Daily Archives: 12 de Janeiro de 2021

O governo chinês rejeita a inclusão de Cuba na lista dos países terroristas.

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Coxas de Frango Marinado e Cozido de uma Forma Rica e Diferente.

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Moxico: Desminados mais de 800 mil metros quadrados

Moxico: Monumento a Paz ornamentado com presépio na passagem do ano

Luena – Oitocentos 77 mil 992 metros quadrados de terras foram desminados na província do Moxico, de Janeiro a Dezembro de 2020, pelo Grupo Consultor de Minas (MAG).

Durante o processo, foram removidas e destruídas 120 minas anti pessoais, 55 minas anti-tanque, 14 mil 692 granadas de diversos calibres, assim como 12 mil 355 munições de armas ligeiras.

Segundo o representante provincial da Comissão Nacional Intersectorial de Desminagem e Assistência Humanitária (CNIDAH), Chile Manuel  Chicanha, sem mencionar os números, disse que em comparação com o igual período anterior houve uma redução de áreas limpas.

O responsável, em declarações sábado, à ANGOP, no Luena, referiu que actualmente a província conta unicamente com a MAG, porque as outras operadoras, como INAD, Repartição de Engenharia e Infra-estrutura da Região Militar Leste, bem como a Sétima Brigada de Desminagem da Casa de Segurança do Presidente da República, se encontram paralisadas desde 2014.

Informou que as minas continuam a fazer vítimas no Moxico, tendo causado seis mortes, em 20 incidentes, igual número de óbitos em relação a 2019.

Os incidentes ocorreram nos bairros Sakwatcha (Camanongue), bairro Nzaji (Cameia), localidade do Luconha, Luvuei (Bundas) bairro Hoji -ya -Henda (Tchume/Bundas), Liangongo (Léua) e Tchifako na comuna de Cangumbe.

Lembrou que a província do Moxico continua com áreas minadas, num total de 169 e 39 zonas suspeitas.

Por áreas administrativas, o município do Moxico (sede), lidera a lista com 46, Alto – Zambeze (38), Léua (22), e Luau com (21), entre outras.

ANGOP

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OMA empenha-se na construção de Angola próspera

Huambo: Militantes da OMA participantes à Sessão
Huambo: Militantes da OMA participantes à Sessão
Júlio Vilinga

Luanda- A Organização da Mulher Angolana (OMA) está empenhada na construção de um projecto nacional abrangente que enalteça o orgulho nacional e a auto-estima dos angolanos e que transforme angola num país  próspero em que seja erradicada a fome e a pobreza .

Numa nota à imprensa, o braço feminino do MPLA exorta a mulher angolana a continuar a inspirar-se nos ideias das suas fundadoras e que , em cada momento encontre formas de valorizar o seu legado histórico, já que cumpriram um papel digno de realce.

“59 anos após a sua criação, a OMA mantém-se  empenhada na construção de um projecto nacional  abrangente, que enalteça o orgulho nacional e a auto-estima dos angolanos e que transforme Angola num país  próspero em que seja erradicada a fome e a pobreza” – destaca.

A organização feminina defende, entretanto, a criação contínua de mecanismo de valorização do papel da mulher na família e na sociedade, promovendo a sua maior participação a todos os níveis e em todos os domínios da vida politica, económica social e cultural do país.

Na “Nota-Declaração” sobre o seu 59º aniversário, assinalado domingo (dia 10 de Janeiro), chegada hoje à Angop, a OMA defende o aumento de politicas públicas que visam a igualdade no género e a dignificação e valorização da mulher angolana.

Encoraja todas as mulheres angolanas, em especial as jovens, a continuarem a dar o melhor de si, em todas as áreas de desenvolvimentos, de modo a elevar os ideias de amor a pátria e a consolidar a unidade nacional, princípios sobre os quais as veteranas da Luta de Libertação Nacional privilegiavam e que devem prevalecer.

