·Medicos Cubanos

Coronavírus na América Latina.

A crise da saúde está piorando na América Latina. No Brasil, com mais de um milhão de positivos e 50.000 mortes, a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro renunciou após pouco mais de um mês no cargo. Enquanto isso, o Chile ultrapassou a Espanha no número de casos de coronavírus, com mais de 240.000 infectados, e os cientistas alertam que as mortes pela covid-19 podem aumentar se a taxa atual de infecções não for interrompida.

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Angola/Cuba: Quatro décadas de forte relação

Desde os primórdios da independência nacional, precisamente há 45 anos, Angola e Cuba mantêm fortes laços de cooperação, amizade e irmandade.

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É, pois, quase impossível falar da história da afirmação de Angola como Estado livre e soberano, sem fazer menção ao contributo do povo e Governo do maior arquipélago do mar do Caribe ou Caraíbas.

As relações entre os dois Estados remontam à época da guerra fria (terminada em 1991), ou seja, logo depois da proclamação da independência nacional, em 1975.

Foi em pleno conflito pós-independência, com a então República Popular de Angola a lutar contra invasão de forças estrangeiras, que Cuba deu os primeiros sinais de aproximação e solidariedade.

Para a defesa e manutenção da sua soberania, Angola encontrou aconchego e ajuda no hemisfério norte, concretamente em Cuba, abrindo portas a uma cooperação que viria a ser profícua e duradoura.

A parceria entre os dois países iniciou-se com a colaboração técnico-militar, tendo em conta a situação de instabilidade na época, mas começou a mudar de figurino a partir de Fevereiro de 1976, com a assinatura do primeiro Acordo Geral de Cooperação.

Esse importante instrumento jurídico viria desembocar, mais tarde, na instituição de uma Comissão Bilateral entre Angola e Cuba.


Pelas circunstâncias políticas de então, o Acordo Geral de Cooperação continuou a privilegiar as acções de auxílio técnico-militar, até 1991, um ano antes da implantação do multipartidarismo em Angola.

No relacionamento entre os dois países, essa componente (militar) serviu de “rampa” de lançamento para uma parceria mais alargada, agora a outras áreas sociais, como a Educação e Saúde.

De forma tímida, mas significativa, o modelo de cooperação passou por reconfiguração e reforço, à medida que se aliviava a tensão militar no país, com dezenas de professores  cubanos a desempenharem papel preponderante na formação de quadros angolanos.

No mesmo sentido, esses profissionais de Cuba foram fundamentais na prestação de uma assistência médica e medicamentosa ideal e necessária para assegurar o bem-estar dos angolanos.


Assim, com o primeiro convênio de cooperação focado nos sectores da Saúde e Educação, Angola beneficiou-se da experiência de mais de 350 mil especialistas cubanos, entre médicos, enfermeiros, professores, militares, técnicos e pessoal de apoio.

A aposta em especialistas cubanos tornou-se cada vez mais sólida e intensa, com o passar dos anos, marcando passos firmes no reforço de quadros da Saúde e Educação.

Foi com esses dois sectores que Angola e Cuba consolidaram e solidificaram as relações de irmandade e amizade, mediante envio regular de bolseiros angolanos, para especialização naquele arquipélago, e de quadros cubanos para o país africano.

Essa nova abertura viabilizou a ida de centenas de jovens angolanos para Cuba, em formação em diversas áreas, e a vinda a Angola de vários milhares de especialistas cubanos (professores e médicos), criando bases sólidas para uma cooperação efectiva.

Só nos primeiros dois anos do Acordo Geral, Cuba recebeu cerca de 18 mil angolanos, maioritariamente crianças com vários níveis de escolaridade, para formação.

À luz da ajuda internacionalista cubana (1974-1991), as relações bilaterais entre Angola e Cuba transformaram-se, paralelamente, numa cooperação em vários domínios.

