Ridiculos Anexionistas (Quando se pensa ter visto tudo)

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Para compreender como os protestos de 11/07 foram orquestrados em Cuba, a Verdade precisa de nós.

#CubaSoberana #MafiaCubanoAmericana #RedesSociales #CubaNoEsMiami #MercenariosYDelincuentes #TerrorismoNuncaMas

Willy González denuncia o tráfico de seres humanos. Otaola e Susana Pérez sonham com uma invasão de Cuba.

#MafiaCubanoAmericana #CubaNoEsMiami #MercenariosYDelincuentes #TerrorismoNuncaMas #RedesSociales #CubaSoberana #FBI #CubaSeRespeta

As tentativas de desestabilizar a ordem interna em Cuba continuam.

#Telegram #Cuba #RevolucionCubana #MafiaCubanoAmericana #TerrorismoNuncaMas #RedesSociales #CubaSeRespeta

#Internet, #Vacinas e #Remessas para #Cuba: os #EUA prometem o que proíbem.

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Os fascistas “pacíficos” que se preocupam com Cuba .

#Cubasoberana #MnipulacionMrdiatica #DerechosHumanos #ProhibidoOlvidar #FalsaDemocracia #TenemosMemoria

Por Redacción Razones de Cuba

Por: Justo Cruz

Estou muito impressionado com o facto de quase ninguém se surpreender com o facto de os que mais se preocupam com a situação dos direitos humanos em Cuba serem a direita, a extrema-direita e políticos quase fascistas, especialmente no continente europeu.

ESTOU ALARMADO COM A SIMPLICIDADE COM QUE SOS CUBA PUBLICA E PARTILHA IMAGENS DE “COMBATENTES” CUBANOS A ESFREGAR OMBROS COM POLÍTICOS DE EXTREMA DIREITA, ESPECIALMENTE RACISTAS ESPANHÓIS BEM CONHECIDOS PELAS SUAS POLÍTICAS CONTRA OS DIREITOS HUMANOS DOS ESTRANGEIROS, OS DIREITOS DAS MULHERES, O MOVIMENTO LGTBI, ETC.

Pergunto-me como é que a “Patria y Vida” não tem vergonha de esfregar os ombros com racistas notórios de VOX e Ciudadanos. Como pode ser tão ignorante e partilhar na sua própria parede do Facebook um discurso de um político de VOX só porque ele diz as coisas más que quer ouvir contra o seu próprio país?

Pensa realmente que estes racistas espanhóis se preocupam com o destino do povo cubano? Se não querem ou não sabem ler para se documentar e cultivar, pelo menos pergunte a um amigo espanhol sobre as festas VOX e Ciudadanos, pergunte-lhes e os seus rostos cairão de vergonha.

A mesma coisa acontece na Alemanha. Lembro-me quando, há alguns anos atrás, a Chanceler alemã Angela Merkel decidiu tomar parte dos refugiados sírios forçados a abandonar o seu país fugindo das bombas ISIS e da NATO, nessa altura alguns dos cubanos “Pátria e Vidas” de hoje criticaram Merkel com o mesmo zelo que os racistas da AfD (Alternativa para a Alemanha, um partido de extrema-direita), como se eles próprios não fossem estrangeiros. Muitos alemães ficaram estupefactos com tal ignorância.

NA ALEMANHA EXISTE UMA ORGANIZAÇÃO DE ACTIVISMO POLÍTICO DUVIDOSO COM O NOME PATÉTICO DA SOCIEDADE INTERNACIONAL PARA OS DIREITOS HUMANOS (IGFM), CUJO PRESIDENTE HONORÁRIO FOI UM CONSELHEIRO DE AUGUSTO PINOCHET E ENTRE OUTRAS BARBARIDADES FALOU COM TODO O CORAÇÃO CONTRA A LIBERTAÇÃO DE NELSON MANDELA.

Durante anos, esta organização tem estado muito, muito preocupada com os “direitos” do povo cubano.

Agora acontece que neste “grande concurso” para descobrir quem publica as mais estúpidas notícias falsas sobre os acontecimentos diários em Cuba, o IGFM não quer ser deixado para trás e para demonstrar a violência policial em Cuba publica um comunicado de imprensa sobre os “mortos” do governo cubano e acompanha-o com uma fotografia da polícia brasileira “Forca Tatica”, nada mais e nada menos que “em Havana” maltratando o povo cubano.

Como sei que ninguém vai acreditar nesta história, deixo aqui a imagem, mas cuidado, para não fazer troça, não quero fazer troça, pelo contrário, fazer chorar de raiva, escandalizar uns e envergonhar outros, porque o que está a acontecer com Cuba nas redes sociais é o cúmulo da falácia e da ignomínia. Eles já são embaraçosos e o pior de tudo é que parece não haver ninguém que os impeça.

Tirada de CubaDebate

Falsas morais do governo dos EUA .