“O  ano de 2021, marcante pela realização do 8º Congresso do MPLA e do 7º Congresso da OMA, exortamos a mulher angolana – reunida em torno da organização – a tomar a dianteira de forma massiva e activa, na preparação e organização destes eventos históricos, pois deles sairão importantes decisões da vida politica, económica e social do país”, refere o comunicado.

Neste momento de comemorações do 59º aniversario da sua criação, renova o seu firme propósito de continuar a afirmar-se como forte esteio do MPLA e peça fundamental para a educação, mobilização, sensibilização das mulheres para a realizações dos ideias  políticos.

O objectivo, aclara o documento, é primar pelo crescimento da base militante do partido no poder; pela elevação da formação; e dar a sua contribuição em todas as áreas do saber para o desenvolvimento socioeconómico do país.

“A OMA exalta a coragem e a abnegação da mulher angolana, com grande contribuição efectivada no campo politico, visando despertar uma compreensão sobre a liberdade, em defesa e garantia da sua emancipação e na luta contra a ocupação colonial”, lê-se na Declaração de Aniversário.


A OMA foi fundada a 10 de Janeiro de 1962, no então Congo-Leopoldville, hoje RDC, inicialmente  por um grupo de mulheres angolanas filiadas na associação filantrópica  denominada “Kudiangó”, que face à intensificação da luta armada e outros desafios foram encetadas diligências para a criação de uma organização politica feminina do MPLA.

Jornal ANGOP

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FMI desembolsa USD 487,5 milhões para Angola

Pormenor do largo da Mutamba
Pormenor do largo da Mutamba
Pedro Parente

Luanda – O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou, na segunda-feira (11), um desembolso imediato de direito especial de saque (DES) de 338,5 milhões (cerca de USD 487,5 milhões) para Angola.

A decisão do órgão financeiro foi tomada após a conclusão da quarta avaliação do programa económico apoiado por um acordo alargado no âmbito do Extended Fund Facility (EFF).

Segundo uma nota do FMI, publicada na sua página oficial, com este valor, os desembolsos totais sob o acordo para DES elevam-se a 2.143,2 milhões (cerca de US $ 3 bilhões).

O acordo alargado de três anos de Angola foi aprovado pelo Conselho Executivo a 7 de Dezembro de 2018, no valor de DES 2,673 mil milhões (cerca de $ 3,7 mil milhões à data da aprovação), conforme a publicação deste grupo de Bretton Woods a que a ANGOP teve acesso.

O seu objectivo é restaurar a sustentabilidade externa e fiscal, melhorar a governança e diversificar a economia, a fim de promover o crescimento econômico sustentável liderado pelo sector privado.

No momento da terceira avaliação, o Conselho Executivo aprovou o pedido das autoridades de Angola para aumento do acesso de DES 540 milhões (cerca de US $ 765 milhões no momento da aprovação) para apoiar os esforços na  mitigação do impacto da Covid-19 e sustentar a implementação da reforma estrutural.

O órgão sustenta, a esse respeito, que a “natureza multifacetada do choque Covid-19  continua a impactar negativamente a economia e a população de Angola”.

Com isso, a produção e os preços do petróleo continuam fracos e os impactos sociais e de saúde da pandemia continuam a ser sentidos.

Na análise deste órgão do FMI, as autoridades “têm mantido uma resposta política robusta em face a esses desafios e permanecem firmemente comprometidas com o programa”.

Refere que as autoridades alcançaram um ajuste orçamental prudente em 2020, que incluiu ganhos de receitas não petrolíferas e contenção de despesas não essenciais, preservando, simultaneamente, as despesas essenciais com redes de saúde e segurança social.

A aprovação do Orçamento Geral do Estado de 2021, em Dezembro, consolida esses ganhos.

A Diretoria Executiva também aprovou o pedido das autoridades de dispensa de aplicabilidade e não observância de critérios de desempenho e modificação de alguns critérios de desempenho, metas indicativas e benchmarks estruturais.

