos em seu esforço por desacreditar a cooperação internacional de Cuba.

É lamentável que com esta nova manobra o Governo dos Estados Unidos tente prejudicar as relações de Cuba com a OPAS, que historicamente se pautaram na cooperação, no respeito, na identificação comum de objetivos e valores humanísticos e no esforço para garantir os serviços de saúde. qualidade para a população. Sobre estas premissas se construiu uma relação da qual Cuba se orgulha.

O Ministério ratifica o firme compromisso de Cuba com o desenvolvimento e a sustentabilidade de seu sistema de saúde em benefício do povo cubano e da cooperação com os povos da região e de outras partes do mundo.

Tem capacidade para o fazer, construída com o seu próprio esforço. É uma realidade que ninguém pode mudar.

O acesso à saúde é um direito humano, e os Estados Unidos cometem um crime quando se propõem a privar milhões de pessoas desse direito inalienável.

Conforme expresso na declaração do Ministério das Relações Exteriores de 5 de dezembro de 2019, é imoral e inaceitável questionar a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos mais de 400.000 colaboradores cubanos da saúde que, em 56 anos, eles serviram missões em 164 nações.

O intensificado bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba, cujos efeitos são particularmente devastadores no contexto da pandemia de COVID-19, não conseguiu e não poderá impedir nosso país de compartilhar seus escassos recursos com outros povos do mundo. eles precisam disso.

Além de enfrentar a pandemia em Cuba, e guiado pela solidariedade e vocação humanista de nosso povo, o país reforçou sua cooperação médica internacional com o envio de mais de 3.800 colaboradores organizados em 52 brigadas médicas a 39 países e territórios afetados pela doença, que se juntou aos que já serviam em 59 estados antes da pandemia.

Como o líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, expressou em sua reflexão de 2 de outubro de 2014, intitulada “A hora do dever”, “o pessoal médico que marcha a qualquer ponto para salvar vidas, mesmo correndo o risco de perder este é o maior exemplo de solidariedade que o ser humano pode oferecer ”.

Havana, 30 de setembro de 2020

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Enrique Ubieta: “Transmitimos a convicção de quanto se pode fazer com vontade política”

Pressenza – Retirado do Resumo latino-americano – Foto: Cubasí.- Praticamente desde o início da pandemia, a notícia da chegada das brigadas médicas cubanas a diversos países do mundo veio como “vento fresco”. Hoje, a brigada Henry Reeve, já premiada pela OMS, é uma das candidatas ao Prêmio Nobel da Paz … para dividir conosco um pouco da enorme tarefa das brigadas médicas, temos conosco Enrique Ubieta, de Cuba.

Ensaista e pesquisadora cubana. Ele foi diretor do Centro de Estudos Marti. Dirige a Contracorriente, revista de Ciências Sociais e é o responsável pela Cinemateca de Cuba. Autor de vários livros, incluindo Ensaios de identidade (1993); De la historia, los mitos y los hombres (1999) e La utopía rearmada, que ganhou o prêmio EPO-Abril em sua primeira edição de 2001. Compilou o livro Viva e Pense em Cuba. Ele é colaborador de várias revistas nacionais, incluindo Temas, La Jiribilla, El Caimán Barbudo e Revolución y Cultura. (Havana, 1958)

Para entrar a fundo no assunto da entrevista, gostaria de perguntar-lhes quando nasceram e brevemente qual é o projeto das brigadas médicas cubanas.

A primeira coisa que se deve notar é que o internacionalismo médico cubano, praticamente, nasceu com a revolução, no ano 60 há uma brigada médica que vai para o Chile, onde Salvador Allende o espera e, claro naquela época, muito longe de pensar que ele se tornaria presidente. No ano 60, veja bem. Depois começou a ser algo habitual, pediram aos médicos para irem para a Argélia, irem para a África, irem para a América Latina e isso faz parte do conceito de que a revolução desenvolve que a solidariedade não deve ser algo só interno, tem que ser interno e externo, deve haver uma correspondência entre os dois. Há um discurso de Fidel que faz no início da revolução em que diz que vamos ter muitos médicos e que vamos poder regar o mundo com solidariedade e isso vai crescendo com o tempo.