#AcosoSexual #EEUUAcosa #S.O.S.EEUU #NuevaYork #MercenariosYDelincuentes

O governador de Nova Iorque demite-se após uma série de alegações de assédio sexual …O que está a acontecer naquele país e depois falam da minha #Cuba …

Imagem

Redescobrindo: Cuba face ao ódio e às falsas notícias .

#CubaSoberana #GuerraMediatica #RedesSociales #ManiopulacionMediatica #FakeNewsVSCuba

Por Redacción Razones de Cuba

Reflexões breves: Cuba e a guerra dos media

Por: Rubén A. Rodríguez Vicente

La Jiribilla

Desde o início da actual pandemia, a formação de estados de opinião desfavoráveis ao governo cubano tem sido acentuada tanto dentro como fora da arena nacional. Estas posições são principalmente promovidas e encorajadas pelos Estados Unidos através dos meios de comunicação não oficiais, que tiram partido do recente acesso da população da ilha à Internet. A partir destas premissas, podem ser colocadas as seguintes questões: Quais são os interesses por detrás da cortina? Como funciona actualmente?

O governo dos EUA estabeleceu-se como a potência hegemónica mundial, a tal ponto que é impossível negar a sua influência sobre o destino de outros países. O seu poder deve-se principalmente ao seu controlo da política mundial através de organizações económicas como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. Por outro lado, as empresas multinacionais conseguem materializar os seus interesses económicos através de subornos justificados em doações e patrocínios, quer a figuras políticas específicas, quer a partidos políticos. Cuba tem sido afectada por estas dinâmicas de uma forma peculiar.

A inegável influência do triunfo da Revolução Cubana sobre a maioria da população e as novas promessas de mudança social anunciaram o fim de um período lucrativo para as empresas americanas. Em Agosto de 1960, o novo governo anunciou a decisão de nacionalizar as empresas americanas a fim de dar ao país o controlo da extracção de petróleo, da produção de açúcar e das companhias telefónicas e eléctricas. A resposta dos EUA não demorou muito a chegar; em Outubro do mesmo ano começou a aplicar sanções económicas contra a ilha com o objectivo de “(…) alienar o apoio interno (…) através do desencanto e do desânimo baseado na insatisfação e nas dificuldades económicas. (…) causar fome, desespero e derrubar o governo”[1] Esta medida ainda não alcançou os resultados desejados, mas colocou um pesado fardo negativo sobre a economia do país, que foi marginalizada do mercado global. Este isolamento tem mantido o mercado cubano numa zona virgem relativa. A destruição do Estado e da economia permitiria que o país fosse dividido entre grandes empresas multinacionais.

“LONGE DE FORTIFICAR UMA DEFESA TRADICIONAL E RÍGIDA, A CUBA DEVE CONCEBER ESTRATÉGIAS FLEXÍVEIS E EFICAZES QUE LHE PERMITAM ENFRENTAR OS NOVOS PROBLEMAS COLOCADOS PELA SUA ENTRADA TARDIA NA ERA DIGITAL”.

As guerras dos media são também conhecidas como guerras da quarta geração. Estes procuram, através dos meios de comunicação social, levar o conflito a toda a sociedade, manipulando, agravando e canalizando sentimentos de desânimo e descontentamento entre a população civil, gerando no pior dos casos um estado de ingovernabilidade devido à destruição da confiança da população nos poderes do Estado. [2] A situação de desconfiança encoraja a insurreição e acentua a possibilidade do surgimento de actos de vandalismo, greves, expedições militares e guerras civis que acabam por servir de justificação para acções concretas, tais como intervenções militares ou golpes de Estado. No caso dos EUA contra Cuba, deve ter-se em conta que o segundo tem uma grande vantagem dado o seu poder financeiro, político e cultural, forçando o primeiro a assumir uma posição largamente defensiva e contra-atacante.

As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) atingiram uma grande profundidade na sociedade e a vida humana está agora intimamente ligada à sua dinâmica. No contexto da guerra dos media contra Cuba, as TIC têm sido utilizadas devido ao seu impacto em todos os níveis da vida quotidiana, como exemplificado pelas redes sociais. Nos últimos anos, o acesso dos cubanos às TIC tem aumentado, um fenómeno que ajuda a explicar porque é que estas plataformas têm sido o cenário de muitas das disputas. Note-se que os EUA afectam anualmente cerca de 20 milhões de dólares para este fim a “programas de democracia”, um orçamento que tende a ir para organizações não governamentais e que por sua vez é utilizado para pagar os salários de bloguistas, jornalistas independentes, representantes e influenciadores que actuam como porta-vozes das mensagens a difundir.

A utilização das TIC trouxe muitas vantagens ao desenvolvimento das sociedades, permitindo o progresso em áreas como a educação e a saúde. Contudo, são igualmente fundamentais para a promoção de políticas hostis e guerras mediáticas, fenómenos que são cada vez mais frequentes no mundo actual. Longe de fortificar uma defesa tradicional e rígida, Cuba deve conceber estratégias flexíveis e eficazes para enfrentar os novos problemas colocados pela sua entrada tardia na era digital.

