Chanceler de #Cuba afirma que bloqueio econômico ameaça a saúde #NoMásBloqueo

MINREX

O Ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou hoje que o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos ameaça a saúde e a vida da população de seu país.

O chanceler destacou em sua conta no Twitter que a nação caribenha enfrenta os efeitos econômicos e epidemiológicos da Covid-19, bem como o ressurgimento oportunista do cerco dos Estados Unidos.

“Todas as medidas atuais do governo dos Estados Unidos ameaçam a saúde e a vida de milhões de cubanos”, enfatizou o chefe da diplomacia da ilha.

Segundo as autoridades cubanas, durante o governo Donald Trump (2017-2021) foram implementadas 243 medidas coercivas unilaterais contra o país antilhano, destas 55 em 2020, em meio à crise global gerada pela pandemia. Todas essas disposições estão ativas.

Relatório recente do Itamaraty cubano revela como algumas dessas ações impactaram o setor saúde e o enfrentamento da emergência sanitária.

Um exemplo disso foi a obstrução deliberada da importação de suprimentos necessários, conforme ilustrado pela recusa do Departamento de Transporte da América do Norte a solicitações de companhias aéreas como a IBC Airways INC. e Skyway Enterprises INC. operar voos para Cuba com carga humanitária.

A isso se acrescenta que a nação caribenha não pode acessar tecnologias médicas com mais de 10 por cento de componentes dos Estados Unidos, embora seja difícil obter mais de 30 produtos e suprimentos necessários para a prevenção e o tratamento da Covid-19.

Também evita o alcance de rotas de transporte logístico cada vez mais rápidas, forçando cargas com suprimentos médicos a serem movimentadas em vários países a um alto custo adicional.

Da mesma forma, cresce a recusa das instituições financeiras e bancárias em processar operações com o país antilhano, o que dificulta as transações financeiras com fornecedores e a execução de doações.

Devido à intensificação do bloqueio, afirma o relatório, as empresas alemãs Sartorius e Merck, assim como a Cytiva e outros fornecedores de material de laboratório, reagentes e insumos, interromperam seus embarques para Cuba em 2020.

No total, a ilha não teve acesso a 32 equipamentos e insumos relacionados à produção de suas vacinas candidatas contra Covid-19, ou à execução de etapas de estudos clínicos; entre esses equipamentos para purificação, tanques e cápsulas de filtração, timerosal, bolsas e reagentes.

Em geral, os efeitos no setor saúde foram de 198 milhões de 348 mil dólares entre abril e dezembro de 2020, cifra que em apenas nove meses supera em 38 milhões o reportado entre abril de 2019 e março de 2020.

Em Cuba.cu

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