Na sequência da discussão do Conselho Executivo sobre Angola, Antoinette Sayeh, diretora Executiva Adjunta e Presidente Interina, referiu que, apesar dos desafios da Covid-19, as “autoridades angolanas demonstraram um forte compromisso com políticas sólidas no âmbito do acordo apoiado pelo FMI”.

Do seu ponto de vista, “a robusta resposta política das autoridades permitiu a Angola resistir a grandes choques externos, principalmente reduzir as receitas do petróleo, e mitigar o seu impacto macroeconómico, protegendo os mais vulneráveis”.

Para a funcionaria sénior do FMI, a estabilização das finanças públicas continua a ser a “pedra angular” da estratégia das autoridades.

“As autoridades alcançaram um forte ajuste fiscal em 2020. O seu orçamento de 2021 consolida os ganhos de receitas não petrolíferas e a contenção de despesas do orçamento de 2020, ao mesmo tempo que protege as despesas sociais e de saúde prioritárias. Essas conquistas ajudam a reduzir a dependência do orçamento das receitas do petróleo”, reconheceu.

Antoinette Sayeh avançou que a implementação dos acordos de reformulação do perfil da dívida e a extensão da Iniciativa de Suspensão do Serviço da dívida, até o final de junho de 2021, proporcionará um alívio significativo do serviço da dívida e ajudará a reduzir os riscos relacionados à sustentabilidade da dívida.

“Dada a sensibilidade de Angola aos choques do preço do petróleo, é importante que as autoridades permaneçam vigilantes na gestão destes riscos”, advertiu.

Sublinhou que, depois de ter atenuado a orientação monetária para mitigar o choque da Covid-19, o Banco Nacional de Angola (BNA) começou a fazer face ao aumento das pressões inflacionistas, através do aperto da política monetária, defendendo a necessidade de um maior aperto gradual para reduzir a inflação.

Disse que a flexibilidade da taxa de câmbio serviu como um amortecedor valioso durante a crise, lembrando estar em curso esforços para desenvolver um mercado de câmbio liberalizado.

“O progresso contínuo nas reformas do sector financeiro é fundamental, especialmente a conclusão da reestruturação dos dois bancos públicos em dificuldades. A adopção oportuna da revisão da Lei do BNA e da revisão da Lei das Instituições Financeiras é a chave para continuar este progresso”, sublinhou.

Ainda sobre os avanco em Angola, Antoinette Sayeh defende que as autoridades nacionais também precisam de manter o ímpeto em outras reformas estruturais que apóiem ​​um crescimento diversificado mais forte, melhorem a governança e combatam a corrupção.

Jornal ANGOP

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Inédito, Otaola e seus comparsas apóiam o ataque terrorista ao Capitólio com notícias falsas.

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Norte do Congo está afectado pelas chuvas torrenciais

A região Norte da República do Congo tem sido fortemente afectada por uma série de chuvas torrenciais que caem continuamente na bacia de Likuala e no Departamento do Planalto.

Segundo a AFP, o Governo congolês, depois de ter declarado o Estado de Emergência Humanitária, enviou um comboio de alimentos e produtos essenciais para ajudar mais de 180 mil vítimas do desastre, que se encontram presas em áreas de difícil acesso.

Antoinette Dinga-Dzondo, ministra dos Assuntos Sociais e da Acção Humanitária, referiu que para chegar a esses lugares é necessário usar o acesso através do rio Congo. O correspondente do Africanews, Cedric Sehossolo, relatou que as autoridades procuram financiamento para colocar em prática um plano para uma solução duradoura. Para Antoinette Dinga -Dzondo, soluções sustentáveis significam, antes de mais, fornecer à população uma habitação digna e sustentável. “O que descobrimos é que as casas são geralmente feitas de materiais precários”, disse.

Jornal de Angola

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Angolanos retidos na Áfricado Sul regressam sábado ao país

Os cidadãos angolanos retidos na África do Sul regressam ao país no próximo sábado, garantiu, ontem, em Luanda, o ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião.

Ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do PR informou, que em Luanda tem 866 passageiros em trânsito para África do Sul © Fotografia por: José Cola | Edições Novembro

Ao falar no Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM) sobre as novas medidas do Decreto Presidencial, no âmbito da Situação de Calamidade Pública, que vigoram desde à meia noite de ontem, Pedro Sebastião esclareceu que dos 1.359 cidadãos retidos naquele país, 910 estão em Joanesburgo e 449 na Cidade do Cabo.

O ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República informou, também, que em Luanda estão 866 passageiros em trânsito que pretendem viajar para a África do Sul.
Pedro Sebastião esclareceu que a retenção dos passageiros nos dois países se deveu às medidas impostas face à nova variante do Sars-Cov2.

Em relação às novas medidas do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, referiu que a cerca sanitária na província de Luanda vai continuar e fica proibida a transladação internacional ou interprovincial de cadáveres cuja causa da morte seja a Covid-19.

Os serviços públicos vão funcionar das 8 às 15 horas com a presença de 75 por cento da força de trabalho. Relativamente às aulas nas classes de transição do ensino primário, nomeadamente 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª classes, que se mantêm suspensas, Pedro Sebastião disse que, feita a avaliação epidemiológica pelas autoridades sanitárias, deverão reiniciar em Fevereiro.

O ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República informou que a partir de 18 de Janeiro vai ser permitida a presença de público nas competições desportivas federadas, desde que não ultrapasse 10 por cento da capacidade do recinto.

 Vacinas

O chefe da Casa de Segurança do Presidente da República afirmou que os meios governamentais deverão ser suficientes para transportar as vacinas contra a Covid-19, sem excluir a possibilidade de abrir “concursos pontuais” para apoiar esta operação.
O general Pedro Sebastião admitiu que o transporte das vacinas é “um desafio”, sublinhando que as Forças Armadas poderão também apoiar o esforço logístico, que envolve vários ministérios, incluindo os dos Transportes e da Saúde. 

Novo recorde de pacientes recuperados

Angola registou, nas últimas 24 horas, quatro óbitos por Covid-19, 61 novas infecções  e a recuperação de 953 pacientes, de acordo com a informação prestada ontem, em Luanda, pela ministra da Saúde.  
Sílvia Lutucuta referiu que os óbitos ocorreram nas províncias de Luanda, Huambo e Lunda-Norte. Trata-se de dois homens e duas mulheres com idades entre 53 e 71 anos. 

Em relação às novas infecções, a ministra da Saúde esclareceu que dos 61 casos registados,  27 foram notificados em Luanda, 13 no Huambo, seis no Zaire, igual número no Cuanza-Sul, quatro no Bié, dois no Moxico, também dois na Lunda-Sul e um na Lunda-Norte.   Os infectados têm idades compreendidas entre 1 e 81 anos, sendo 32 do sexo masculino e 29 do sexo feminino. Na capital do país, as localidades afectadas  foram  os municípios de Belas, Cacuaco, Viana, Talatona, Kilamba Kiaxi e o distrito urbano da Samba. 

No que diz respeito aos pacientes recuperados, Sílvia Lutucuta disse que 775 foram em Luanda, 60 em Cabinda, 50 no Cuanza-Norte, 36 no Zaire, 17 no Cuanza-Sul, 10 no Huambo,  três no Bié e dois no Moxico. 

Com estes dados, o país soma 18.254 casos confirmados, dos quais 420 óbitos, 14.825 recuperados e 3.009 activos. Deste número, nove estão em estado crítico a receber tratamento por ventilação mecânica invasiva, oito em situação grave, 84 são considerados moderados, 97 têm sintomas leves e os restantes são assintomáticos.