Além da Saúde e Educação, os dois Governos passaram a cooperar nos domínios da Energia, Defesa, Segurança, Ensino Superior, Petróleos e Indústria.

Formação de docentes

Entretanto, apesar de não ter o mesmo peso na balança de cooperação entre os dois países, a formação de professores angolanos em Cuba remonta aos anos 80, com a ida dos primeiros 845 profissionais em diversos níveis e instituições de ensino.

Dados apontam que, dos actuais 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 77 fazem pedagogia a nível superior, em diversos estabelecimentos especializados.

Até 2017, conforme informações oficiais, Cuba recebia uma média de 40 estudantes angolanos, para formação nas áreas de ciências exactas e a nível pedagógico, nos centros especializados em Cienfuegos e Santiago de Cuba.

Para o efeito, as autoridades de Cuba têm colocado ao dispor dos estudantes angolanos organismos formadores, no âmbito dos acordos existentes entre os ministérios da Educação dos dois países.

Actualmente, os dados dão conta da existência de 1.105 profissionais cubanos no país, dos quais 258 médicos chegados recentemente, para apoio no combate à Covid-19.

Colaboradores cubanos de la salud comenzaron a llegar a las provincias de Angola. Foto: PL.

Desde a sua chegada a Angola, os mesmos estão espalhados por várias localidades do país, incluindo em zonas recônditas, para ajudar na prevenção e controlo de doenças.

Presentes em várias unidades sanitárias nacionais, esses quadros prestam também serviços em  áreas como combate às doenças cardiovasculares, malária e tuberculose.

Além da prevenção e do combate à Covid-19, os especialistas recém-chegados têm, igualmente, a tarefa de contribuir na prevenção de doenças materno-infantis, pediatria e transmissíveis, bem como no asseguramento da formação de técnicos angolanos.

Os protocolos de cooperação incluem ainda a componente formação local (on job), para capacitar os quadros nacionais com conhecimentos técnicos e práticos, a fim de atenderem as necessidades básicas sanitárias do país, a curto, médio e longo prazo.

Em sentido contrário, ao longo de várias décadas, Cuba tem sido o “pouso” de centenas de angolanos, quer a título individual, quer por intermédio de bolsas de estudo governamentais, que buscam conhecimento científico naquele país da América Central.

Actualmente, dos 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 700 estão a ser formados em ciências ligadas à medicina, entre os quais 50 em cardiologia, cirurgia cardíaca, medicinal interna e cirurgia geral. O país tem menos de 500 especialistas.

Dados do Governo angolano indicam que, em 2018, regressaram ao país 133 quadros formados em Cuba, nas especialidades de medicina, engenharia informática, electrónica, biologia, pedagogia, telecomunicação electrónica, direito e outras.

Ao todo, conforme informação oficial, mais de 40 mil angolanos foram formados em Cuba, nas especialidades da agricultura, saúde, construção civil, comunicação social, educação, militar, defesa e segurança, transportes e ciências políticas, música e teatro, à luz do Acordo Geral de Cooperação.

Além da componente formativa em Cuba, Angola, apostada em aumentar os recursos humanos e melhorar o quadro sanitário, conta com docentes cubanos em cinco faculdades de medicina angolanas.

Apesar das melhorias que se têm registado no campo da assistência médico-medicamentosa, há necessidade de se trabalhar no profundamento das relações, no intuito de permitir às populações o acesso rápido aos serviços hospitalares.

O Sistema Nacional de Saúde comporta duas mil e 644 unidades sanitárias, sendo 15 hospitais nacionais, 25 provinciais, 45 gerais, 170 municipais, 442 centros de saúde, 67 centros materno-infantis, mil e 880 postos médicos e 37 outras infra-estruturas.

É assegurado por 69.816 trabalhadores, dos quais seis mil e 400 são médicos, 35.458 enfermeiros, oito mil e 78 técnicos de diagnóstico e terapeuta, 11.329 trabalhadores de apoio hospitalar e 11.576 administrativos.