É importante citar algo que é um mito nesse processo, depois que caiu o chamado campo socialista dos anos 90, no mundo houve uma espécie de recuo da esquerda, ou seja, da cabeça de alguns que haviam sido saíram eles voltaram de ter sido e muitas práticas internacionais foram deixadas de lado. Naquela época, Fidel levantou mais uma vez o sistema de assistência médica internacional de forma mais forte e constante, no que se refere aos furacões Mitch e George, ocorridos na América Central e no Haiti em 98. Essas unidades aparecem com muito vigorosa em toda a América Central e no Haiti, diversas ideias começam a surgir em torno dessa presença, que depois se espalha pela África, se espalha novamente pela América Latina. Mas em 2005 ocorre um furacão muito forte em Nova Orleans, o Furacão Katrina e Cuba organiza uma brigada, mais de mil médicos e enfermeiras que estariam dispostos a ir a Nova Orleans para ajudar o povo norte-americano e esse continente se chama Henry Reeve, que ele é um patriota americano que lutou na guerra da independência cubana no século 19 e obteve a patente de general, um homem muito corajoso.

Isso não se consegue porque os americanos não aceitam ajuda, mas a partir daquele momento no continente Henry Reeve, que se dedica exclusivamente a ajudar em tempos de crise, um terremoto, uma epidemia, uma guerra civil. São dois, três meses, só na hora de ajudar. Esse contingente começa a ir, o primeiro lugar que foi é para a Guatemala e foi para o Paquistão, foram os dois primeiros lugares, mas depois começa a se espalhar pelo mundo. Os acontecimentos mais importantes em que o contingente de Henry Reeve interveio pode-se dizer que foi o Ebola na África, foi o próprio secretário-geral das Nações Unidas, chamou o presidente de Cuba para pedir-lhe que ajudasse os países africanos na epidemia do Ebola e foi Cuba que enviou 157 médicos e enfermeiras aos três países afetados. Tive a oportunidade de viajar com eles, testemunhar o trabalho e escrever um livro sobre o assunto. Este foi um marco e o outro marco foi o covid-19, algo que ainda não acabou, que ainda está lá. Cuba enviou brigadas a 39 países do mundo para ajudar a erradicar o covid-19 e, pela primeira vez na história, brigadas foram enviadas a países do primeiro mundo, do grupo dos 7, como a Itália. Também vos digo uma coisa muito importante, as nossas brigadas que foram para a Itália, são duas, foram para a Lombardia e para o Piemonte, serviram nesses locais de forma absolutamente gratuita, nem o governo cubano nem os médicos ou enfermeiras cubanos receberam um tostão por isso. trabalho, estar em país rico, sair de país pobre, bloqueado, justificando ao máximo o bloqueio com a presidência de Trump, procurando sufocar no momento em que se tenta ser solidário com os demais. Esta é a história essencial desta ajuda internacionalista.

Com certeza e isso nos leva a repensar um pouco as categorias que estão sendo utilizadas até agora, como as do primeiro mundo, que você mencionou. Queria perguntar-lhe sobre o envio da brigada à Itália, que o senhor acompanhou, quais são as diferenças nos sistemas de saúde que pode nos contar e quais as diferentes situações do pessoal médico que viu entre Cuba e a Itália?