O Laboratório de Biologia Molecular processou 825 amostras, das quais 81 foram positivas. Desde o início da pandemia, em 21 de Março, foram processadas 324.292 amostras processadas, destas 18.254 positivas.
Sílvia Lutucuta informou que, nas últimas 24 horas, o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) registou 41 chamadas, todas relacionadas a pedidos de informação sobre a Covid-19. A ministra da Saúde reiterou o apelo para o cumprimento rigoroso das medidas de prevenção, nomeadamente o uso correcto da máscara facial, lavagem frequente das mãos com água e sabão ou higienizálas com desinfectante recomendado.

A ministra desencorajou a realização de viagens ao exterior, nomeadamente para países onde já circulam novas estirpes do novo coronavírus, alertando que os viajantes correm o risco de ficar retidos. “Não viaje se não tiver necessidade expressa”, já que só razões de força maior de-vem levar a fazer viagens, apelou Sílvia Lutucuta, em Luanda, durante a apresentação dos últimos números da Covid-19.

Escolas têm condições criadas

A ministra da Educação, Luísa Grilo, disse estarem criadas, nas escolas públicas, as condições de biossegurança para o reinício das aulas presenciais nas classes de transição do ensino primário 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª classes.  
Luísa Grilo agradeceu a dedicação dos professores e a colaboração dos pais e encarregados de educação, que permitiram o bom desempenho do primeiro trimestre.  

Oferta de transportes 

O ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu  garantiu  que as  enchentes, nas paragens de autocarros, vão diminuir com a melhoria na oferta de meios. O governante assegurou que há um grupo técnico multissectorial que está a trabalhar para encontrar formas de acabar com as enchentes nos transportes públicos. “Temos um programa de reforço dos transportes públicos que prevê a introdução de meios em todas as províncias”, referiu o ministro em conferência de imprensa. 

Jornal de Angola

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Qual é o Nasalferon que Cuba aplica aos viajantes e familiares?

Por Walkiria Juanes Sánchez Rzones de Cuba .

Cuba começou a aplicar Nasalferon a viajantes e suas famílias em 7 de janeiro, um medicamento da indústria de biotecnologia para prevenir a transmissão do SARS-CoV-2 e fortalecer o sistema imunológico, informou a Agência Cubana de Notícias.

Segundo informações da sessão do Conselho Provincial de Defesa de Havana, a aplicação da droga em gotas se desenvolverá inicialmente nos municípios de Boyeros e Diez de Octubre, e depois se estenderá ao resto da capital.

Ileana Morales, diretora de Ciência e Inovação Tecnológica do Ministério da Saúde Pública, explicou que será aplicada uma gota, nasal, pela manhã e outra à noite, por um período de cinco a 10 dias.

“Os coabitantes devem começar o tratamento três dias antes da chegada do viajante a sua casa”, disse Morales.

Nasalferon é uma formulação de IFN-alfa-2b humano recombinante para administração nasal que, graças às propriedades imunomoduladoras e antivirais do IFN-alfa, consegue proteção contra a exposição ao vírus.

De acordo com o relatório de pesquisa realizada pelo Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia (CIGB) para contribuir para o controle da epidemia de COVID-19, foi demonstrado que a passagem do Interferon para o sangue, detectando os níveis de concentração máxima em 30- 45 minutos após a administração nasal, evidência de aumento nos marcadores da resposta antiviral e imune inata ao nível da mucosa orofaríngea e nos linfócitos do sangue periférico.

Especialistas afirmam que impede a replicação da doença e modifica o número de colônias presentes no corpo.

Também fortalece o sistema imunológico e garante que, se a pessoa for infectada, ela não desenvolverá sintomas graves, explicam os especialistas.

Segundo dados da Academia Cubana de Ciências, até agosto 17.241 profissionais de saúde e 1.110 pessoas vulneráveis ​​foram tratados com este medicamento.

Dada a complexa situação que o país enfrenta neste momento, as autoridades sanitárias reiteram a importância da auto-responsabilidade e do estrito cumprimento das medidas de proteção.