Apesar do abrandamento registado entre 1991 e 2002, as relações diplomáticas entre Angola e Cuba mantiveram a mesma vitalidade, ao longo dos últimas anos.

É desejo dos dois Estados alargar e diversificar as relações bilaterais, com ênfase para as áreas de economia, comércio, finanças e investimentos.

Na base deste impulso, está um mecanismo lançado em 2019, em Luanda, que visa acelerar a implementação dos compromissos assinados por ambos os Estados, por via da Comissão Intergovernamental de Cooperação Económica e Técnico-Científica.

Trata-se de um passo importante para construir uma nova e dinâmica cooperação bilateral, que permitirá, aos dois países, a realização de diferentes iniciativas conjuntas.

Fonte: ANGOP/BA

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Uma verdade que os inimigos de Cuba tentaram silenciar ou deturpar …

Autor: Miguel Díaz-Canel Bermúdez | internet@granma.cu

Presidência da República

Caros compatriotas: Bem-vindo à pátria!

Apenas alguns minutos atrás, terminou a reunião que hoje deveria ser realizada no Grupo de Trabalho Temporário que dirige as ações para enfrentar a pandemia, e aqui permanecemos um grupo de colegas para participar dessa recepção remota, o que faremos. mais íntimo quando você passa na quarentena; Mas não queríamos violar todos os protocolos que o país estabeleceu para evitar a transmissão dessa pandemia.

«El regreso de ustedes nos llena de profundo regocijo, porque retornan sanos y con la más humanitaria y noble de las misiones cumplida: salvar vidas», afirmó el Presidente cubano.

O Primeiro Ministro Marrero, o Vice Presidente da República de Salvador, o Vice Primeiro Ministro Morales estão conosco; os ministros da Saúde e Comércio Exterior, Portal e Malmierca, respectivamente; Camarada Amado, secretária do Conselho de Ministros, e Dra. Tania Margarita.

Nós, em nome do Exército Geral, em nome do nosso Partido, do nosso Governo e do nosso povo, recebê-lo em casa.

Seu retorno nos enche de profunda alegria, porque você volta saudável e com a missão mais humanitária e nobre cumprida: salvar vidas.

Depois de mais de dois meses de trabalho intenso e arriscado, gostaríamos de abraçá-los, um por um, para agradecê-los por sua missão heróica; Hoje, porém, só podemos tentar tocar seu coração com palavras e dizer-lhe das profundezas de nossas emoções: Obrigado! Nos encontraremos novamente em outra recepção de maior proximidade.

Você ainda tem sacrifícios ainda mais difíceis pela frente: como mais duas semanas de isolamento e continuando a adiar o encontro com seus entes queridos.

Espero que, durante todo esse tempo, você tenha sentido a admiração, o carinho e o orgulho que cada aplauso que nosso povo deu por você expressa.

Você representa a vitória da vida sobre a morte, da solidariedade sobre o egoísmo, do ideal socialista sobre o mito do mercado. Com seu gesto nobre e sua disposição corajosa de desafiar a morte para salvar vidas, você mostrou ao mundo a verdade de que os inimigos de Cuba tentaram silenciar ou deturpar: a força da medicina cubana!

Quando você deixou Havana para Crema, havia muito mais incertezas do que certezas com a epidemia. O vírus só testava nossa capacidade de resposta epidemiológica há alguns dias, mas, desde as primeiras notícias sobre a disseminação do vírus, tínhamos algo muito claro: a partir de uma pandemia, só é possível sair com muito esforço.

O mundo precisa de cooperação e solidariedade, dois recursos da vontade humana que Fidel nos ensinou a cultivar como princípios fundamentais de uma revolução no poder.

