A revolução a pé, o pior castigo para os terroristas..

#Terrorismo #ProhibidoOlvidar #TenemosMemoria #EstadosUnidos #MartiresDeBarbados 3FidelCastro #RevolucionCubana

Retirado do Jornal Granma .

Autor: José LLamos Camejo | internet@granma.cu

Foto: Fotocomposição: Carlos M. Perdomo

Que pensamentos, que imagens, que sensações povoariam suas memórias minutos antes da explosão? A saudade da pátria? Havana diante dos olhos que a admirariam das janelas do avião, quando desce para a pista …?

La Revolución en pie, el castigo peor para los terroristas Fotocomposicion de Carlos M Perdomo

Foto: Fotocomposição: Carlos M. Perdomo

Esperando, talvez sorrisos, abraços, o beijo de lábios trêmulos que esperam … Talvez na ilha os olhares traíram quem sabe quanta ansiedade, anunciando episódios de orgulho materno, de gritar, ao recebê-lo, “esse é meu filho campeão” .

Mas a frase foi abafada pela tragédia. Em suspense estavam as carícias inocentes, a vontade de pular no pescoço do pai e contar-lhe as coisas que aprendeu nos dias em que esteve fora. Eles nunca poderiam dizer isso, nem aqueles poderiam ouvi-los. Quanta ternura inacabada! Quanto desejo assassinado!

E lá em cima, a cerca de 6.000 pés de altura, por volta do meio-dia de quarta-feira em Barbados, que planos, que esperanças alimentariam as negociações antes do desenlace?

Anedotas, talvez, da persistência pelo ouro juvenil monopolizado nas cercas centro-americanas, onde varreram. O ciclo olímpico começou; Moscou no horizonte para cada um dos 24 atletas, quase todos com menos de 20 anos. Eles carregavam sonhos de escalar para a glória após um quadriênio, mas seus sonhos foram mortos.

Haviam vencido todas as investidas em Caracas, e quando já estavam comemorando, alto e alto, onde não podiam lutar, receberam, do desprezível terrorismo pago pelos Estados Unidos, o golpe final, tortuoso e inesperado.

Com o aeroporto de Barbados ainda à vista, o avião de Cubana explodiu e caiu no mar. A aeronave caiu, ao mesmo tempo que 73 vidas ascendiam ao altar da memória que suscita a indignação de um povo “enérgico e viril”.

Para eles, e para as vítimas que os precederam, o mesmo ódio acrescentaria outros nomes. Depois foram 57 cubanos massacrados e, no final da história, até hoje, são 3.478, tudo por conta do intolerante rancor do Made in USA.

Os perpetradores de Barbados morreram sem punição, recompensados ​​e encorajados. Falavam com ousadia, sob a proteção das “liberdades” que aquele império esbanja, um paraíso para os criminosos. Que diferença há entre o golpe no peito que disseram então: “Colocamos a bomba, e daí?” Cubano”?

Como disse Fidel, não houve punição pior para eles: “a própria Revolução, seus esforços, seus sucessos, sua marcha vitoriosa”.

Diagnóstico positivo ou estratégia …

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