Retirado do Granma

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Refugiados angolanos regressam da Zâmbia

Pelo menos, 35 cidadãos angolanos que viviam na condição de refugiados no centro de acolhimento de Mayukuayukua, na República da Zâmbia, regressaram definitivamente ao país e foram alojados, desde o dia 29 de Dezembro de 2020, na sede comunal do Missombo, a 16 quilómetros da cidade de Menongue, província do Cuando Cubando.

Más condições no centro de acolhimento de Mayukuayukua força o regresso de angolanos © Fotografia por: Carlos Paulino | Edições Novembro

Consta do grupo de refugiados, quatro homens, nove mulheres e 22 crianças, correspondente a oito famílias, que foram acomodadas em quatro residências sociais do tipo T-3, erguidas na comuna do Missombo.

Miguel Marcos, de 50 anos, 19 dos quais vividos na Zâmbia, disse que decidiu regressar definitivamente a Angola devido às condições difíceis no centro de acolhimento de Mayukuayukua, onde dependiam de terceiros ou de ajuda humanitária para se alimentarem e vestirem.

Explicou que, por este motivo, em princípios do ano passado, solicitaram ajuda do Consulado de Angola na Zâmbia que, em Agosto, criou todas as condições para que regressassem ao país a partir de Santa Clara, província do Cunene, passando pela Namíbia.
Acrescentou que, depois de 30 dias, foram transferidos de Santa Clara para a cidade de Ondjiva, onde permaneceram quatro meses aos cuidados da Direcção Provincial da Família, Promoção da Mulher e Acção Social do Cunene.

Salientou que como o desejo do grupo era viver na província do Cuando Cubango, no dia 27 de Dezembro de 2020 saíram de Ondjiva até ao Lubango, onde no dia seguinte partiram de comboio em direcção à cidade de Menongue.

Consta do grupo de refugiados, quatro homens, nove mulheres e 22 crianças, correspondente a oito famílias, que foram acomodadas em quatro residências sociais do tipo T-3, erguidas na comuna do Missombo.

Miguel Marcos, de 50 anos, 19 dos quais vividos na Zâmbia, disse que decidiu regressar definitivamente a Angola devido às condições difíceis no centro de acolhimento de Mayukuayukua, onde dependiam de terceiros ou de ajuda humanitária para se alimentarem e vestirem.

Explicou que, por este motivo, em princípios do ano passado, solicitaram ajuda do Consulado de Angola na Zâmbia que, em Agosto, criou todas as condições para que regressassem ao país a partir de Santa Clara, província do Cunene, passando pela Namíbia.
Acrescentou que, depois de 30 dias, foram transferidos de Santa Clara para a cidade de Ondjiva, onde permaneceram quatro meses aos cuidados da Direcção Provincial da Família, Promoção da Mulher e Acção Social do Cunene.

Salientou que como o desejo do grupo era viver na província do Cuando Cubango, no dia 27 de Dezembro de 2020 saíram de Ondjiva até ao Lubango, onde no dia seguinte partiram de comboio em direcção à cidade de Menongue.

A administradora adjunta do Missombo, Luciana Sacatuala, disse que, desde a chegada dos 35 refugiados, têm estado a prestar todo o apoio necessário para que os mesmos possam estar bem alojados, com realce para alimentação, vestuário e fornecimento de água potável.

Referiu que tão logo chegaram à província, o governador do Cuando Cubango, Júlio Bessa, orientou a Administração Municipal de Menongue, em coordenação com o Gabinete Provincial da Família, Promoção da Mulher e Acção Social, Saúde e Agricultura, no sentido de criarem todas as condições necessárias de assistência alimentar, médica e medicamentosa e meios agrícolas e vestuário.

Luciana Sacatuala assegurou que a Administração Comunal está a trabalhar, em coordenação com a Delegação Provincial da Justiça e Direitos Humanos, para o início do processo de registo civil e atribuição de Bilhete de Identidade aos ex-refugiados.

Jornal de Angola

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