O retorno vitorioso dessa brigada de mais de 50 pessoas, incluindo médicos e enfermeiros, tem muito valor à luz desses princípios. Pessoas de todas as latitudes, inclusive no mundo desenvolvido, confiam na qualidade profissional e humana dos trabalhadores da saúde em Cuba.

Você coloca a verdade no topo, que os porta-vozes imperiais tentaram esconder, minar, enterrar com mentiras e agressões em uma enorme, milionária e mentirosa campanha de desacredita e ataques infames.

Você é apenas uma idéia capaz de parar um exército do fundo de uma caverna, do qual falou nosso apóstolo José Martí.

Você, juntamente com a mensagem da vida que deixa em seus pacientes salvos, trouxe a solidariedade de volta à moda quando muitos acreditavam que a ternura dos povos estava morta.

Nos mais de dois meses em que estiveram fora, o país não parou de prestar atenção a todas as mensagens transmitidas a seus familiares e colegas. A partir daqui, eles eram aplaudidos todas as noites e, enquanto nossas autoridades acompanhavam de perto o trabalho, eram feitas orações populares para retornar sãos e salvos com a missão cumprida.

Profissionais de quase todas as disciplinas científicas e acadêmicas articularam em nosso país uma poderosa rede a partir da qual surgiram estratégias de enfrentamento à epidemia, estudos de sua evolução em todo o país e protocolos de atendimento à população doente e vulnerável, entre outros trabalhos. , que estamos orgulhosos de mostrar a você como prova de que aqueles que ficaram aqui também lutaram para viver de acordo com aqueles que foram beijar o mundo, como dizem as letras de Valientes, a canção da boa fé, que se tornou uma de hinos hoje em dia.

Somente com o trabalho incansável, em condições excepcionais, de pessoas de todas as profissões e com esse talento transbordante, podemos explicar a razão pela qual estamos vencendo a luta contra a pandemia no momento em que outra pandemia terrível, a do bloqueio e da guerra econômica, eles se enfurecem impiedosamente da administração americana mais criminosa e mais desacreditada.

Nestes dois meses e meio cruciais para o mundo, mas especialmente para uma nação bloqueada a extremos genocidas, os Estados Unidos nos negaram e impediram compras de todos os tipos, não compartilharam informações ou agiram conforme estabelecido pelas leis internacionais contra um ataque terrorista à nossa embaixada em Washington e, no auge do cinismo, colocam Cuba em uma lista de nações espúrias que não cooperam na luta contra o terrorismo. Ele agiu com especial malícia na perseguição de navios de combustível da Venezuela e impôs novas sanções contra investidores atuais ou possíveis e contra instituições cubanas. Não há mais um buraco no cinto que eles apertem em torno de Cuba.

Não é por acaso que as brigadas médicas cubanas que hoje defendem a vida em 28 países recebem o nome dos norte-americanos que mais fizeram por Cuba: Henry Reeve, brigadeiro-general do Exército de Libertação e inspiração permanente daqueles que, como Martí, “amam Pátria de Lincoln, tanto quanto tememos a pátria de Cutting.

Hoje, estamos cheios de orgulho saudável para assistir a um crescente clamor mundial por essas brigadas serem nomeadas para o Prêmio Nobel da Paz. Com a missão que você cumpriu, você contribuiu solidamente para promover esse movimento.

Quando o mundo for um lugar mais justo e mais nobre, todo o sistema de saúde cubano certamente será recompensado por transformar em fato a pregação marciana de que “pátria é humanidade”, para a qual Fidel, Raúl e Geração do Centenário, da qual somos filhos e seguidores de vocês e de quem os recebe hoje.

Mais uma vez obrigado! Trabalhos profundamente humanos como os que você faz todos os dias, honram a memória de Martí, Fidel e de todos os revolucionários cubanos; Eles também inspiram nosso grito invariável: Pátria ou Morte! Superar!

Bem-vindo à pátria!

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A Pátria, contra o peito, os estreita.

