#Cuba para #EEUU: Se você está preocupado com o #DDHH, levante o bloqueio

El canciller de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, participa en el X Foro Virtual Reino Unido-Caribe, 18 de marzo de 2021.

O chanceler cubano questiona a “preocupação” de seu homólogo norte-americano com os direitos humanos dos cubanos, já que a ilha enfrenta bloqueios e sanções que duram décadas.

O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, instou o governo dos Estados Unidos a suspender o bloqueio econômico que impõe à nação cubana há mais de 60 anos.

“Se o Sec. Blinken se interessasse pelos direitos humanos dos cubanos, levantaria o bloqueio econômico e as 243 medidas aplicadas pelo anterior [governo dos Estados Unidos presidido por Donald Trump], vigente hoje em plena COVID19”, escreveu Rodríguez em sua conta do Twitter.

Além disso, o chanceler censurou o secretário de Estado de que, se os direitos humanos realmente o preocupam, Washington deve “restabelecer os serviços consulares e a reunificação familiar”.

A mensagem de Rodríguez responde às declarações do Secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, que na terça-feira, durante a 51ª Conferência anual de Washington sobre as Américas, expressou sua preocupação com os direitos humanos em Cuba.

Especificamente, o chefe da Diplomacia do governo Joe Biden assegurou que Washington continuaria a “defender os direitos humanos do povo cubano, incluindo o direito à liberdade de expressão e reunião”. Cuba: O bloqueio dos Estados Unidos é ainda mais cruel durante o surto de COVID-19 | HISPANTVCuba denuncia que o bloqueio norte-americano foi “ainda mais cruel” durante o surto da COVID-19, ao impedir a chegada de recursos médicos à ilha.

Na segunda-feira, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, refutou as acusações de autoridades dos Estados Unidos sobre supostas violações dos direitos humanos e as chamou de “vergonhosas”, enquanto Washington com “condena veementemente a fome e a escassez de mais de 11 milhões de cubanos e cubanos”.

Desde 1960, Washington mantém um bloqueio rígido contra Havana, mas em 2015 o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, iniciou um processo de détente, que foi interrompido quando Donald Trump chegou à Casa Branca em 2017.

Cuba denuncia o impacto dos embargos dos Estados Unidos na luta contra a COVID-19
Desde 1960, os Estados Unidos mantêm um bloqueio rígido contra Cuba. Em 2015, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, iniciou um processo de distensão, que foi interrompido quando Trump chegou à Casa Branca em 2017 e aplicou centenas de sanções à ilha. Esperava-se que com a posse de Biden a posição dos EUA mudasse, mas até agora tudo continua igual.

Sánchez Marín: Biden só mudará a forma da política em relação a Cuba

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