Homens e mulheres não são diferentes em um país ou outro, em todos os lugares você encontra pessoas que apoiam, pessoas que têm sentimentos nobres, o que muda de curso é o sistema, o sistema que determina é como algumas pessoas se comportam ou outras. Na Itália descobrimos, primeiro havia um sistema da chamada sociedade de bem-estar social que foi sendo destruído gradualmente, ou seja, o sistema existiu enquanto existia o campo socialista, agora não faz mais sentido para eles e naquela sociedade italiana havia um sistema médico bastante complexo, mas que foi sendo destruído gradativamente nos últimos anos, foram criadas condições para introduzir o serviço privado dentro do próprio serviço público, isso tem impedido o país de se preparar para uma epidemia como essa, por isso uma parte. Por outro lado, há algo que é imaginário, nesses países com muito dinheiro, com muitas possibilidades econômicas, a tecnologia é obviamente de primeiro nível, nós como médicos cubanos, falo com vocês como nós porque fiz parte da brigada, mas não sou médico…Os médicos e enfermeiras cubanos desenvolveram muito a química, a apreciação química do paciente. A primeira contradição, porque a base da medicina é essa. Mas também por um fato específico, ou seja, estamos bloqueados desde 1960, sofremos um bloqueio que nos impede de ter a tecnologia de ponta em tudo, tentamos adquiri-la porque não somos contra a tecnologia, mas às vezes não temos a ultima tecnologia. Então, de repente, foram encontradas duas escolas, duas formas de encarar a medicina, o médico italiano resolvia tudo com 20 exames médicos com tecnologia de ponta olhando para o computador e o médico cubano que vai até onde está o paciente, o escuta, Ele toca, pergunta sobre seu passado, se já teve tal coisa, o que comeu e tem uma relação direta com o paciente. A surpresa que os italianos pegaram é que muitas vezes, isso foi confessado pelo diretor do hospital onde estávamos trabalhando, o médico cubano chegou a uma conclusão, muito antes de serem feitas as análises, que corroboraram e com muito menos dispêndio de recursos, do que aqueles que fizeram análise. Os médicos italianos mais tarde também perceberam a necessidade de conversar com os pacientes, de tocá-los, de ouvi-los, e essa troca foi muito positiva. É preciso dizer também que os médicos cubanos, por não estarem atrás do computador, estão interagindo com o paciente, estabelecendo uma relação afetiva com ele, há uma relação, uma troca, sempre há conversa, no final acabam sendo amigos e isso também ajuda o a cura, faz parte do processo afetivo que influencia a cura desse paciente. Muitas cartas foram recebidas de pacientes que saíram do hospital agradecendo aos médicos por esse amor, aquela relação afetuosa com eles, que eles sentiam que existia E uma última coisa: a questão da biossegurança. Os médicos cubanos vivem em um país tropical onde já ocorreram várias epidemias que foram controladas, até criaram algumas epidemias para nós por causa da guerra biológica, mas além disso viajam para a África, viajam para a América Latina e estão acostumados a lidar com epidemias. Principalmente o fato de que quando foram para o Ebola tiveram que aprender muito bem as regras de biossegurança, pois isso poderia custar suas vidas, o nível de contágio dessa doença era muito forte.

Quando chegam na Itália encontram uma situação diferente, os italianos, os europeus não estavam acostumados a enfrentar epidemias, pensavam que isso era coisa do passado, da literatura da Idade Média e simplesmente não sabiam como enfrentar, não teoricamente mas no prática, com certas medidas de biossegurança. Quando os cubanos chegaram, estabeleceram uma alfândega para entrar e sair da zona vermelha, diante da qual os médicos italianos ficaram perplexos, a princípio até alguns meninos recém-formados protestaram, havia um certo conflito porque não queriam obedecer a essa disciplina. Porém, o resultado foi muito evidente e reconheceram-no de uma forma muito aberta, e é que num país onde até então 11% de todos os doentes eram trabalhadores da saúde, naquele hospital que foi criado naqueles três meses, em que trabalharam mais de 100 colaboradores italianos e 38 médicos e enfermeiras cubanos, nenhum trabalhador de saúde ficou doente, nenhum. Isso também mostrou que aquelas medidas que aplicaram eram medidas muito eficientes, muito necessárias.

Enrique, gostaria de lhe perguntar duas coisas rápidas: Uma, você nos contou através de suas crônicas de Torino, precisamente a evolução da missão da Brigada Henry Reeve, se você conseguir fazer uma espécie de equilíbrio global com todo esse tempo, este missão, qual é o seu saldo do apoio dado nesta pandemia? E também, outra pergunta final, vocês já nos falaram desse tipo de remédio mais humano que os médicos cubanos da Brigada trouxeram, você acha que de alguma forma isso poderia mudar alguma coisa na Itália, na Europa, poderia ser uma espécie de efeito? Demonstração, o exemplo dos médicos cubanos para repensar essa privatização do sistema público de saúde, que há décadas avança com força na Europa? Eu acredito que é um momento propício para reformular o sistema, é propício. Mas isso não vai acontecer se nós e connosco quero dizer os cidadãos do mundo, deixarmos isso acontecer naturalmente, naturalmente isso não vai acontecer, porque há muitos interesses por trás, infelizmente. Não estamos falando de políticas que as pessoas têm adotado por causa da deficiência, estamos falando de políticas para beneficiar uns em detrimento de outros. Eu acredito que a pandemia criou todas as condições para que o mundo mude, são condições objetivas, para condições subjetivas porque o mundo não vai mudar por si mesmo, o mundo não vai fazer o mundo mudar, nós, os seres, temos que mudar humanos e essa é a parte fundamental. Acredito que a pegada dos 38 cubanos em Torino de 3 milhões de habitantes, não vamos deixar essa pegada que vai mudar as coisas, não é isso. Acredito que os médicos italianos que nos acompanharam, com uma verdadeira vocação porque a tinham de solidariedade, de humanismo, de dedicação à profissão, acho que tiveram uma ideia clara do que poderia ser a medicina, uma medicina social, Fomos até na casa dos pacientes, o que não foi feito. Iniciamos uma investigação, que não foi feita, fomos a um dormitório de mulheres que moravam na rua, que foi dado a elas por um dia para que pudessem dormir ali, foram perseguidas, estamos falando de prostitutas que vieram de outros países, trazidas à força e a gente foi lá dar orientações epidemiológicas. Muitas coisas foram feitas que acredito que deixaram marcas nas pessoas, pelo menos nas que estiveram entre nós, e acredito que deixaram nessas pessoas a convicção de quanto pode ser feito quando há vontade política.