Autor: Madeleine Sautié | madeleine@granma.cu

Os aplausos com que os médicos cubanos que combatem o vírus que ameaça hoje são recompensados ​​todas as noites, soaram ontem duas horas antes, assim como os 52 membros da brigada médica Henry Reeve, que partiram para a Lombardia nos últimos 21 anos, pisaram em solo cubano. de março; fato que marcaria pela primeira vez a presença na Europa do contingente fundado por Fidel, para que Cuba pudesse iluminar com seus profissionais de saúde os cantos mais sombrios do mundo.

Regreso de Brigada Medica cubana de Italia. Foto Ismael Francisco Cubadebate

Um país, necessariamente localizado na frente das telas, não perdeu o pé nem a pegada, para acompanhá-lo e recebê-lo também de suas casas.

Das garras da pandemia, talvez do local que foi seu epicentro há dois meses, nossos heróis retornaram, despidos de escudos e fanfarras, sem outras armas que conhecimento e humildade, necessárias para se juntar a um cenário duplo, em que eles minimizaram gemidos e morte e salvaram mais de 200 vidas.

Com um amálgama de sentimentos, trazendo experiências inesquecíveis ao país, cada um deles carrega nas mãos as bandeiras de Cuba e da Itália, geminadas para sempre nas instalações da história, independentemente de quem causou a dor e quem a vida; sem se gabar dos mais de 5.500 serviços de saúde que prestavam, sem mais louros para colocar no lugar que merece o nome da terra distante onde nasceram. Eles são os médicos de Cuba! Não se surpreenda com nada!

Com sorrisos nervosos e ocultos, flores vermelhas, saudações necessárias e incomuns, típicas das medidas para sufocar o covid-19, são recebidas após a chegada, e em uma sala ouvimos aquele hino que nos sacode todas as noites, aquele que os pinta beijando o mundo, aquele que descreve os corajosos, que vêem toda a humanidade na pátria.

Eles são vistos cantando atrás do nasobuco, seus olhos estão mais brilhantes, alguns removem os óculos. Todos eles se reconhecem nas letras.

A voz do presidente os surpreende, embora não tenha saído, para não violar os protocolos que foram rigorosamente estabelecidos para aniquilar a doença. Envie uma saudação virtual, dele e dos companheiros que o acompanham nesta guerra, até a morte contra a epidemia e pela vida no país. Enfatiza a saudação do general do exército Raúl Castro Ruz e do Partido Comunista de Cuba. Compartilhe a alegria de vê-los voltar vivos e com o dever cumprido.

“Gostaríamos de abraçá-los um a um para agradecê-los por sua missão heróica”, diz ele, e garante que haverá tempo para isso e que será capaz de ouvir suas histórias e experiências. Ele fala do que eles representam: a vitória da vida sobre a morte, da solidariedade sobre o egoísmo, do ideal socialista sobre o mito do mercado. E ele lembra que eles mostraram ao mundo uma verdade que os inimigos de Cuba tentaram silenciar, a da força da medicina cubana.

As mensagens, que continuam a encher suas emoções, encontram, por proposta do Dr. Carlos Pérez, chefe da brigada, uma maneira de responder, e eles cantam o Hino Nacional, enquanto Cuba os olha, orgulhosos.

O tão esperado abraço, que é consumido por enquanto apenas com o coração, levará alguns dias, porque existem medidas sanitárias que não podem ser violadas. Um cordão humano, respeitando a distância recomendada, recebe-os na fronteira do itinerário em direção à quarentena, e eles sentem que, em abraços próximos, a Pátria, contra o peito, os estreita.

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Mais uma vez, os médicos cubanos voltam para sua terra natal com a satisfação do dever cumprido, obrigado Cuba.

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O Brasil tenta contratar médicos cubanos por deficiências em saúde em frente ao Covid-19.

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Cuba, orgulhosa de sua estratégia de tratamento do diabetes.