Notas:

[1] Carta do Secretário de Estado Adjunto para os Assuntos Interamericanos dos EUA, Lester D. Mallory, ao Subsecretário de Estado para os Assuntos Interamericanos, Roy Rubottom Jr. Ver mais em: Mallory, Lester D.: 499 Memorando do Secretário de Estado Adjunto para os Assuntos Interamericanos (Mallory) ao Secretário de Estado Adjunto para os Assuntos Interamericanos (Rubottom). Disponível em: https://history.state.gov/historicaldocument/frus1958-60v06/d499

[2] Executivo, legislativo e judicial.

Guerra dos meios de comunicação, uma ponta de lança para a intervenção
Por Carmen Esquivel Sarría

Havana, 9 de Agosto (Prensa Latina) A guerra dos media norte-americanos contra Cuba e outros países procura preparar as condições subjectivas para legitimar uma intervenção, advertiu hoje o advogado e político boliviano Hugo Moldiz.

Numa entrevista com a Prensa Latina, via Internet, a Moldiz abordou várias questões, tais como a utilização de redes sociais e dos meios de comunicação para atacar governos, a campanha para impor um “corredor humanitário” a Cuba e a cumplicidade da OEA com a estratégia dos EUA para a região.

Os Estados Unidos estão a desenvolver o conceito de guerra total e permanente contra Cuba, Venezuela, Nicarágua e outros países, e uma das suas componentes é a guerra não convencional dos media, na qual a mente se torna o campo de batalha”, disse ele.

É – disse ele – a guarda avançada, a ponta de lança onde estão preparadas as condições subjectivas dentro do país a intervir”.

De acordo com o investigador e jornalista, os distúrbios de 11 de Julho na maior das Antilhas foram uma cabeça de praia para um plano intervencionista, mas tal como em 1961, com o ataque a Girón, o povo demonstrou mais uma vez que pode derrotar a contra-revolução.

Hugo Moldiz condenou as campanhas de promoção de um chamado corredor humanitário através dos hashtags #SOSCuba e #SOSMatanzas, e as declarações do Presidente dos EUA Joe Biden, que descreveu Cuba como um Estado falhado.

Todos sabemos que a proposta de um corredor humanitário faz efectivamente parte de uma estratégia político-militar intervencionista. Esta tem sido uma constante na história dos Estados Unidos na América Latina e no mundo. A política externa dos EUA não costuma variar muito a este respeito”, disse ele.

Para o político boliviano, “os Estados Unidos não acreditam no equilíbrio de poder, como o próprio ex-Secretário de Estado Henry Kissinger reconheceu no seu livro ‘Diplomacia’, e na medida em que não acreditam nisso, acreditam que são os senhores e proprietários da América Latina e das Caraíbas”.

Moldiz referiu-se também às recentes declarações do Alto Representante da União Europeia (UE) para a Política Externa, Josep Borrell, que fez eco à campanha para desestabilizar Cuba.

O que este representante está a fazer é pensar sobre o mundo de um ponto de vista norte-americano. Longe do sonho de um nacionalista de direita como o ex-presidente francês Charles de Gaulle, que dizia que “os europeus devem pensar a partir da Europa e não dos Estados Unidos”.

Moldiz foi ministro do governo da Bolívia em 2015, e após o golpe contra o Presidente Evo Morales em Novembro de 2019 foi obrigado a pedir asilo na embaixada mexicana em La Paz, onde permaneceu durante um ano juntamente com vários funcionários, a quem o regime de facto negou o salvo-conduto para deixar o país.

Na sua conversa com Prensa Latina, reflectiu sobre as recentes declarações do presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, que propôs a substituição da Organização dos Estados Americanos (OEA) por um organismo autónomo, e não por um lacaio de ninguém.

O que o Presidente López Obrador propôs é um desejo latino-americano. A OEA demonstrou ser absolutamente ineficaz e, sobretudo, cúmplice da estratégia norte-americana para o continente”, recordou ele.

Entre os exemplos que citou, conta-se o apoio da OEA aos governos da doutrina de segurança nacional nas décadas de 1960 e 1970 e a sua cumplicidade com as invasões norte-americanas do Panamá, República Dominicana e Granada, bem como com a agressão britânica contra a Argentina nas Ilhas Malvinas.

Face a este cenário, declarou, é necessário reforçar a Comunidade dos Estados da América Latina e Caraíbas (CELAC) como um espaço regional sem a presença do Canadá ou dos Estados Unidos.

O político boliviano defendeu a substituição da OEA por um organismo autónomo que respeite o princípio da não-intervenção, da não-interferência e da autodeterminação dos povos, e que leve por diante uma integração emancipatória e não uma de subordinação.

Tirada de Cuba informationción .

É sempre um prazer ouvir as suas histórias Comandante .

#ComandanteEnJefe #FidelCastro #YoSoyFidel #FidelEntreNosotros

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