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“Eles promovem a paz e cuidam dos mais vulneráveis ​​do mundo”: o ator brasileiro Wagner Moura pede Prêmio Nobel da Paz para as Brigadas Médicas Cubanas

Comitê Internacional pela Paz, Justiça e Dignidade para os Povos.- Apesar da intensificação do bloqueio e da crise global de saúde, causada pela pandemia COVID-19, Cuba Salva Vidas em mais de 30 nações. O ator brasileiro Wagner Moura – participante, entre outros, do filme “La Red Avispa” – atende à demanda internacional pela entrega do Prêmio Nobel da Paz aos integrantes do Contingente Médico Internacionalista Henry Reeve. “Neste momento em que o mundo atravessa uma crise humanitária, promover a paz significa cuidar dos mais vulneráveis”.

Especial: campanha mundial Prêmio Nobel da Brigada Médica Cubana “Henry Reeve”
Ator brasileiro apóia Prêmio Nobel da Paz para médicos cubanos

Brasília, 24 de setembro (Prensa Latina) O ator brasileiro Wagner Moura expressou hoje seu apoio às brigadas médicas internacionalistas de Cuba a serem consideradas para o Prêmio Nobel da Paz, por seu admirável trabalho humanitário.

Segundo a artista, em um vídeo compartilhado nas redes sociais, as brigadas cubanas mitigaram o sofrimento de muitas pessoas em todo o mundo e, principalmente, em territórios afetados no Sul, América Central, Caribe, África e Ásia.

Moura destaca que na atual crise global produzida pela pandemia de Covid-19, Cuba enviou médicos à Itália e a outros países em virtude do belo conceito de solidariedade internacionalista.

Nestes momentos em que o mundo vive uma grande crise humanitária, promover a paz é uma virtude, afirma.

Após a passagem devastadora do furacão Katrina pelos estados do sul dos Estados Unidos, em 2005, o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, fundou o Contingente Internacional de Médicos Especializados em Desastres e Grandes Epidemias ‘Henry Reeve’, ao qual ajudou situações difíceis de sucesso em várias nações.

Atualmente, mais de 2.300 colaboradores cubanos, agrupados em 26 brigadas médicas, contribuem para a luta contra a Covid-19 em 24 países e a eles se somam os mais de 28.000 que já prestavam saúde em 59 nações.

O ator brasileiro participou no ano passado do Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano realizado na capital cubana, onde apresentou seu primeiro longa-metragem como diretor, Marighella, sobre a vida do político Carlos Marighella, assassinado em 1964 por agentes da ditadura militar. no Brasil.

No próprio evento, Moura foi visto como intérprete do filme La Red Avispa, sobre os antiterroristas cubanos que tentaram alertar seu país sobre planos violentos contra o povo da ilha e sofreram altas penas de prisão nos Estados Unidos por isso.

Cubainformacion

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“Cuba em tempos de pandemia: resistir ao bloqueio, oferecer solidariedade médica”: palestra em 15 de outubro em Basauri

Euskadi Cuba.- Dia 15 de outubro, às 19h30 em Basauri (Ezker Kultur Gunea, Nafarroa Nº 14), acontecerá a palestra “Cuba em tempos de pandemia: resistir ao bloqueio, oferecer solidariedade médica” de José Manzaneda.

Além disso, de 13 a 16 de outubro, no mesmo espaço, poderá desfrutar da exposição “Cuba, a ilha solidária”.

Organizado por: Euskadi Cuba, Ezker Anitza-Izquierda Unida, PCE-EPK.

Nós vamos esperar por você!