Ser diagnosticado com diabetes para muitos pode parecer uma sentença de prisão perpétua. No entanto, o tratamento adequado e o cumprimento de certas regras ajudam a lidar com a doença. É o caso de Cuba, que se orgulha de sua estratégia de diabetes dirigida pelo Estado.

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Cuba privada de doações para a saúde pelo bloqueio econômico dos EUA.

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Eles representam 119 casos de Covid-19 em Cuba.

Em Cuba, até 27 de março, 2.000 pacientes são admitidos para vigilância clínico-epidemiológica, nos centros de isolamento e atendimento criados para esse fim; 140 deles estrangeiros e 1.860 cubanos. Outras 31.347 pessoas são monitoradas em suas casas, da Atenção Primária à Saúde.

No COVID-19, foram estudados 329 casos ontem, para os quais 39 amostras foram positivas. O país acumula 1.368 amostras produzidas e 119 positivas.

Portanto, no encerramento de ontem, foram confirmados 39 novos casos de COVID-19, totalizando 119 no país.

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Primeiro cubano a portar o coronavírus: graças a Cuba voltei à vida

Não tenho palavras para expressar gratidão a Cuba, que foi capaz de formar médicos, enfermeiros e especialistas tão humanos e de nível profissional, graças aos quais estou de volta à vida hoje, disse com entusiasmo, Jesús Álvarez López, o primeiro Transportadora cubana do novo coronavírus descarregado.

O jovem bailarino de 25 anos, residente nesta cidade, disse a Granma que no momento ele está se desenvolvendo muito favoravelmente, e com um acompanhamento muito rigoroso pelo médico da família, que vem diariamente para ver como está, mede sua temperatura. e executa outros controles, de acordo com os protocolos estabelecidos para esses casos.

Quanto à experiência, ele narrou que sua esposa Anel González Zurita, cidadão boliviano que morava em Milão, região da Lombardia, Itália, havia chegado a Cuba sem sintomas aparentes de qualquer doença; no entanto, alguns dias depois, ele começou com leves problemas respiratórios, como ele; Por esse motivo, foram ao sistema de saúde, onde foram imediatamente internados no hospital de isolamento de Villa Clara e posteriormente transferidos para o Instituto de Medicina Tropical Pedro Kourí (IPK), onde a doença foi confirmada.

Imagine o que eu sofri na época; o mundo caiu em mim. Eu estava com medo, pensei o pior, na minha família, na minha garotinha Ana Sofia, com apenas um ano de idade. Mas eu tinha forças para resistir no meio da tempestade, porque conhecia a qualidade da medicina cubana “, admite Álvarez López.

Ao se referir ao tratamento recebido, ele elogia os médicos e todos os funcionários, que trabalham no hospital Manuel Piti Fajardo, em Villa Clara, e no ipk, de quem ele agradece, porque o fizeram perceber que ele não estava sozinho naqueles dias de isolamento. “Eles eram meus pais, meus irmãos, meus amigos”, reconheceu o jovem, animado.

«Não faltava nada, nem remédios nem recursos de qualquer espécie, e até me estragaram um pouco, porque se eu estava com fome, não importava se fossem duas da manhã, eles traziam iogurte ou alguma comida; se eu queria conversar com minha família, eles facilitavam a conversa por telefone; Em resumo, ele ficou satisfeito em tudo, diz Jesus, que antes de se despedir queria enviar uma mensagem ao povo cubano, a quem agradeceu tanto amor nesses dias difíceis.

«Estou preocupado, porque vejo algumas pessoas que ainda estão na rua e sem a consciência necessária para a situação atual, a quem digo cuidar, que isso pode afetar qualquer pessoa. Devemos ouvir as diretrizes do governo, que está trabalhando muito para evitar o pior. Se tomarmos todas as medidas, vamos sair disso, porque somos um povo de batalha, ninguém duvida disso, vamos vencer ».

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