Presente da arte cubana para um sítio histórico angolano.

Retirado do site da Embaixada de Cuba em Angola.

O Memorial Dr. António Agostinho Neto, que homenageia o primeiro presidente de Angola, recebeu ontem uma doação de arte do pintor cubano Yasiel Palomino, para testemunhar a irmandade entre os dois povos.

É uma pintura que recria a imagem de Neto nos momentos de fundação do Estado no final de 1976, quando a proclamação da independência foi ameaçada por poderosas forças externas e os laços com a maior das Antilhas abriram um caminho sem precedentes de solidariedade internacionalista .

Um porta-voz da missão cubana nesta capital disse que se trata da sua “pequena contribuição” para as comemorações do 45º aniversário da independência angolana (11 de Novembro de 1975) e dos 45 anos das relações diplomáticas bilaterais.

Novembro é um simbolismo especial para as duas nações, disse a embaixadora Esther Armenteros no evento, relembrando esses acontecimentos, assim como as lideranças de Fidel Castro e Agostinho Neto, que partilhavam uma profunda amizade e ideais revolucionários.

Em Novembro de 1975 chegaram aqui os primeiros combatentes internacionalistas da ilha, a responder ao pedido de ajuda de Neto, e nesse mês angolanos e cubanos lutaram juntos nas batalhas de Cabinda e Quifangondo contra agressores externos, recordou.

Segundo Armenteros, Fidel e Neto foram dois grandes homens que marcaram a história dos dois países, dedicando a vida inteiramente à conquista da liberdade, da independência e do bem-estar do povo, e esse legado, aconselhou, deve ser transmitido às novas gerações.

Para António Antunes Fonseca, diretor do Memorial, a presença cubana foi fundamental não só a nível militar; Foi com esta ajuda que Angola conseguiu formar os quadros necessários para a refundação do Estado, uma vez que aquele projecto emancipatório não se podia construir com base no património colonial, considerou.

O responsável também destacou a colaboração nas áreas da saúde, educação, economia e outras esferas, porque “em todos os aspectos a presença de Cuba foi notória, antes e agora também”, resumiu.

Categories: "La epopeia de Angola", ANGOLA, arte, Cooperacion Cuba y Angola., CUBA-ANGOLA, INTERNACIONALISTAS DE ANGOLA | Deixe um comentário

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