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A concentração contra o bloqueio de Cuba unirá a emigração cubana, sindicatos, partidos e grupos bascos: Bilbao, 10 de outubro

CubaInformacion

As associações de emigração cubana em Euskal Herria, junto com numerosos sindicatos, partidos e grupos bascos, convocam uma manifestação no sábado, 10 de outubro, data da fundação da Independência de Cuba, às 12 horas, na Plaza Arriaga de Bilbao, denunciar o bloqueio econômico, financeiro e comercial dos Estados Unidos à Ilha, uma violação sistemática, massiva e flagrante dos Direitos Humanos de 11,3 milhões de pessoas, condenada a cada ano na Assembleia Geral das Nações Unidas.

Concentração Sábado, 10 de outubro, 12h, Plaza Arriaga de Bilbao
Cuba salva vidas. Chega de bloqueio!

A denúncia do bloqueio contra Cuba une a emigração cubana, sindicatos, partidos e grupos bascos.

As associações de emigração cubana em Euskal Herria, junto com numerosos sindicatos, partidos e grupos bascos, convocam uma manifestação no sábado, 10 de outubro, data da fundação da Independência de Cuba, às 12 horas, na Plaza Arriaga de Bilbao, denunciar o bloqueio econômico, financeiro e comercial dos Estados Unidos à Ilha, uma violação sistemática, massiva e flagrante dos Direitos Humanos de 11,3 milhões de pessoas, condenadas a cada ano na Assembleia Geral das Nações Unidas.

Nunca outro presidente dos Estados Unidos aplicou o bloqueio a Cuba, de forma tão cruel, como Donald Trump, cuja mensagem de campanha é que essa política de asfixia se intensificará.

A redução pela metade do envio de remessas para a ilha, o congelamento de vistos e a proibição de voos causam enormes prejuízos à emigração e à família cubana. A aplicação total da Lei Helms-Burton tenta impedir a entrada de todos os investimentos estrangeiros. A perseguição às companhias de navegação resultou em escassez de combustível, redução do transporte urbano e severas restrições de eletricidade. A proibição de viagens e cruzeiros, o declínio nas receitas do turismo.

Enquanto o governo dos Estados Unidos dá as costas à comunidade internacional e abandona organizações como a OMS, Cuba oferece Solidariedade ao mundo: só nesta pandemia, enviou 3.700 profissionais de saúde, 61% mulheres, para 38 países – vários na Europa -, salvando mais de 12 mil vidas.

Por isso, a emigração cubana e as organizações convidam a sociedade basca, em seu amplo espectro político, a dizer “Cuba salva vidas. Chega de bloqueio! “

Eles convocam: Sierra Maestra, Desembarco del Granma, Acesma, Euskadi-Cuba.

As seguintes organizações oferecem suporte.

Sindicatos: CCOO, ELA, ESK, Ikama, Ikasle Ekintza, LAB, STEILAS, UGT.

Organizações políticas: Ahal Dugu-Podemos, Alternatiba, EH Bildu, EK-PCPE, EKB, ELAK-PCTE, Ezker Anitza-IU, Eusko Alkartasuna, GK, GKB, PCE-EPK, PSE-EE (Grupo Parlamentar), Sortu.

Coletivos: Askapena, Jorge Adolfo Freytter Romero, Bachué (Kolonbiako Errefuxiatuak), Berdinak, Bizilur, Brics-PSUV EH, Círculo Bolivariano La Puebla, Elkartasuna Eraldatuz, Emigrados sin Int Fronteras, ErrekaleorCD Bizionalzaik, KrekaleorCD Lumaltik, Marimatraka Talde Feminista, Mugarik Gabe, Mugen Gainetik, Mujeres del Mundo, Mundubat, Novisi Elkartea (Togo-Euskadi), Ongi Etorri Errefuxiak, Osaginez, Paz con Dignidad-Bakea eta Duintasuna, Cortes Cero, Encontro latino-americano, Magazine vSUR, Sandinistak, Syriaren Alde, SODePAz, We are ALBA.

Contato para a imprensa: media@euskadicuba.org – 656410687

Especial “Clamor mundial contra la pandemia del Bloqueo a Cuba”: acciones, iniciativas, declaraciones

Kontzentrazioa: urriak 10, larunbata, 12:00etan, Bilboko Arriaga enparantzan

Kubak bizitzak salbatzen ditu! Blokeoa bukatu!

Kubak pairatzen duen blokeoaren aurkako salaketak kubatar emigrazioa, euskal sindikatuak, partiduak eta kolektiboak batzen ditu.

