Famílias em meio a medidas coercitivas dos Estados Unidos a Cuba

Familias en medio de medidas coercitivas de EEUU a Cuba

Havana, 12 de abril (Prensa Latina) As famílias cubanas dos dois lados do Estreito da Flórida são hoje as mais afetadas pelas medidas coercitivas unilaterais que os Estados Unidos impõem à nação caribenha, denunciaram várias vozes no Twitter.
Na véspera, centenas de mensagens enviadas por cubanos dentro e fora do país e solidários chegaram ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e sua esposa, Jill Biden, por meio dessa rede social, na qual pediam o levantamento do bloqueio econômico contra os ilha.

Da mesma forma, instaram o presidente dos Estados Unidos a eliminar as decisões adotadas pelo governo de seu antecessor Donald Trump que dificultam as relações de afiliados, entre as quais se inscrevem questões como a suspensão do programa de reunificação, remessas e grande parte da companhia aérea. voos.

Los mensajes aludieron a la separación impuesta no solo por la pandemia de Covid-19, sino también por las decisiones de la Casa Blanca de suspender los servicios de visado en La Habana desde noviembre de 2017, bajo el pretexto de supuestos ataques acústicos al personal de a embaixada.

Da mesma forma, devido ao posterior encerramento (2018) do escritório do Serviço de Cidadania e Imigração, o que obriga os cubanos a se deslocarem para terceiros países, o que torna quase impossível o processamento dos pedidos de reunificação familiar.

Soma-se a isso a suspensão, a partir de 10 de dezembro de 2019, de todas as viagens das companhias aéreas norte-americanas aos terminais aéreos de Cuba, exceto os da capital.

Essa medida foi complementada um mês depois com a eliminação dos voos charter para o resto do país e a limitação de quem poderia pousar em Havana.

O envio de remessas foi outro alvo da política norte-americana, primeiro com a restrição do valor, até mil dólares por trimestre (setembro de 2019), e depois com a impossibilidade de utilizar para esse fim a empresa Western Union de terceiros países (fevereiro 2020).

O golpe de misericórdia veio com a inclusão da Fincimex na lista de empresas com as quais os americanos não podem fazer negócios, deixando a Western Union sem uma contraparte na ilha.

Assim, em novembro de 2020 foi fechado o canal legal para o envio de dinheiro dos Estados Unidos a Cuba, decisão que não levou em conta a crise existente com a pandemia.

Embora cada cubano tenha sua cota de prejuízos nos mais de cinco bilhões de dólares que as autoridades locais reportaram no ano passado como efeitos do bloqueio de Washington, as medidas adicionais pesaram mais nas famílias, mensagem que recordaram neste domingo o atual presidente dos Estados Unidos.

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