China não tolera a politização dos direitos humanos para pressionar Cuba

A China rejeitou hoje que os Estados Unidos politizem a questão dos direitos humanos para exercer pressão e interferir nos assuntos internos cubanos, instando-a a normalizar os laços bilaterais com base no respeito

Wang Wenbin, vocero del Ministerio de Relaciones Exteriores, reiteró la oposición de su Gobierno a la doble moral y a las críticas usadas como pretexto para promover la injerencia extranjera en la nación antillana.

Wang Wenbin, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, reiterou a oposição de seu governo aos padrões duplos e às críticas usadas como pretexto para promover a interferência estrangeira na nação antilhana. Foto: Retirado da Prensa Latina

A China rejeitou hoje que os Estados Unidos politizem a questão dos direitos humanos para exercer pressão e interferir nos assuntos internos de Cuba, instando-o a normalizar os laços bilaterais com base no respeito.

Wang Wenbin, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, reiterou a oposição de seu governo aos padrões duplos e às críticas usadas como pretexto para promover a interferência estrangeira na nação antilhana.

A China, acrescentou, sempre sustentou que os Estados Unidos devem respeitar a soberania e a independência de Cuba e eliminar o bloqueio econômico, financeiro e comercial imposto unilateralmente e há mais de meio século.

Ele instou Washington a romper seus laços com Havana, mas apoiado pela igualdade para responder aos interesses de ambos os povos.

Da mesma forma, Wang considerou que a normalização das relações entre os Estados Unidos e Cuba levará à estabilidade e ao desenvolvimento da América Latina.

Suas declarações ratificam a posição da China contra a política coercitiva e a insistência da Casa Branca em usar os direitos humanos como argumento para fazer imposições à ilha.

A nação asiática sempre se juntou à maioria da comunidade internacional na reivindicação do levantamento do bloqueio norte-americano a Cuba, por considerá-lo prejudicial aos interesses e à vida do povo, bem como contrário à Carta das Nações Unidas.

Durante anos, ele exortou Washington a corrigir essa postura hostil e denunciou o caráter extraterritorial de suas sanções, por violar o direito internacional.

(Fonte: Prensa Latina)

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