Euskal Herriko kubatar emigrazioko elkarteek, hainbat euskal sindikatu, partidu eta kolektiboekin batera, kontzentrazioarako deialdia egingo dute urriaren 10ean, larunbata (Kubako Independientziaren sortze- egunean), 12:00etan Bilboko Arriaga plazan, AEBko gobernua ezartzen ari den Kubaren aurkako blokeo ekonomiko, finantzario eta komertziala salatzeko. Blokeo honek 11,3 milio pertsonen giza eskubideen urratze sistematiko, masibo eta nabarmena eragiten du eta Nazio Batuen Batzar Nagusiak urtero gaitzetsi egiten du.

Sekula AEBko beste lehendakari batek ez du ezarri Kubaren kontrako blokeoa Donald Trumpek egin duen bezain krudel. Bere hauteskunde kanpainako mezua itolarriko politika hau areagotuko dela izan da.

Uhartera bidaltzen diren igorpenak erdira murrizteak, bisen blokeoak eta hegaldien debekuak min handia eragiten diote kubatar emigrazio eta familiei. Helms- Burton legearen ezarpenak atzerritar inbertsioen sarrera galarazten du. Ontzi- enpresei egindako jazarpenak, erregaiaren honidura eza,  hiri- garraioaren murrizketa eta kalte elektriko latzak eragin ditu. Bidaien eta kruzeroen debekuak turismoaren diru- sartze lerma eragin du.

AEBko gobernuak Nazioarteari bizkarra ematen dion eta OME bezalako erakundeak uzten dituen bitartean, Kubak elkartasuna eskaintzen dio munduari: pandemia honetan soilik, 3700 borondatezko osasun lankide bidali ditu, haien %61 emakumeak izanik, 38 herritara – batzuk Europan- 12 mila bizi baino gehiago salbatuz.

Guzti honengatik emigrazio kubatarrak eta erakundeek euskal gizartea, bere espektro politiko handian, “Kubak bizitzak salbatzen ditu! Blokeo akatu!” esatera gonbidatzen dute.

Deialdia egiten dute: Sierra Maestra, Desembarco del Granma, Acesma, Euskadi- Cuba elkarteek.

Eta honako erakunde hauek ematen dute laguntza.

Sindikatuak: CCOO, ELA, ESK, Ikama, Ikasle Ekintza, LAB, STEILAS, UGT.

Erakunde politikoak: Ahal Dugu-Podemos, Alternatiba, EH Bildu, EK-PCPE, EKB, ELAK-PCTE, Ezker Anitza-IU, Eusko Alkartasuna, GK, GKB, PCE-EPK, PSE-EE (Legebiltzarreko Taldea), Sortu.

Taldeak: Askapena, Asociación Jorge Adolfo Freytter Romero, Bachué (Kolonbiako Errefuxiatuak), Berdinak, Bizilur, Brics-PSUV EH, Círculo Bolivariano La Puebla, Elkartasuna Eraldatuz, Emigrados sin Fronteras, Errekaleor Bizirik, Giltza, Inti Kokone, KCD, Komite Internazionalistak, Lumaltik, Marimatraka Talde Feminista, Mugarik Gabe, Mugen Gainetik, Mujeres del Mundo, Mundubat, Novisi Elkartea (Togo-Euskadi), Ongi Etorri Errefuxiatuak, Osaginez, Paz con Dignidad-Bakea eta Duintasuna, Recortes Cero, Resumen Latinoamericano, Revista Encuentros-Portal vSUR, Sandinistak, Siriaren Alde, SODePAz, Somos ALBA.

Prentsa-kontaktua: medios@euskadicuba.org – 656410687

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Por que um Nobel cubano

Espaço “Contratuit”, na TV Cubainformación
Por que um Nobel cubano

É denominado Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastre e Epidemias Graves “Henry Reeve”.

São médicos cubanos que se mobilizam em menos de 48 horas e ajudam, há 15 anos, em 45 países ao redor do mundo.

Em oito inundações severas, cinco furacões e sete terremotos. Na epidemia de cólera no Haiti, em 2010, ou Ebola na África, em 2014.

No terremoto no Paquistão, por exemplo, 2.000 trabalhadores humanitários realizaram 14.000 cirurgias em oito meses e salvaram a vida de mais de 2.000 pessoas.

Este ano, diante da Covid-19, 3.700 profissionais, 61% mulheres, ajudaram em 38 nações.

Agora você entende por que, sem ser notícia, milhões pedem ao contingente cubano “Henry Reeve” o próximo Prêmio Nobel da Paz?

Apresentação: Ana Gil e Ivana Belen Ruiz. Edição: Ana Gil. Redação: José Manzaneda.

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Eleições na Bolívia: fome ou decepção?

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Eles invocam Deus por ordem de #EEUU

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